Perseveremos ⌦e Seremos Elevados

Russell M. Nelson

Of the Quorum of the Twelve Apostles


Russell M. Nelson
Você é a única pessoa responsável por sua perseverança, mas não ⌦está sozinho. Testifico que o poder que o Senhor tem de elevar-nos ⌦pode ser nosso.

No início de nossa vida de casados, quando a irmã Nelson e eu morávamos em Minneapolis, decidimos, uma tarde, passear com nossa filha de dois anos. Fomos até um dos muitos belos lagos de Minnesota e alugamos um barquinho. Depois de remar para longe da margem, paramos para descansar e apreciar a tranqüila paisagem. De repente, nossa garotinha pôs a perna em cima da beirada da embarcação, preparando-se para pular do barco, e exclamou: “É hora de sair, papai!”

Rapidamente eu a segurei e expliquei: “Não, querida, não é hora de sair; devemos ficar dentro do barco até voltarmos em segurança para terra firme”. Somente com muita persuasão conseguimos convencê-la de que sair do barco antes da hora seria um desastre.

As crianças são propensas a fazer coisas perigosas simplesmente porque ainda não adquiriram a sabedoria que seus pais possuem. De modo semelhante, nós, os filhos de nosso Pai Celestial, podemos insensatamente decidir “sair do barco” antes de chegar ao destino que Ele espera que alcancemos. O Senhor ensinou repetidas vezes que devemos perseverar1 até o fim.2 É um tema que aparece freqüentemente nas escrituras. Este exemplo ilustra a mensagem registrada em muitas passagens semelhantes:

“E abençoados os que procurarem estabelecer a minha Sião ( . . . ) pois terão o dom e o poder do Espírito Santo; e se perseverarem até o fim, serão levantados no último dia e serão salvos no reino eterno do Cordeiro”.3

As bênçãos concedidas por Deus estão sempre condicionadas à obediência à lei.4 Usando minha analogia, devemos, primeiro, “entrar no barco” junto com Ele. Depois precisamos permanecer a Seu lado. Se não “sairmos do barco” antes da hora, alcançaremos Seu reino, onde seremos elevados para a vida eterna.

O termo “elevar” relaciona-se a uma lei física que pode ser ilustrada por uma experiência5 simples. Vou pegar este carretel de linha e soprar no buraco do carretel. Meu sopro irá empurrar o lenço de papel para longe de mim. Em seguida, vou utilizar um cartão comum e um alfinete. Espetarei o alfinete no cartão. Com o alfinete no buraco do carretel, prenderei o cartão ao carretel. Em seguida, soprarei novamente no buraco do carretel. Ao soprar, soltarei o cartão para que possa responder às forças físicas. Antes que eu prossiga, gostariam de prever o que irá acontecer? Será que o cartão será soprado para longe de mim e ou se elevará em minha direção? Estão prontos?

[O Élder Nelson demonstra que soprando-se através do buraco do carretel, o cartão eleva-se na direção do carretel.]

Perceberam? Enquanto tive fôlego, o cartão se elevou. Mas quando não consegui mais soprar, o cartão caiu. Quando meu fôlego acabou, prevaleceu a força de oposição da gravidade. Se meu fôlego durasse para sempre, o cartão permaneceria elevado indefinidamente.6

Sempre é necessário que haja energia para conseguirmos elevar algo contra uma força de oposição. Essas mesmas leis se aplicam a nossa vida pessoal. Sempre que iniciamos um projeto, necessitamos tanto da energia quanto da disposição para prosseguir. O vencedor de uma corrida de cinco mil metros somente é anunciado no final dos cinco quilômetros, não depois do primeiro ou segundo quilômetro. Ninguém toma um ônibus para Boston e desce em Burlington. Ninguém que deseje obter um diploma abandona o curso pela metade. Da mesma forma, ninguém paga um jantar em um restaurante de classe e sai depois do antepasto.

