Outubro: A Oração É a Comunicação Reverente entre Mim e Deus

Esboço para o Tempo de Compartilhar de 2016: Sei que as Escrituras São Verdadeiras, (2015), 20–21


Complemente as ideias apresentadas aqui com outras de sua própria autoria. Planeje maneiras de apresentar a doutrina para as crianças e ajude-as a compreendê-la e aplicá-la em sua vida. Pergunte a si mesma: “De que atividades as crianças participarão para aprender e como vou ajudá-las a sentir o Espírito?”

“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada” (Tiago 1:5).

Semana 1: Posso orar ao Pai Celestial.

Apresentar a doutrina: Peça a um pai e a um filho que fiquem de pé na frente das crianças. Peça à criança que faça uma pergunta ao pai e ao pai que responda. Em seguida, peça ao pai que saia da sala e feche a porta. Pergunte às crianças como podem comunicar-se com os pais quando eles não estão presentes (por exemplo, escrever uma carta ou telefonar). Explique-lhes que Deus é nosso Pai e somos Seus filhos; como não estamos em Sua presença, Ele nos concedeu um meio de conversar com Ele. Pergunte às crianças se sabem como conversar com Deus. Peça-lhes que repitam com você: “Posso orar ao Pai Celestial”.

Incentivar a compreensão: Cantem “Orar com Fé” (A Liahona, março de 1991, Seção Infantil, p. 5). Faça uma cópia para cada criança do livrinho da página 19 do manual do berçário, Olhai para Vossas Criancinhas. Peça às crianças que pintem os desenhos. (Crianças maiores podem escrever nas abas algumas coisas pelas quais são gratas e outras que podem pedir ao Pai Celestial. Em seguida, você pode pedir-lhes que relatem suas ideias ao restante da Primária.) Peça que as crianças cantem a música novamente enquanto examinam o livrinho.

Planejar atividades que envolvam as crianças de várias formas diferentes contribui para a compreensão e a aplicação. Nesta atividade, por exemplo, as crianças veem, cantam, pintam, escrevem, ouvem e compartilham.

Livrinho disponível em sharingtime.LDS.org

Posso Orar ao Pai Celestial

Começo dizendo: “Nosso Pai Celestial”.

Agradeço-Lhe pelas bênçãos.

Peço-Lhe bênçãos.

Em nome de Jesus Cristo. Amém.

Semana 2: As escrituras me ensinam como e quando orar.

Apresentar a doutrina: Ajude as crianças a memorizarem a seguinte frase de Alma 13:28: “Que vos humilheis perante o Senhor e invoqueis seu santo nome e vigieis e oreis continuamente”. Discutam o que as escrituras ensinam sobre como e quando devemos orar.

Adapte as lições para atender às necessidades e à capacidade de aprendizado das crianças (ver ENMC, pp. 110–117). Na semana 2, por exemplo, as crianças menores podem memorizar a frase “Vigiar e orar continuamente” em vez da escritura completa.

Incentivar a compreensão: Ajude as crianças a compreender que podemos orar ao Pai Celestial silenciosamente no coração a qualquer momento, em qualquer lugar e que devemos agradecer-Lhe por nossas bênçãos e pedir Sua ajuda. Escreva as seguintes referências das escrituras no quadro: 3 Néfi 18:19; 3 Néfi 19:6–8; 3 Néfi 18:15. Escreva também as palavras como e quando no quadro. Peça às crianças que consultem cada escritura e discutam o que ela nos ensina sobre como e quando devemos orar. Fale sobre a ocasião em que Alma e Amuleque ensinaram os zoramitas a orar (ver Alma 31; 34:17–27; ver também Primária 4, lição 21). Se desejar, peça a algumas crianças que encenem a história à medida que você a contar.

Incentivar a aplicação: Peça a várias crianças que contem como se sentem quando oram. Peça-lhes que mencionem algumas músicas da Primária que ensinem sobre a oração. Cantem algumas delas e peça às crianças que sugiram alguns gestos simples que substituam uma ou duas palavras de cada música. Em vez de cantar as palavras “orar” ou “oração”, por exemplo, elas podem cruzar os braços.

Semanas 3 e 4: O Pai Celestial ouve minhas orações e responde a elas.

Apresentar a doutrina: Peça às crianças que consultem 3 Néfi 14:7 e Tiago 1:5. Peça-lhes que procurem o que as escrituras ensinam sobre a oração. Leiam as escrituras juntos em voz alta e peça às crianças que contem o que aprenderam. Peça-lhes que repitam com você: “O Pai Celestial ouve minhas orações e responde a elas”.

Incentivar a compreensão e a aplicação: Divida as crianças em grupos e peça-lhes que se revezem para visitar as áreas de trabalho mencionadas abaixo (ver ENMC, p. 179). Em cada área de trabalho, peça que um professor explique uma das maneiras pelas quais o Pai Celestial responde a nossas orações e deixe as crianças relatarem como suas orações foram respondidas. Se desejar, planeje usar duas das áreas de trabalho em uma semana e as outras duas na semana seguinte.

  • Área de Trabalho 1: Às vezes as orações são respondidas por meio de pensamentos ou ideias que podem vir-nos à mente e ao coração (ver D&C 8:2). Relate uma experiência de quando isso aconteceu em sua vida ou conte a história de Enos (ver Enos 1:4–5, 10; ver também Olhai para Vossas Criancinhas, p. 17).

  • Área de Trabalho 2: O Pai Celestial pode usar outras pessoas para responder a orações. Relate uma experiência em que outra pessoa respondeu a suas preces ou conte a história em que o Presidente Thomas S. Monson respondeu à oração de Ben e Emily Fullmer (ver A Liahona, novembro de 2003, pp. 58–59).

  • Área de Trabalho 3: As respostas às orações podem vir por meio das palavras de Cristo, que se encontram nas escrituras (ver 2 Néfi 32:3). Conte uma experiência em que uma oração sua foi respondida ao ler as escrituras.

  • Área de Trabalho 4: As respostas às orações podem vir dos ensinamentos dos profetas modernos (ver D&C 1:38). Mostre às crianças a revista A Liahona e diga-lhes que nela podemos encontrar os ensinamentos dos profetas. Conte uma experiência em que uma oração sua tenha sido respondida ao ouvir uma conferência geral ou ler as palavras de profetas modernos.

Áreas de trabalho são locais onde grupos menores de crianças participam de várias experiências de aprendizado (ver ENMC, p. 179). Em Primárias grandes, as áreas de trabalho podem ser algo bastante simples, com professores que circulam entre grupos de crianças.