“Os Primeiros Princípios e Ordenanças do Evangelho”

Doutrina e Convênios e História da Igreja: Manual do Professor de Doutrina do Evangelho, 2000


Objetivo

Ajudar os alunos a compreenderem e buscarem as bênçãos que procedem dos primeiros princípios e ordenanças do evangelho, que são fé no Senhor Jesus Cristo, arrependimento, batismo e confirmação.

Preparação

  1. 1.

    Em espírito de oração, estude as escrituras desta lição.

  2. 2.

    Estude o material do Guia de Estudo do Aluno (35686 059) referente a esta lição. Prepare-se para utilizá-lo durante a aula.

  3. 3.

    Caso as seguintes gravuras estejam disponíveis, coloque-as na frente antes do início da aula: “Jesus, o Cristo”[Pacote de Gravuras do Evangelho (34730 059) – 240], “O Batismo” [Suplemento do Pacote de Gravuras do Evangelho (34740 059) – 601] e “O Dom do Espírito Santo” [Suplemento do Pacote de Gravuras do Evangelho (34740 059) – 602].

  4. 4.

    Caso utilize a atividade motivadora, leve um pano para servir de venda.

Sugestões para o Desenvolvimento da Lição

Atividade Motivadora

Considere o que seja mais adequado e utilize esta atividade ou outra de sua preferência para iniciar a aula.

Chame um voluntário para ir até a frente. Vende-o e peça-lhe que escreva esta frase no quadro-negro: Jesus é a luz do mundo. Tire a venda dos olhos do voluntário e peça-lhe que escreva a mesma frase no quadro-negro novamente. Depois, peça-lhe que se sente.

• Em que o pecado é comparável a uma venda? Em que podemos dizer que a fé em Jesus Cristo e o arrependimento dos pecados são comparáveis a retirar a venda? O que vemos mais claramente depois que nos arrependemos?

Diga que esta lição trata dos primeiros princípios e ordenanças do evangelho. Por intermédio da fé, arrependimento e do dom do Espírito Santo, tornamo-nos mais capazes de ver o nosso caminho e objetivo eternos ainda na mortalidade.

Discussão e Aplicação

Em espírito de oração, escolha as partes da lição mais adequadas às necessidades dos alunos. Sugere-se que você utilize duas aulas para dar esta lição.

Diga que o Senhor restaurou o evangelho por intermédio do Profeta Joseph Smith “linha sobre linha, preceito sobre preceito” (D&C 128:21) Os primeiros princípios e ordenanças do evangelho estão entre as primeiras verdades restauradas. Peça a um aluno que recite a quarta regra de fé. Faça uma lista dos primeiros princípios e ordenanças no quadro-negro.

1. A fé no Senhor Jesus Cristo é o primeiro princípio do evangelho.

Saliente que a restauração teve início com um ato de fé por parte de Joseph Smith. (Joseph Smith—História 1:11–14) A aparição do anjo Morôni também aconteceu em resposta a um ato de fé por parte de Joseph, que escreveu que “tinha plena confiança de receber uma manifestação divina” quando orou pedindo perdão. (Joseph Smith—História 1:29)

• O que significa ter fé em Jesus Cristo? Por que é importante que concentremos a nossa fé em Jesus Cristo?

• Como podemos fortalecer a nossa fé em Jesus Cristo? (Ver D&C 19:23; 88:118; Alma 32:27. Saliente que fortalecemos a nossa fé gradualmente e não em uma só ocasião. Destaque também que temos de alimentar a nossa fé constantemente para que ela permaneça forte.) Caso seja adequado, peça a alguns alunos que contem experiências que os tenham ajudado a fortalecer a fé em Cristo.

• Citem algumas situações da vida diária que exijam que tenhamos fé em Cristo. Falem de como a fé os ajudou a vencer o desânimo, as fraquezas ou outras dificuldades. Como a fé em Cristo fortalece o nosso relacionamento com as outras pessoas? [Falem de relacionamentos específicos, como, por exemplo, com o marido (ou mulher), com um filho, um dos pais, um membro da ala ou um vizinho.)

• Como podemos demonstrar a nossa fé em Cristo? (Ver D&C 20:69; Tiago 2:14–17.) Como a fé em Cristo influencia o nosso desejo de praticar boas obras?

• Leia D&C 8:10 com os alunos. O que podemos realizar quando não temos fé? O que podemos realizar quando temos fé? (Ver algumas das respostas dessa pergunta em D&C 35:9; 42:48–51; 63:9–11; Morôni 7:33.) Falem de ocasiões em que vocês tenham testemunhado a fé manifestar-se por diferentes meios.

