Julho: Escolho o Certo Vivendo Princípios do Evangelho

Hino: “O Sábio e o Tolo”

(MC, p. 132) ou um hino de sua escolha do livro Músicas para Crianças

Esboço para o Tempo de Compartilhar de 2017: Escolher o Certo, (2017), 14–15


Complemente as ideias apresentadas aqui com outras de sua própria autoria. A cada semana, planeje maneiras de (1) identificar a doutrina, (2) ajudar as crianças a compreendê-la e (3) ajudá-las a aplicá-la na vida delas. Pergunte a si mesma: “De que atividades as crianças participarão para aprender e como vou ajudá-las a sentir o Espírito?”

“Sejamos, portanto, fiéis aos mandamentos do Senhor” (1 Néfi 3:16).

Semana 1: O jejum e a oração podem fortalecer meu testemunho.

Identificar a doutrina (ver uma lição com objeto): Prepare duas tiras de papel com as palavras: Jejum e Oração. Convide duas crianças a ficarem de pé bem perto uma da outra e entregue a cada criança uma das tiras de papel. Peça a outra criança que caminhe entre elas. Peça às duas primeiras crianças que segurem os braços uma da outra, e peça à outra criança que tente passar novamente entre elas. Saliente como as crianças ficam mais fortes quando estão de braços dados. Explique-lhes que o jejum e a oração são mais vigorosos quando utilizados em conjunto. Escreva “o jejum e a oração podem fortalecer meu testemunho” no quadro, e peça às crianças que repitam juntas.

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As tiras de papel com as palavras estão disponíveis em sharingtime.LDS.org

Incentivar a compreensão (ouvir escrituras e participar de uma lição com objeto): Peça às crianças que procurem ouvir coisas que os filhos de Mosias fizeram para tornarem-se fortes no evangelho enquanto você lê Alma 17:2–3. Peça às crianças que flexionem os músculos toda vez que ouvirem algo que ajudou os filhos de Mosias a tornarem-se fortes.

Inicie um debate sobre o jejum fazendo várias perguntas como “O que é o jejum?” “Por que devemos jejuar?” “Quando devemos jejuar?” e “Por que devemos orar quando jejuamos?” (ver Joseph B. Wirthlin, “A Lei do Jejum”, A Liahona, julho de 2001, pp. 88–91). Faça com que toda criança que contribuir com o debate segure a ponta de um fio ou barbante. Segure a outra ponta de cada fio ou barbante. No final da discussão, peça às crianças que estão segurando os fios que se dirijam para o meio da sala e entrancem todos os fios uns aos outros, para formar uma corda forte. Explique-lhes que cada fio que acrescentamos à corda torna esta mais forte. Ajude as crianças a entender que de modo semelhante toda vez que jejuamos e oramos tornamos nosso testemunho mais forte.

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Uma demonstração visual ajuda as crianças a compreender conceitos abstratos.

Semana 2: Ser bondoso é fazer e dizer coisas agradáveis para os outros.

Identificar a doutrina (recitar uma escritura): Escreva “Sede uns para com os outros benignos” (Efésios 4:32) no quadro com os números de 1 a 7 escritos embaixo de cada palavra. Atribua a cada criança um número de 1 a 7. Comece fazendo com que todos os 1s fiquem de pé e digam “Sede” e depois se sentem rapidamente. Em seguida, faça com que os 2s fiquem de pé e digam “uns”, e depois se sentem rapidamente. Prossiga com o restante da frase. Repita essa atividade várias vezes. Depois faça com que todas as crianças repitam a frase inteira juntas.

Incentivar a compreensão (ouvir uma história e cantar um hino): Conte às crianças uma história sobre bondade, como “Em Defesa de Caleb” (O Amigo, março de 2009, pp. A8–A9). Peça-lhes que apontem os polegares para cima quando ouvirem um ato de bondade na história e apontem os dois polegares para baixo quando ouvirem falar de um ato rude. Cantem “A Bondade por Mim Começará” (MC, p. 83). Peça às crianças que fiquem de pé quando o hino disser com quem devemos ser bondosos. Cantem o hino de novo, e peça-lhes que apontem os polegares para si mesmos quando cantarem: “A bondade por mim começará”.

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Se você utilizar as crianças nas demonstrações visuais, isso vai envolvê-las e também ajudar a manter o interesse das outras crianças.

Incentivar a aplicação (compartilhar maneiras de ser bondoso): Identifique várias pessoas na vida das crianças (como pai, mãe, irmã, irmão, avô, amigo ou professora) com uma tira de papel, uma gravura ou um objeto simples (como uma gravata para o pai ou uma bengala para o avô). Entregue os objetos a algumas crianças e peça-lhes que se dirijam à frente da sala. Peça que cada criança conte algo de bom que poderia dizer a respeito da pessoa que o objeto representa ou o que poderia fazer por essa pessoa. Depois, peça que entreguem suas tiras, gravuras ou seus objetos para outras crianças. Repita a atividade tantas vezes quanto o tempo permitir.

Semana 3: A reverência é um profundo respeito e amor para com Deus.

Identificar a doutrina (cantar um hino): Prepare vários colares de barbante com um coração de papel preso a cada um deles. Escreva uma palavra ou frase do hino “Reverência É Amor” (MC, 12) em cada coração (por exemplo: sentar bem quietinho, pensar, sentir, etc.). Convide várias crianças a usarem os colares. Cantem “Reverência É Amor”, e peça às crianças com os colares que caminhem reverentemente até a frente da sala, quando for cantada a palavra que estiver escrita em seu coração. Convide as crianças com colares a ficar em pé, em ordem e cantar o hino novamente.

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Os corações estão disponíveis em sharingtime.LDS.org

Incentivar a aplicação (discutir a reverência): Prepare tiras de papel com as palavras ou faça desenhos estilizados de olhos, mãos, pés, orelhas, boca e cérebro. Divida as crianças em grupos e faça com que cada grupo escolha uma ou duas tiras de papel ou gravuras. Peça que cada grupo relate (com palavras e ações) várias maneiras pelas quais essa parte do corpo pode ser reverente, mostrando respeito e amor para com Deus.

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As imagens estão disponíveis em sharingtime.LDS.org

Semana 4: Honestidade é dizer a verdade, sejam quais forem as consequências.

Incentivar a compreensão (discutir consequências): Prepare vários estudos de caso (ver ENMC, pp. 161–162) em que crianças se deparam com a escolha entre ser honestas ou não. Por exemplo: “Você bate em seu irmão, e sua mãe pergunta por que ele está chorando”. Pergunte: “Quais seriam as consequências de ser honesto?” Depois, pergunte: “Quais seriam as consequências de ser desonesto?” Ajude as crianças a descobrir que as consequências imediatas da honestidade podem ser difíceis, mas as consequências a longo prazo conduzem à paz e à felicidade.

Incentivar a aplicação (criar uma rima): Peça a cada um da classe (com a ajuda dos professores) que criem uma frase de uma só linha ou uma rima sobre a honestidade. Por exemplo: “Quando a verdade eu digo, tenho a paz sempre comigo!” Convide toda a classe a compartilhar suas respectivas frases com as outras crianças. Incentive-as a repetir as frases sempre que forem tentadas a ser desonestas.

Escrituras: Se você pedir às crianças que leiam suas próprias escrituras, isso reforça a importância das escrituras e convida o Espírito a estar presente. Se possível, peça às crianças que marquem os versículos em suas próprias escrituras e depois as leiam juntas.

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