Joseph, o Vidente

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O registro histórico esclarece como Joseph Smith cumpriu sua função de vidente e traduziu o Livro de Mórmon.

Joseph Smith, atribuído a David Rogers, gentilmente cedido pela Biblioteca da Comunidade de Cristo–Arquivos, Independence, Missouri

Em 6 de abril de 1830, o dia em que Joseph Smith organizou a Igreja de Cristo (que mais tarde seria chamada de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias),1 ele anunciou as palavras de uma revelação às pessoas ali reunidas. “Eis que”, nela declarava a voz de Deus, “um registro será escrito entre vós; e nele [tu, Joseph Smith] serás chamado vidente” (D&C 21:1).

O mais evidente sinal do papel de Joseph Smith como vidente na recém-formada Igreja era o Livro de Mórmon, que ele explicou por diversas vezes que havia sido traduzido “pelo dom e poder de Deus”.2 No ano que antecedeu a organização da Igreja, muitas das pessoas mais próximas de Joseph haviam testemunhado o processo pelo qual o Livro de Mórmon foi trazido à luz e tinham algum entendimento do significado da palavra vidente.

O Significado de Vidente

O que significava vidente para o jovem Profeta e seus contemporâneos? Joseph foi criado numa família que lia a Bíblia, na qual há muitas menções a videntes. Em I Samuel, por exemplo, o autor explica: “Antigamente em Israel, indo alguém consultar a Deus, dizia assim: Vinde, e vamos ao vidente; porque ao profeta de hoje, antigamente se chamava vidente” (I Samuel 9:9).

A Bíblia também faz menção a pessoas que receberam manifestações espirituais por meio de objetos físicos como varas,3 uma serpente de metal sobre uma haste (que se tornou um símbolo bem difundido da profissão médica),4 um éfode (parte da vestimenta sacerdotal que incluía duas pedras preciosas)5 e o Urim e Tumim.6

“Visões” e “videntes” eram coisas que faziam parte da cultura americana e familiar na qual Joseph Smith fora criado. Profundamente imersas na linguagem da Bíblia e numa mescla de culturas anglo-europeias trazidas por imigrantes para a América do Norte, algumas pessoas do início do século 19 acreditavam ser possível que pessoas dotadas “vissem”, ou recebessem manifestações espirituais, por meio de objetos materiais como pedras de vidente.7O jovem Joseph

Smith aceitava esses costumes populares de sua época, inclusive a ideia de usar pedras de vidente para ver objetos perdidos ou ocultos. Como a narrativa bíblica mostrava Deus usando objetos físicos para concentrar a fé exercida pelas pessoas ou comunicar-Se espiritualmente na antiguidade, Joseph e outros presumiam que o mesmo fosse possível em sua época. Os pais de Joseph, Joseph Smith Sênior e Lucy Mack Smith, confirmaram a imersão da família nessa cultura e seu uso de objetos físicos dessa maneira, e os moradores de Palmyra e Manchester, Nova York, onde morava a família Smith, procuravam Joseph para localizar objetos perdidos antes de ele se mudar para a Pensilvânia mais tarde, em 1827.8

Para os que não entendem como as pessoas do século 19 da região em que Joseph morava viviam sua religião, as pedras de vidente podem parecer estranhas, e os estudiosos debateram por muito tempo esse período da vida dele. Em parte devido ao Iluminismo ou à Idade da Razão, um período que dava ênfase à ciência e ao mundo observável acima das questões espirituais, muitas pessoas da época de Joseph passaram a achar que o uso de objetos físicos como pedras ou varas era supersticioso e impróprio para fins religiosos.