Seja qual for seu trabalho, perseverem no início, perseverem quando enfrentarem as forças de oposição ao longo da jornada, perseverem até o fim. Qualquer tarefa precisa ser cumprida antes de podermos desfrutar os resultados pelos quais estamos trabalhando. Um poeta escreveu:

Tua obra não deves abandonar,
Poucos têm coragem de ao fim ⌦chegar.
Honra, louvor, distinção e poder,
Quem perseverar sempre irá receber.
Tua obra não deves abandonar,
Por árdua que seja deves te alegrar.
Pois de teu trabalho, suor e alegria
As vitórias da vida surgirão um dia.7

Muitas vezes a necessidade de perseverança surge quando enfrentamos um problema físico. Todos os que estão com uma doença grave ou sofrem os efeitos da idade esperam conseguir suportar suas provações até o fim.8 Freqüentemente os graves problemas físicos também são acompanhados de desafios espirituais. Pensem nos antigos pioneiros. O que teria acontecido se eles não tivessem perseverado ao enfrentar as dificuldades de sua migração para o oeste? Não haveria uma comemoração do sesquicentenário este ano. Eles perseveraram firmemente, em meio a perseguições,9 expulsão,10 uma ordem governamental de extermínio,11 perda de terras e propriedades12 e muitas outras coisas. Sua fé inabalável no Senhor elevou-os, da mesma forma que irá elevar-nos.

A principal preocupação do Senhor é a salvação e exaltação individual de cada alma. O que teria acontecido se a conversão do Apóstolo Paulo não fosse duradoura? Ele nunca teria testificado como o fez no final de seu ministério: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”.13

O que teria acontecido se Jesus tivesse se recusado a manter Seu compromisso de fazer a vontade do Pai?14 Sua Expiação não teria sido cumprida. Os mortos não ressuscitariam. As bênçãos da imortalidade e da vida eterna não existiriam.15 Mas Jesus perseverou. Em Seu momento final, Jesus orou ao Pai, dizendo: “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer”.16

No início de Seu ministério mortal, Jesus ficou preocupado com o grau de dedicação de Seus seguidores. Ele acabara de alimentar 5.000 pessoas17 e ensinar-lhes as doutrinas do reino. Mas alguns haviam murmurado: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?”18 Mesmo depois de tê-los alimentado, muitos não tiveram fé suficiente para perseverar a Seu lado. Ele voltou-Se aos Doze e perguntou: “Quereis vós também retirar-vos?

Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, ( . . . ) tu tens as palavras da vida eterna.

E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente”.19

A resposta de Pedro define a essência da verdadeira dedicação. Quando sabemos sem qualquer dúvida que Jesus é o Cristo, desejamos permanecer a Seu lado. Quando estamos realmente convertidos, temos a capacidade de perseverar.

Essa capacidade de perseverar é fundamental nos dois mais importantes relacionamentos que assumimos na vida. Um deles é o casamento; o outro é tornar-nos membros da Igreja do Senhor. Esses relacionamentos também são especiais por serem convênios e não contratos.

O casamento, em especial o casamento no templo, e os laços familiares são relacionamentos que envolvem convênios. Não podem ser tratados de modo leviano. Com o crescente índice de divórcios no mundo, é evidente que muitos maridos e mulheres não perseveram até o fim no compromisso que assumiram um com o outro. Alguns casamentos realizados no templo fracassam porque o marido se esquece de que o maior e mais importante dever do sacerdócio é honrar e apoiar a esposa.20 A melhor coisa que um pai pode fazer por seus filhos “é amar a mãe deles”.21

O Presidente Gordon B. Hinckley fez recentemente uma declaração que deve ser seguida por todo marido santo dos últimos dias: “Magnifiquem sua [esposa]”, disse ele, “pois ao fazê-lo estarão magnificando seu sacerdócio”.22 A esse sábio conselho podemos acrescentar o sempre atual conselho de Paulo: “Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido”.23 Perseverar no amor é algo que nos eleva constantemente em meio aos problemas da vida diária. O casamento torna-se duradouro quando tanto o marido quanto a mulher consideram sua união como um dos dois compromissos mais importantes que irão assumir na vida.

