A importância do trabalho de História da Família

  Sónia Ribeiro, responsável pelas páginas locais na estaca do Porto Norte

  • 19 Abril 2013

No dia 24 de fevereiro de 2013, tivemos a oportunidade de assistir a um serão domingueiro sobre o trabalho de História da Família no centro de estaca do Porto. Contámos com a presença dos irmãos Juan Rodrigues e Roma Filipe, responsáveis nesta área, e também do Élder Rocha.

Enfatizou-se a importância desta grande obra e da necessidade que temos de dedicar nosso tempo a ela. Quando os membros da Igreja levam o nome dos seus antepassados ao templo para a realização das ordenanças, a experiência no templo é grandemente enriquecida.

Este é o momento de nos dedicarmos a este trabalho. Os nossos familiares falecidos estão do outro do véu ansiosos que façamos as ordenanças por eles. A este respeito o Presidente George A. Smith afirmou: “Pensem na devoção e fidelidade daqueles que, dia após dia, entram nesses templos e oficiam por aqueles que passaram para o outro lado, e saibam que aqueles que estão do outro lado estão igualmente ansiosos a nosso respeito. Eles oram por nós e por nosso sucesso. Eles rogam, a sua própria maneira, por seus descendentes, por sua posteridade que vive na Terra.”

Que possamos ir ao templo fazer as ordenanças por nós mesmos e depois por nossos antepassados. O propósito do templo, como disse o Presidente George A. Smith é “(…) prover um lugar em que as santas ordenanças sejam realizadas em favor dos vivos e dos mortos.”

Eu sei que se fizermos a nossa parte, o Senhor estará lá para nos guiar e ajudar. Ele nunca nos abandona e se nos esforçarmos com real intenção, Ele irá prover os meios para que possamos ir ao templo trabalhar nesta grande causa.

O Élder Richard G. Scott, do Quórum dos Doze Apóstolos, declarou: “Todo trabalho que vocês fazem no templo é um tempo bem utilizado, mas o recebimento das ordenanças vicárias por um de seus próprios antepassados tornará o tempo despendido no templo ainda mais sagrado, e bênçãos ainda maiores serão recebidas. A Primeira Presidência declarou: ´Nossa obrigação mais preeminente é a de buscar e identificar nossos próprios antepassados`”.

Este é sem dúvida um trabalho muito importante e como diz em D&C 128:15 – “ (…) que eles, sem nós, não podem ser aperfeiçoados – nem podemos nós, sem nossos mortos, ser aperfeiçoados”. Eles precisam de nós e nós precisamos deles para voltar à presença de nosso Pai Celestial.

Presto testemunho que a Igreja é perfeita. O Senhor tem um grande amor por todos nós e nos conhece individualmente. Quão gratos devemos ser por ter o evangelho em nossa vida e pelas bênçãos que recebemos.

Concluo com as palavras do Élder David. A. Bednar: “Estamos aqui para participar do trabalho de salvação. Salvadores é o que somos e é por isso que estamos na Terra (…) Vocês foram preparados para este dia. A hora é agora!”.