Nos anos subsequentes, ao contar sua história extraordinária, Joseph salientou as visões e outras experiências espirituais que teve.9 Por outro lado, algumas pessoas que tinham convivido com ele fixaram-se em seu antigo uso de pedras de vidente no intuito de destruir sua reputação num mundo que cada vez mais rejeitava essas práticas. Em seu trabalho de proselitismo, Joseph e outros membros do início da Igreja optaram por não se concentrar na influência da cultura popular, já que muitos conversos em perspectiva estavam passando por uma transformação no modo pelo qual entendiam a religião na Idade da Razão. Naquelas que se tornaram revelações canonizadas, porém, Joseph continuou a ensinar que as pedras de vidente e outros dispositivos de vidência, bem como a capacidade de utilizá-los, eram importantes e sagrados dons de Deus.10

Instrumentos Usados para Traduzir o Livro de Mórmon

As pedras de vidente também aparecem em relatos históricos que descrevem Joseph Smith e a tradução do Livro de Mórmon. A história oficial de Joseph, iniciada em 1838, descreve a visita de um anjo, identificado como Morôni, que lhe falou de placas de ouro enterradas num monte próximo de sua casa. Joseph relatou que, enquanto conversava com o anjo, sua “mente abriu-se de tal modo que visualizou” de modo tão claro e nítido que “[reconheceu] o local” quando o viu pessoalmente mais tarde (Joseph Smith—História 1:42). Na história que Joseph começou a contar em 1838, Morôni

Os membros da Igreja ao longo da história procuraram entender o início da história de Joseph Smith e como ele encontrou e traduziu as placas de ouro. Esta pintura feita por C. C. A. Christensen, em 1886, retrata Joseph Smith recebendo as placas do anjo Morôni.

The Angel Moroni Delivering the Plates to Joseph Smith [O Anjo Morôni Entrega as Placas a Joseph Smith], de C. C. A. Christensen

o advertira: “Satanás procuraria tentar-me (em consequência da pobreza da família de meu pai) a obter as placas com o fim de enriquecer-me”. Joseph contou que isso foi proibido pelo anjo, que lhe disse que, se ele tivesse “qualquer outro objetivo” que não fosse o de edificar o reino de Deus, “não as poderia obter” (Joseph Smith—História 1:46). Em sua história relatada anteriormente, em 1832, Joseph explicou: “Procurei as placas para obter riquezas e não guardei o mandamento de que devia manter os olhos fitos na glória de Deus”.11 Por causa disso, foi-lhe exigido que retornasse ao monte anualmente por quatro anos, até estar preparado para receber as placas (ver Joseph Smith—História 1:53–54).

Joseph relatou que, quando finalmente obteve de Morôni as placas, em 1827, também recebeu duas pedras para serem usadas na tradução delas. Ele e seus conhecidos próximos deixaram relatos dessas pedras, descrevendo-as como brancas ou claras na aparência, presas a arcos ou anéis de prata como óculos modernos, e conectadas a um grande peitoral.12 Conforme a descrição, esse dispositivo de vidência deve ter sido bem volumoso. A mãe de Joseph Smith disse que ele separou as pedras do peitoral para maior conveniência ao utilizá-las.13

O texto do Livro de Mórmon chama essas pedras de “intérpretes”, explicando que “haviam sido preparadas desde o princípio e transmitidas de geração em geração, com o fim de interpretar idiomas”, tendo sido “guardadas e preservadas pela mão do Senhor” (Mosias 28:14–15, 20).

O livro também relata como o Senhor entregou “duas pedras” ao irmão de Jarede, com a promessa de que auxiliariam as futuras gerações a recuperar suas palavras. E o Senhor lhe ordenou: “Escreve estas coisas e sela-as; e mostrá-las-ei aos filhos dos homens no meu devido tempo”. Aquelas pedras, explicou o Senhor, iam “[esclarecer] aos olhos dos homens as coisas que irás escrever” (Éter 3:24, 27).

Detalhe de uma página do manuscrito original do Livro de Mórmon, contendo a partida da família de Leí de Jerusalém, no que hoje é 1 Néfi 2. Joseph Smith ditou o Livro de Mórmon a vários escreventes, incluindo Oliver Cowdery, que foi o escrevente dessas linhas.