O outro compromisso de conseqüências eternas é assumido com o Senhor.24 Infelizmente, algumas pessoas fazem convênio com Deus, por meio da sagrada ordenança do batismo, sem o compromisso sincero de permanecerem a Seu lado. O batismo é uma ordenança extremamente importante, mas é somente o início. Os maiores benefícios de tornar-nos membros da Igreja somente serão alcançados por meio das ordenanças de exaltação realizadas no templo. Essas bênçãos irão qualificar-nos para “tronos, reinos, principados e poderes”25 no reino celestial.

O Senhor pode facilmente discernir aqueles que manifestam apenas sinais superficiais de atividade daqueles que estão firmemente alicerçados em Sua Igreja. Foi o que Jesus ensinou na parábola do semeador. Ele comentou que alguns “não têm raiz em si mesmos, antes são temporãos; depois, sobrevindo tribulação ou perseguição, por causa da palavra, logo se escandalizam”.26

A lealdade ao Senhor traz consigo a obrigação de sermos leais aos que foram chamados pelo Senhor para liderar Sua Igreja. Ele deu autoridade a esses homens para falarem em Seu santo nome.27 Enquanto dirigem esse barco insubmergível até a segurança da praia da salvação, é bom que permaneçamos a bordo ao lado deles.28 “Tais águas não podem a nau tragar que leva o Mestre do céu e mar.”29

Apesar disso, algumas pessoas querem “sair do barco” antes de chegar à terra firme. E outros, infelizmente, são persuadidas pelos companheiros que insistem que sabem mais a respeito da perigosa jornada da vida do que os profetas do Senhor. Muitas vezes ocorrem problemas pelos quais não somos responsáveis. Algumas pessoas podem ser abandonadas por alguém em quem confiavam, sem terem culpa disso. Mas nunca serão esquecidas pelo Redentor, que disse: “Eu, o Senhor, estou obrigado quando fazeis o que Eu digo”.30

Sem o firme compromisso de seguir o Senhor, a pessoa fica mais propensa a demonstrar menor grau de lealdade a seu companheiro. A falta de empenho em cumprir convênios sagrados resulta em perdas de conseqüências eternas. Os lamentos que virão mais tarde serão cheios de remorso, como declaram os seguintes versos:

De todas as palavras tristes, escritas ou faladas,

As mais lastimosas são: “Poderia ter sido diferente!”31

Estamos nos referindo às mais importantes de todas as bênçãos. O Senhor disse: “E se guardares os meus mandamentos e perseverares até o fim, terás a vida eterna, que é o maior de todos os dons de Deus”.32

Todos os que realmente desejam perseverar até o glorioso fim previsto por nosso Pai Celestial devem estabelecer firmemente suas prioridades pessoais. Com muitos interesses competindo por sua atenção, vocês precisam ser cuidadosos para, em primeiro lugar, manterem-se em segurança “dentro do barco”. Ninguém pode servir a dois senhores.33 Se Satanás fizer com que amem qualquer outra coisa — diversão, flertes, fama ou fortuna — mais do que seu marido ou mulher ou o Senhor, com quem fizeram eternos convênios sagrados, o adversário estará começando a triunfar. Ao enfrentarmos essas tentações, encontraremos as forças para resistir nos compromissos assumidos muito anteriormente. O Senhor instruiu-nos a firmar em nosso coração a decisão de fazer as coisas que Ele irá nos ensinar e ordenar. Ele declarou por meio de Seu profeta Jeremias: “Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”.34

Quando estabelecemos as prioridades certas, nossa capacidade de perseverar aumenta. E assim que essas prioridades se tornam parte de nós, elas ajudam-nos a não “sair do barco”. Elas irão proteger-nos da deslealdade no casamento, na Igreja e na vida.

Se realmente desejarmos ser semelhantes ao Senhor — mais do que qualquer coisa ou pessoa — lembrar-nos-emos de que o melhor modo de mostrar que adoramos a Jesus é procurar imitá-Lo. Então não permitiremos que nenhum outro desejo se torne mais importante do que o amor por nosso marido ou mulher, nossa família e nosso Criador. Governaremos a nós mesmos não por regras ditadas por outras pessoas, mas pelos princípios revelados da verdade.

