Serão especial com o Elder Dyches da presidência da Área de Europa, nas estacas de Porto e Porto Norte

Contribuição de Raynerson Maia, ala Porto 1, estaca do Porto

  • 10 Janeiro 2014

O Elder e a Irmã Dyches, da Presidência de Área de Europa

No passado dia 27 de novembro de 2013 tivemos a oportunidade de contar com a presença do Elder Dyches, segundo conselheiro da presidência da Área de Europa, num maravilhoso serão realizado no centro multi-estacas do Porto.

A este serão juntaram-se não só as presidências das duas estacas (Porto e Porto Norte) como também o presidente e a Irmãr Fluckiger (presidente da missão Lisboa Portugal) e a Irmã Dyches.

O presidente Fluckiger começou por contar a história de conversão da sua avó, que era suíça e na altura tinha 15 anos. Ela era o único membro de sua família. Decidiu então ir para Utah onde conheceu um homem do Wyoming. Conheceram-se no templo pela primeira vez e mais tarde casaram e selaram-se para a eternidade. Ela trabalhou no templo de Logan e durante toda a sua vida foi um exemplo de fidelidade. Tudo por causa da poderosa oração de Joseph Smith, os céus foram abertos novamente: “Anjos sempre ministraram aos homens, muito há escrito sobre isto nas escrituras. Deus enviou Moroni e outros mensageiros visitaram Joseph”, relatou o presidente Fluckiger. Também relembrou a história de Joseph F. Smith (D&C 138) e a visão do mundo dos espíritos. Disse: “No mundo dos espíritos, muitos aguardavam a vinda de Cristo. Os céus estão muito próximos da Terra. (vers. 26) Quando uma pessoa conhece o evangelho, seus parentes esperam ansiosamente para serem batizados, pois essa é uma ordenança aqui da Terra”. (Malaquias 4:5-6).

O presidente Fluckiger compartilhou também uma visão de seu avô, amigo de Joseph Smith. Na visão, Brigham Young, apresentou-lhe o apóstolo Pedro e o Salvador Jesus Cristo, ele ajoelhou-se e chorou. O Salvador disse: “Serve-me!” Joseph estava sentado à sua direita, Pedro à esquerda e tantos outros estavam a ouvir numa grande reunião. Nela, Pedro e Jesus Cristo foram oradores. Ele disse: “Deus e Jesus Cristo importam-se com tudo o que está sendo feito aqui. Eles preocupam-se connosco e com nossos parentes já falecidos.”

Relembrou ainda o desafio que todos temos para nos prepararmos para receber um templo e encerrou prestando o seu testemunho.

A Irmã Fluckiger prestou testemunho sobre Joseph Smith e a restauração do evangelho. Afirmou que a nossa responsabilidade consiste em agir e fazer algo, tal qual o jovem Joseph teve a coragem para fazer. (Alma 37:37)

A Irmã Dyches também compartilhou uma história da sua juventude: “Quando era jovem, alguém bateu à nossa porta, minha mãe atendeu e lá estavam dois jovens. Eles convidaram-na a aprender mais sobre a Igreja. Naquela época estávamos filiados a uma religião havia muitos anos, mas alguma coisa mexeu com o coração da minha mãe e ela disse que eles poderiam vir. Em nossa casa, havia cinco moças, eles provavelmente pensaram: “essa é uma boa oportunidade para batizar todos!”. E assim aconteceu. Mais tarde, os mesmos missionários disseram-nos que naquele dia subiram e desceram a rua batendo todas as portas, exceto a nossa, que era a mais humilde. Eles terminaram, chegaram na esquina e sentiram um sentimento muito forte de que precisavam voltar e bater aquela porta. Sister Dyches partilhou: “A minha vida nunca mais foi a mesma, sou tão grata por aqueles missionários fiéis, que ouvem o Espirito”.

Eles nos ensinaram que todas as pessoas nascem com a luz de Cristo, que ela nos guia. Nós tivemos um grande desejo de aprender mais sobre Ele. Estávamos no estado pré-mortal, antes de sabermos o que esse plano de felicidade era. Nosso Salvador, Jesus Cristo disse: “Eu irei!” Ele fez por nós aquilo que não podíamos fazer por nós mesmos. Ele deu-nos a oportunidade de vir a esta Terra. Nós iríamos errar, ter provações. Precisaríamos de um Salvador para levar-nos de volta a nosso Pai Celestial. Houve um grande regozijo no céu. Lemos em Mosias 5:2 que o rei Benjamim falou ao povo sobre o plano de salvação e o povo regozijou-se. Senti isso quando me ensinaram o evangelho. O Senhor garantiu que Seu plano alcançasse todos os seus filhos. Todos terão oportunidade de ser batizados vicariamente durante nossa jornada na Terra. (D&C 138) Uma multidão estava a espera de Cristo, Eles rejubilaram-se. Eu regozijo-me com esse conhecimento.

O Elder Dyches prosseguiu demonstrando o amor do presidente Thomas S. Monson e da presidência da área a todos os irmãos.

Temos missionários muito bons aqui, disse ele. Se ouvirem com o coração e não com os ouvidos, sentirão que o Espírito está com eles. (Alma 37: 6-7). O Elder M. Russell Ballard enfatizou que o evangelho é simples, não complicado. O Salvador simplifica, Satanás complica. Vamos falar de coisas pequenas e simples. Na história de Naamã, lemos que este foi convidado a ir ao rio Jordão banhar-se sete vezes. O servo lembrou: existe um profeta em Israel! Era algo simples e pequeno: entrar e sair da água. O evangelho é simples, alguns passos parecem básicos, outros desnecessários, mas todos são importantes. O evangelho é simples, a fé é simples. Mostramos fé à medida que nos arrependemos e nos tornamos criaturas novas. Ter fé é simples, não podemos sentir o Espirito sem partilhar do sacramento no domingo, os símbolos da expiação de Cristo estão lá: pão (carne) e água (sangue). Simples. Coisas pequenas e simples, mas com um grande significado.

O Elder Dyches também partilhou duas coisas simples as quais devemos fazer diariamente: leitura das escrituras e orar.

Podemos pensar que essas coisas não são necessárias (Alma 37:40) mas sabemos que o evangelho nos dá forças para conhecer nosso Pai Celestial. Ao sobrepujarmos o medo, vamos andar com confiança, vamos olhar para nossas vidas. Se nossas vidas não são assim, não estamos fazendo aquilo que é o mais simples de fazer. Terminou presentando o seu testemunho, dizendo que Deus nos ama e que Ele enviou seu Filho Unigênito. Ele sofreu e fê-lo por todos nós.