Gentilmente cedido pela Biblioteca de História da Igreja; FOTO AUMENTADA PARA CLAREZA

Quando Joseph Smith terminou de ditar sua tradução do Livro de Mórmon aos escreventes, em meados de 1829, o significado de vidente tinha sido ainda mais esclarecido no texto. O Livro de Mórmon contém uma profecia atribuída a José do Egito, declarando que um de seus descendentes — claramente Joseph Smith — seria um “vidente escolhido” que levaria outros descendentes “a conhecer os convênios” que Deus fizera com seus antepassados (2 Néfi 3:6, 7).

Em outro relato do Livro de Mórmon, Alma, o filho, entrega os intérpretes a seu filho Helamã. “Que conserves estes intérpretes”, aconselha Alma, referindo-se às duas pedras presas a arcos de prata. Mas Alma também cita uma profecia que parece referir-se a uma única pedra: “Prepararei para meu servo Gazelém uma pedra que brilhará na escuridão como luz” (Alma 37:21, 23).

É interessante notar que, embora apareça no contexto de “intérpretes” (plural), essa profecia menciona a entrega de “uma pedra” (singular) a um futuro servo, “uma pedra que brilhará na escuridão como luz”.14 No início, os santos dos últimos dias acreditavam que esse servo era Joseph Smith.15

De fato, as evidências históricas mostram que, além das duas pedras de vidente conhecidas como “intérpretes”, Joseph Smith usou pelo menos uma outra pedra de vidente para traduzir o Livro de Mórmon, geralmente colocando-a dentro de uma cartola para bloquear a luz. De acordo com os contemporâneos de Joseph, ele fez isso para ver melhor as palavras na pedra.16

Em 1833, Joseph Smith e as pessoas a sua volta começaram a usar o termo bíblico “Urim e Tumim” para referir-se a quaisquer pedras usadas para receber revelações divinas, incluindo tanto os intérpretes nefitas quanto a única pedra de vidente.17 Essa terminologia imprecisa complicou a tentativa de recompor o método exato pelo qual Joseph Smith traduziu o Livro de Mórmon. Além de usar os intérpretes, segundo Martin Harris, Joseph também usou uma de suas pedras de vidente por conveniência durante a tradução do Livro de Mórmon. Outras fontes confirmam os diferentes instrumentos de tradução utilizados por Joseph.18

Após a Publicação do Livro de Mórmon

Depois da publicação do Livro de Mórmon, em março de 1830, Joseph Smith e seus escreventes começaram a trabalhar no que hoje é conhecida como a Tradução de Joseph Smith da Bíblia, uma revisão profética da versão do rei Jaime da Bíblia.19 Pelo relato de Joseph, não havia a opção da utilização dos intérpretes nefitas para esse projeto de tradução porque já não estavam com ele.

A história de Joseph explica que “pela sabedoria de Deus [as placas e os intérpretes] continuaram seguros em minhas mãos até que cumpri, por meio deles, o que me fora requerido. Quando o mensageiro os reclamou, de acordo com o combinado, entreguei-os a ele, que os tem sob sua guarda até esta data” (Joseph Smith—História 1:60).

Como explicou o Presidente Brigham Young (1801–1877): “Joseph colocou o U[rim e] T[umim] de volta com as placas quando terminou de traduzir”.20

Para milhares de membros durante sua vida e milhões desde sua morte, Joseph Smith ficou conhecido como Profeta, vidente e revelador.

Joseph Smith, atribuído a David Rogers, gentilmente cedido pela Biblioteca da Comunidade de Cristo–Arquivos, Independence, Missouri

Joseph tinha outras pedras de vidente, mas, segundo as palavras do Élder Orson Pratt (1811–1881), membro do Quórum dos Doze Apóstolos e posteriormente Historiador da Igreja, Joseph também havia amadurecido nessa época em seu entendimento espiritual. Numa reunião, em 28 de junho de 1874, à qual estavam presentes o Presidente Brigham Young e muitas outras autoridades gerais, o Élder Pratt relatou à congregação que esteve “presente em muitas ocasiões” em que Joseph Smith “traduzia o Novo Testamento”. Não vendo nenhum instrumento interpretativo sendo usado no processo de tradução, ele se perguntou por que Joseph “não usava o Urim e Tumim, como ao traduzir o Livro de Mórmon”.