Você é a única pessoa responsável por sua perseverança, mas não está sozinho. Testifico que o poder que o Senhor tem de elevar-nos pode ser nosso “achegarmos a Cristo” e formos “aperfeiçoados Nele”. Vocês irão “[negar-se] a toda iniqüidade”. E irão “[amar] a Deus com todo o vosso poder, mente e força”.36

O profeta vivo do Senhor fez um apelo tonitruante: “Convido todos”, disse o Presidente Hinckley, “a erguerem-se e, com alegria no coração, prosseguirem vivendo o evangelho, amando ao Senhor e construindo o reino. Juntos manteremos o curso conservaremos a fé”.37

Oro que cada um de nós persevere e seja elevado no último dia. Em nome de Jesus Cristo. Amém. 9

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  1.  

    1. Na linguagem do Velho Testamento, a palavra hebraica para “perseverar” ‘aman quer dizer “tornar firme” ou “ser fiel, confiar”. Ela é traduzida freqüentemente como “fiel”, mas nunca apenas como “fé”. ‘Aman significava mais que fé. Não era um termo passivo; significava “uma firme resolução de ser fiel”. ‘Aman é a raiz de palavras que foram traduzidas por termos que estão correlacionados, tais como “confirmado”, “crer”, “constância”, “segurança”, “estabelecer”, “seguro”, “confiança”, “persistente”, “persistir”, etc. No Grego empregado no Novo Testamento, emprega-se o verbo hupomémo. Ele quer dizer “permanecer”, “ficar” ou “continuar”. Hupo (ou hypo) significa “sob”, como em hipodérmico (“sob a pele”) ou hipotermia (“baixa temperatura”). “Perseverar” conota um compromisso interno da alma.

  2.  

    2. Ver Mt. 24:13; Marcos 13:13; 2 Né. 33:4; Ômni 1:26; 3 Né. 15:9; D&C 14:7; 18:22; 20:29. Essa promessa foi confirmada tanto pelo Pai Celestial, quanto por Jesus Cristo. O grande Eloim proferiu estas palavras: “( . . . ) as palavras do meu Amado são verdadeiras e fiéis. Quem perseverar até o fim, esse será salvo”. (2 Né. 31:15) E o Salvador prometeu-nos: “ ( . . . ) aquele que se arrepender e for batizado em meu nome, será satisfeito; e se perseverar até o fim, ( . . . ) o terei por inocente perante meu Pai no dia em que eu me levantar para julgar o mundo”. (3 Né. 27:16)

  3.  

    3. 1 Né. 13:37; ver também Mosias 23:22; Alma 13:29; 36:3; 37:37; 38:5; 3 Né. 27:21–22; Éter 4:19; D&C 5:35; 9:14; 17:8; 75:16. Para maior ênfase, as escrituras ensinam quais são as conseqüências negativas da desobediência a esse mandamento. Por exemplo: “( . . . ) se não se arrependerem, não acreditarem em meu nome, não forem batizados em meu nome nem perseverarem até o fim, serão condenados, pois o Senhor Deus, o santo de Israel, disse-o”. (2 Né. 9:24; ver também 2 Né. 31:16; Mórm. 9:29.)

  4.  

    4. Ver D&C 130:20–21.

  5.  

    5. Em 17 de agosto de 1996, o Élder Nelson viu pela primeira vez uma demonstração do princípio de Bernoulli (física), feita pelo Élder Norman C. Boehm, que era uma Autoridade de Área em Sacramento, na Califórnia.

  6.  

    6. A lei da sustentação opera sempre que um avião está em vôo. Ela é “parte da força aerodinâmica que atua num aerofólio, em uma aeronave ou míssil, perpendicular ao deslocamento de ar, normalmente de baixo para cima, opondo-se à força da gravidade”. (American Heritage Dictionary, 1982, s. v. “lift”)

  7.  

