Dádiva de sangue na estaca de Lisboa

Contribuição de Joana Paulo, responsável das Páginas Locais na estaca de Lisboa

  • 1 Janeiro 2014

O irmão Rinaldo Nery, primeiro conselheiro do bispado da ala Tejo, na estaca de Lisboa na doação de sangue.

Elismalda Azevedo, ala Tejo: "Todas as formas de ajudar o próximo são válidas. Pensar que ao doar sangue podemos salvar uma vida, é muito gratificante."

Se pensarmos que a verdadeira dádiva é algo que provém de nós próprios, podemos então concluir que todos os que participaram nesta dádiva de sangue atenderam ao verdadeiro espírito de Natal.

Todos dias e particularmente nas alturas de maior movimento e sinistros, aumenta nos nossos hospitais a necessidade deste precioso líquido que salva vidas.

Aqui ficam alguns testemunhos dos participantes desta atividade, que foi a última organizada pela estaca de Lisboa neste ano. Esta recolha foi realizada em colaboração com a unidade móvel do Instituto Nacional de Sangue, que se deslocou à capela da Av. Gago Coutinho na manhã do dia 28 de dezembro de 2013.

Maria de Lurdes Beirão, ala de Linda-a-Velha: “Sou dadora de sangue já há muitos anos porque sei que posso salvar vidas com este gesto. Não porque me dizem, mas devido à minha profissão vi a vida regressar após a colocação de transfusões de sangue, não só a doentes mas também a sinistrados, pois sangue é vida.”

Elismalda Azevedo, ala Tejo: “Todas as formas de ajudar o próximo são válidas. Pensar que ao doar sangue podemos salvar uma vida, é muito gratificante.”

Rinaldo Nery, ala Tejo: “O Criador foi tão sábio que nos fez com sangue ”a mais“ para podermos partilhar um pouco de nós com os outros, só temos que querer!”

António Santos, ala Tejo: “Sou dador de sangue porque sangue é vida, assim ajudo quem precisa e estou a renovar o sangue que possuo.”

José Manuel Andrade, ala Tejo: “Procuramos “salvar” vidas espiritualmente, mas é igualmente importante procurar, por todos os meios possíveis, salvar vidas fisicamente, concedendo-lhes mais tempo nesta vida mortal para desfrutarem desta vida e da beleza desta terra. A vida é demasiado preciosa para que não procuremos preservá-la de todas as formas que estiverem ao nosso alcance como doar do nosso sangue.”