Enquanto o Élder Pratt observava o Profeta traduzir, “Joseph, como se lesse seus pensamentos, ergueu o rosto e explicou que o Senhor lhe dera o Urim e Tumim quando ele era inexperiente na inspiração do Espírito. Porém, ele havia então progredido bastante, a ponto de entender o modo de agir daquele Espírito e não precisava do auxílio daquele instrumento”.21Brigham Young contou a uma congregação

seus pensamentos sobre o recebimento de uma pedra de vidente. “Não sei se já tive o desejo de possuir uma”, refletiu ele.22 A declaração de Brigham expressava sua compreensão de que as pedras de videntes não eram essenciais para ser um vidente.

Em 25 de outubro de 1831, Joseph Smith participou de uma conferência em Orange, Ohio. Durante a conferência, seu irmão Hyrum disse que “achava melhor que a informação sobre o surgimento do Livro de Mórmon fosse transmitida pelo próprio Joseph aos élderes presentes para que todos pudessem saber por eles mesmos”. De acordo com as atas da reunião, Joseph “disse que o intuito não era contar ao mundo inteiro todos os detalhes do surgimento do Livro de Mórmon” e que “não lhe era conveniente relatar essas coisas”.23 Tendo amadurecido em seu papel de vidente e passando a acreditar que as pedras de vidente não eram essenciais para a revelação, talvez ele estivesse preocupado que as pessoas se concentrassem demais em como o livro surgiu e nem tanto no livro propriamente dito.

O aspecto que Joseph Smith mais salientou sobre a tradução do Livro de Mórmon foi o de que ele fez isso “pelo dom e poder de Deus”.24 O próprio livro, ensinou ele aos líderes da Igreja, “era o mais correto de todos os livros da Terra e a pedra fundamental de nossa religião; e que, seguindo seus preceitos”, os leitores se aproximariam “mais de Deus do que seguindo os de qualquer outro livro”.25

O Que Aconteceu com a Pedra de Vidente?

A pedra retratada aqui foi por muito tempo associada a Joseph Smith e à tradução do Livro de Mórmon. A pedra que Joseph Smith usou no trabalho de tradução do Livro de Mórmon geralmente era descrita como uma pedra da cor de chocolate, de formato oval. Essa pedra passou de Joseph Smith a Oliver Cowdery e depois à Igreja, por intermédio de Brigham Young e outras pessoas.

Fotografia: Welden C. Andersen e Richard E. Turley Jr.

De acordo com a história de Joseph Smith, ele devolveu o Urim e Tumim, ou os “intérpretes” nefitas, ao anjo. Mas o que aconteceu com a outra pedra ou as pedras de vidente que Joseph Smith utilizou na tradução do Livro de Mórmon?

David Whitmer escreveu que, “depois que a tradução do Livro de Mórmon estava terminada, no início da primavera de 1830, antes de 6 de abril, Joseph entregou a pedra a Oliver Cowdery e disse para mim e também para os demais que já não precisava dela e não mais usou a pedra”.26

Oliver, que ficou fora da Igreja por uma década antes de ser rebatizado em 1848, planejava ir para o Oeste para estar com os santos de Utah, mas faleceu em 1850, em Richmond, Missouri, antes de realizar a viagem.27 Phineas Young, que havia ajudado a trazer Oliver Cowdery de volta para a Igreja, obteve a pedra de vidente com a viúva de Oliver, que era irmã de David Whitmer, Elizabeth Ann Whitmer Cowdery. Phineas, por sua vez, entregou-a a seu irmão Brigham Young.28

Phineas Young, sentado no meio dos irmãos Young e à esquerda de Brigham Young, obteve por intermédio de Oliver Cowdery a pedra de vidente usada na tradução do Livro de Mórmon e a entregou a seu irmão Brigham.