    7. Anônimo, “Stick to Your Task” in Best-Beloved Poems of the LDS People (Poemas Prediletos do Povo SUD), comp. Jack M. Lyon e outros, 1996, p. 255–256.

  8.  

    8. Em seu 95º ano de vida, o Presidente Joseph Fielding Smith falou publicamente que esperava ser capaz de “perseverar até o fim nesta vida”. [Conference Report (Relatório da Conferência), outubro de 1970, p. 92; ou Improvement Era, dezembro de 1970, p. 27.] Ele, que durante toda a vida serviu tão bem e com tanta fidelidade, estabeleceu um modelo para seguirmos.

  9.  

    9. Ver Joseph Smith 2:20, 22–24, 27, 58, 60–61, 74.

  10.  

    10.  Os pioneiros foram levados de Ohio para Missouri e, finalmente, para o Vale do Grande Lago Salgado.

  11.  

    11.  Os primeiros pioneiros foram expulsos do Missouri sob a ameaça de uma ordem assinada pelo governador que decretava: Os “mórmons devem ser tratados como inimigos e devem ser exterminados ou expulsos do Estado”. [History of the Church (História da Igreja), 3:175]

  12.  

    12.  Em 1887, o Congresso dos Estados Unidos tomou a decisão inusitada de extinguir a existência legal da Igreja, revogando sua licença e autorizando depositários federais a tomarem posse de quase todos os bens e propriedades da Igreja, inclusive as mais sagradas casas de adoração: os templos de Logan, Manti, St. George e Salt Lake City. [Ver The Late Corporation of The Church of Jesus Christ of Latter-Day Saints v. United States, 136, U. S. 1 (1890).]

  13.  

    13.  II Tim. 4:7

  14.  

    14.  Ver 3 Né. 27:13

  15.  

    15.  Ver Moisés 1:39

  16.  

    16.  Ver João 17:4; grifo do autor. Ver também João 4:34

  17.  

    17.  Ver Mt. 14:21; 16:9; Marcos 6:4; 8:19; Lucas 9:14; João 6:10.

  18.  

    18.  João 6:60

  19.  

    19.  João 6:67–69

  20.  

    20.  Ver D&C 42:22

  21.  

    21.  Essa é uma afirmação feita por vários líderes da Igreja. Por exemplo: Ver Howard W. Hunter, “Being a Righteous Husband and Father”, Ensign, novembro de 1994, p. 50; David O. McKay, conforme citado por Gordon B. Hinckley em “Reach Out in Love and Kindness” Ensign, novembro de 1982, p. 77.

  22.  

    22.  Primeira sessão para os membros adultos da conferência de Lima, Peru, em 9 de novembro de 1996.

  23.  

    23.  Ef. 5:33

  24.  

    24.  Os homens dignos também recebem o privilégio de qualificarem-se para o juramento e convênio do sacerdócio, e isso abençoará todos os homens, mulheres e crianças a quem prestarem serviço. ⌦(Ver D&C 84:33–48.)

  25.  

    25.  D&C 132:19

  26.  

    26.  Marcos 4:17

  27.  

    27.  Ver D&C 1:38; 21:5; 68:4.

  28.  

    28.  Ver Atos 27:30–31; 1 Né. 18:21–23.

  29.  

    29.  “Mestre o Mar se Revolta”, Hinos, nº 72.

  30.  

    30.  D&C 82:10

  31.  

    31.  John Greenleaf Whittier, “Maud Muller”, The Complete Poetical Works of Whittier (Whittier: Obra Poética Comleta), 1892, p. 48.

  32.  

    32.  D&C 14:7. O Profeta Joseph incluiu esse conceito de perseverança na décima terceira Regra de Fé: “( . . . ) temos suportado muitas coisas e confiamos na capacidade de tudo suportar.”

  33.  

    33.  Ver Mt. 6:24.

  34.  

    34.  Jer 31:33

  35.  

    35.  Morô. 10:32

  36.  

    36.  “Stay the Course — Keep the Faith”, Ensign, novembro de 1995, p. 72; grifo do autor.