Fotografia de aprox. 1866, gentilmente cedida pela Biblioteca de História da Igreja

“Tenho a primeira pedra de vidente de Joseph que consegui com Oliver Cowdery”, afirmou o Presidente Young em 1853. Havia outras também. “Joseph tinha três que estão com Emma”, acrescentou ele, “duas pequenas e uma grande”.29 Dois anos depois, Brigham Young disse a um grupo de líderes da Igreja reunidos: “Oliver me enviou a primeira pedra de vidente de Joseph, que Oliver sempre guardou consigo até enviá-la a mim”.30

Depois que Brigham Young faleceu, uma de suas esposas, Zina D. H. Young, que mais tarde se tornou a terceira presidente geral da Sociedade de Socorro, recebeu de herança dele uma pedra de vidente da cor de chocolate que correspondia às descrições da pedra utilizada por Joseph para traduzir o Livro de Mórmon e a doou à Igreja.31 Desde aquela época, os subsequentes líderes da Igreja afirmam que a Igreja possui a pedra de vidente.32

Ilustração do Processo de Tradução

Ao longo dos anos, vários pintores tentaram retratar a tradução do Livro de Mórmon, mostrando os participantes em muitos locais e poses com diferentes objetos. Cada interpretação artística baseia-se na própria visão do pintor, em pesquisas e na imaginação, muitas vezes auxiliadas por sugestões e orientação de outras pessoas. Aqui estão algumas cenas produzidas ao longo dos anos.

Concepção artística de Joseph Smith estudando as placas. Joseph relembrou que copiou “um número considerável” de caracteres das placas. Depois de traduzir esses caracteres “por meio do Urim e Tumim”, Martin Harris os levou para Charles Anthon e outros estudiosos para confirmar a tradução (Joseph Smith—História 1:62–64).

By the Gift and Power of God [Pelo Dom e Poder de Deus], de Simon Dewey, gentilmente cedido por Altus Fine Arts

Concepção artística de Joseph Smith e Oliver Cowdery trabalhando na tradução do Livro de Mórmon. Ao contrário do que está retratado neste quadro, Oliver Cowdery declarou que não viu as placas até a conclusão da tradução. Testemunhas do processo relataram que, durante a tradução, as placas permaneciam ocultas à vista, ficando, por exemplo, cobertas com um pano.

Joseph Smith Translating the Book of Mormon [Joseph Smith Traduzindo o Livro de Mórmon], de Del Parson

Concepção artística de Joseph Smith traduzindo, usando o peitoral no qual estavam presos os intérpretes, posteriormente chamados de Urim e Tumim.

Ilustração: Robert T. Barrett

Concepção artística de Joseph Smith e um escrevente traduzindo com um cobertor colocado entre eles. Embora nenhum cobertor seja mencionado na maioria das descrições do processo de tradução, um parece ter sido usado no início para impedir que o escrevente visse as placas, os intérpretes ou o peitoral. Na parte final da tradução, o lençol pode ter sido usado para ocultar o tradutor e o escrevente de outras pessoas curiosas que desejavam observar a tradução.

Translation of the Plates [Tradução das Placas], de Earl Jones, gentilmente cedido pelo Museu de História da Igreja

Exibir Referências

    Notas

  1.   1.

    Ver Doutrina e Convênios 115.

  2.   2.

    Prefácio do Livro de Mórmon, aprox. agosto de 1829, em Documentos, Volume 1: julho de 1828–junho de 1831, vol. 1 da série Documentos de Joseph Smith, 2013, p. 93. Ver também “Depoimento de Três Testemunhas”, Livro de Mórmon.

  3.   3.

    Ver Êxodo 4:1‒5, 17, 20‒21; 7:8‒21; 8:16‒19; 9:22‒26; 10:12‒15; 14:15‒18; 17:1‒13; Números 17:1‒10; 20:7‒11; Hebreus 9:4.

  4.   4.

    Ver Números 21:7‒9; João 3:14‒15.

  5.   5.

    Ver Êxodo 28:12; 35:9, 27; I Samuel 23:9‒12; 30:7‒8.

  6.   6.

    Ver Êxodo 28:30; Levítico 8:8; Números 27:21; Deuteronômio 33:8; I Samuel 28:6; Esdras 2:63; Neemias 7:65.

  7.   7.

    Para mais informações sobre essa cultura religiosa do século 19, ver Diários, Volume 1: 1832–1839, vol. 1 da série Diários dos Documentos de Joseph Smith, 2008, p. xix; e Revelações e Traduções, Volume 3: Manuscrito do Impressor do Livro de Mórmon, vol. 3 da série Revelações e Traduções dos Documentos de Joseph Smith, 2015, pp. xv–xvi; Dallin H. Oaks, “Recent Events Involving Church History and Forged Documents” [Acontecimentos Recentes Envolvendo a História da Igreja e Documentos Forjados], Ensign, outubro de 1987, pp. 68–69.

  8.   8.

    Ver a declaração de Joseph Smith Sr., conforme citada em Francis W. Kirkham, A New Witness for Christ in America: The Book of Mormon [Nova Testemunha de Cristo na América: O Livro de Mórmon], vol. 2, 1959, p. 366; ver também Lucy Mack Smith, “Lucy Mack Smith, History, 1844–1845”, vol. 3, página 10, josephsmithpapers.org/paperSummarylucy-mack-smith-history-1844–1845. Martin Harris relembrou ter testado a capacidade de Joseph pedindo que procurasse uma agulha num palheiro (ver “Mormonism—No. II”, Tiffany’s Monthly, julho de 1859, p. 164).

  9.   9.

    Ver, por exemplo, Joseph Smith—História, na Pérola de Grande Valor.

  10.   10.

    Ver Doutrina e Convênios 130:10‒11. Ver também a mais antiga versão do que hoje é Doutrina e Convênios 8, dirigida a Oliver Cowdery quando ele quis auxiliar Joseph Smith na tradução do Livro de Mórmon (Revelação, abril de 1829–B, em Documentos, Volume 1: julho de 1828–junho de 1831, pp. 44–47).

  11.   11.

    Joseph Smith, “História, aprox. verão de 1832”, em Histórias, Volume 1: 1832–1844, vol. 1 da série Histórias dos Documentos de Joseph Smith, 2012, p. 14.

  12.   12.

    Ver Joseph Smith—História 1:35; Joseph Smith, “História da Igreja”, em Histórias, Volume 1: 1832–1844, p. 495; Martin Harris, em “Mormonism—No. II”, pp. 165–166; “Lucy Mack Smith, História, 1844–1845”, vol. 5, páginas 7–8, josephsmithpapers.org.

  13.   13.

    Ver, por exemplo, “Lucy Mack Smith, História, 1844–1845”, vol. 5, josephsmithpapers.org.

  14.   14.

    Compreensivelmente, essa distinção deixou os estudiosos intrigados. Ver, por exemplo, Bruce R. McConkie, Mormon Doctrine, 2ª ed., 1966, pp. 307–308; Joseph Fielding McConkie e Robert L. Millet, Doctrinal Commentary on the Book of Mormon [Comentários Doutrinários sobre o Livro de Mórmon], 4 vols., 1987–1992, vol. 3, p. 278; e Matthew B. Brown, All Things Restored: Confirming the Authenticity of LDS Beliefs [Todas as Coisas Restauradas: Confirmação da Autenticidade das Crenças SUD], 2000, p. 62.

  15.   15.

    15. Ver William W. Phelps, Funeral Sermon of Joseph and Hyrum Smith, Biblioteca de História da Igreja, Salt Lake City; Orson Pratt, “Explanation of Substituted Names in the Covenants” [Explicação da Substituição de Nomes nos Convênios], The Seer, março de 1854, p. 229; William W. Phelps, carta a Brigham Young, 10 de abril de 1854, em Brigham Young, Office Files, 1832–1878, Biblioteca de História da Igreja, Salt Lake City. Ver Revelações e Traduções, Volume 2: Revelações Publicadas, vol. 2 da série Revelações e Traduções dos Documentos de Joseph Smith, 2011, pp. 708–709.

  16.   16.

    Para mais informações sobre a tradução, ver “Book of Mormon Translation” [Tradução do Livro de Mórmon] disponível em LDS.org/topics/book-of-mormon-translation. Ver também Russell M. Nelson, “A Treasured Testament” [Um Valioso Testamento], Ensign, julho de 1993, pp. 61–65; Neal A. Maxwell, “By the Gift and Power of God” [Pelo Dom e Poder de Deus], Ensign, janeiro de 1997, pp. 36–41.

  17.   17.

    Wilford Woodruff, por exemplo, chamou uma pedra de vidente que viu em Nauvoo de Urim e Tumim (Diário de Wilford Woodruff, 27 de dezembro de 1841, Biblioteca de História da Igreja). Ver também Revelações e Traduções, Volume 3: Manuscrito do Impressor do Livro de Mórmon, p. xix.

  18.   18.

    Ver também Revelações e Traduções, Volume 3: Manuscrito do Impressor do Livro de Mórmon, pp. xviii–xix.

  19.   19.

    Para um breve resumo do início desse trabalho, ver Documentos, Volume 1: julho de 1828–junho de 1831, pp. 150–152.

  20.   20.

    Atas, 17 de abril de 1853, Biblioteca de História da Igreja.

  21.   21.

    “Two Days’ Meeting at Brigham City, June 27 and 28, 1874” [Reunião de Dois Dias em Brigham City, 27 e 28 de junho de 1874], Millennial Star, 11 de agosto de 1874, pp. 498–499.

  22.   22.

    Atas, 30 de setembro de 1855, Biblioteca de História da Igreja.

  23.   23.

    Atas, 25–26 de outubro de 1831, em Documentos, Volume 2: julho de 1831–janeiro de 1833, vol. 2 da série Documentos de Joseph Smith, 2013, p. 84.

  24.   24.

    Prefácio do Livro de Mórmon, aprox. agosto de 1829, em Documentos, Volume 1: julho de 1828–junho de 1831, p. 93. Ver também “Depoimento de Três Testemunhas”, Livro de Mórmon.

  25.   25.

    Joseph Smith, em Diário de Wilford Woodruff, 28 de novembro de 1841, Biblioteca de História da Igreja; ou introdução do Livro de Mórmon.

  26.   26.

    David Whitmer, An Address to All Believers in Christ [Discurso para Todos os Que Acreditam em Cristo], 1887, p. 32.

  27.   27.

    Para mais informações sobre o retorno de Oliver Cowdery à Igreja antes de sua morte, ver Scott F. Faulring, “The Return of Oliver Cowdery” [O Retorno de Oliver Cowdery], em John W. Welch e Larry E. Morris, comp., Oliver Cowdery: Scribe, Elder, Witness [Oliver Cowdery: Escrevente, Élder, Testemunha], 2006, pp. 321–362.

  28.   28.

    Ver Atas, 30 de setembro de 1855, Biblioteca de História da Igreja, Salt Lake City; “David Whitmer”, The Historical Record, outubro de 1888, p. 623; Maria L. Cowdery Johnson para David Whitmer, 24 de janeiro de 1887, Biblioteca da Comunidade de Cristo–Arquivos, Independence, Missouri; e Franklin D. Richards, Diário, 9 de março de 1882, Biblioteca de História da Igreja.

  29.   29.

    Atas, 17 de abril de 1853, Biblioteca de História da Igreja.

  30.   30.

    Atas, 30 de setembro de 1855, Biblioteca de História da Igreja.

  31.   31.

    Ver Zina Young para Franklin D. Richards, 31 de julho de 1896, em Journal History of The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints, 31 de julho de 1896, p. 4, Biblioteca de História da Igreja.

  32.   32.

    Ver B. H. Roberts, A Comprehensive History of the Church, vol. 6, pp. 230–231; Joseph Fielding Smith, Doutrinas de Salvação, comp. Bruce R. McConkie, 3 vols., 1954–1956, vol. 3, p. 225; Bruce R. McConkie, Mormon Doctrine, 2ª ed., 1966, pp. 818–819.