• Doutrina e Convênios menciona freqüentemente a importância de orar com fé. Por exemplo, em D&C 10:46–52, o Senhor diz que o Livro de Mórmon foi preservado porque os profetas antigos tiveram “fé (…) em suas orações”. Que papel a fé desempenha em nossas orações?

2. Por intermédio do arrependimento sincero, podemos receber as bênçãos da Expiação.

Diga que o arrependimento é um dos temas principais de Doutrina e Convênios. O Senhor ensina a doutrina do arrependimento repetidas vezes e salienta que é necessário que nos arrependamos. Ele promete bênçãos grandiosas a quem se arrepender e castigos a quem não o fizer.

• O que é o arrependimento? (Ver D&C 58:42–43.) O arrependimento é o processo pelo qual nos purificamos de nossos pecados e recebemos o perdão por intermédio da Expiação do Salvador. No processo de arrependimento temos de confessar e abandonar os nossos pecados e repelir o mal. Temos também de dedicar o nosso coração e os nossos desejos a Deus, esforçandonos sinceramente para obedecer aos Seus mandamentos. (Ver a segunda sugestão didática complementar para discutir o processo do arrependimento.)

• Qual é a diferença entre arrepender-se verdadeiramente e meramente eliminar um mau-hábito ou a modificar um tipo de comportamento?

O Presidente Ezra Taft Benson explicou: “O arrependimento implica em mais do que meramente corrigir o comportamento. (…) O arrependimento verdadeiro baseia-se na fé no Senhor Jesus Cristo e provém dela. Não há outro meio. O arrependimento verdadeiro implica em uma mudança interior e não na mera mudança de comportamento. (Ver Alma 5:13)” (The Teachings of Ezra Taft Benson, 1988, p. 71.)

O Élder Neal A. Maxwell do Quórum dos Doze, ensinou que “o arrependimento requer que nos afastemos do pecado e, também que nos voltemos para Deus”. (A Liahona, janeiro de 1992, p. 33.)

• Leia D&C 18:11–13 e 19:16–19 com os alunos. O que essas escrituras ensinam a respeito do amor que o Salvador tem por nós? Por que precisamos da Expiação do Salvador para que nossos pecados sejam perdoados? (Ver também 2 Néfi 2:6–9.) Por que é preciso que nos arrependamos para que os nossos pecados sejam perdoados?

Diga que, quando pecamos, tornamo-nos impuros e ficamos sujeitos às punições determinadas pela lei da justiça. Como não somos perfeitos, não nos podemos purificar nem cumprir as exigências da justiça sozinhos. Ao expiar os nossos pecados, o Salvador tomou sobre Si o castigo exigido pela lei da justiça e ganhou o poder de oferecer a misericórdia e o perdão de que precisamos para purificarmo-nos. O arrependimento é a condição para que essas bênçãos que advêm da Expiação sejam colocadas à nossa disposição. (Alma 7:14)

• Por que é preciso que tenhamos fé em Jesus Cristo para que nos arrependamos verdadeiramente?

• Escreva no quadro-negro: Conseqüências da Falta de Arrependimento. Citem algumas conseqüências de não nos arrependermos de nossos pecados. (Peça aos alunos que leiam as seguintes escrituras e descubram quais são as conseqüências: D&C 1:33, 19:17–18 e 29:17. Faça uma relação das conseqüências no quadro-negro. Estas são algumas das outras conseqüências: isolarmo-nos de Deus e dos outros, culpa, pouca auto-estima, racionalização de outros pecados e falta de disposição para perdoar.)

• Escreva no quadro-negro: Bençãos do Arrependimento Verdadeiro. O que o Senhor nos promete caso nos arrependamos sinceramente de nossos pecados? (Peça aos alunos que leiam as seguintes escrituras e descubram quais são as promessas: D&C 1:32, 58:42 e 109:53. Faça uma relação das promessas no quadro-negro.) Peça aos alunos que falem das bênçãos que tenham recebido devido ao arrependimento. (Observação: Sugere-se que você avise aos alunos que não façam nenhuma confissão detalhada de pecados que tenham cometido.)

• Por que, às vezes, temos dificuldade de perdoar a nós mesmos ou outras pessoas, apesar do Senhor ter prometido que nos perdoaria?

• Como nos podemos tornar mais penitentes? Por que algumas vezes procrastinamos o arrependimento? O que podemos fazer para vencer o orgulho, o desânimo, condescendência ou qualquer coisa que impeça que nos arrependamos?

O Élder Neal A. Maxwell ensinou: “O arrependimento é uma doutrina resgatadora—não melancólica. Está ao alcance [de quem tenha cometido muitos pecados], assim como da pessoa que já alcançou um certo nível de retidão e busca um desenvolvimento maior. (A Liahona, janeiro de 1992, p. 33.)

Saliente que apesar do arrependimento ser um processo difícil, ele também pode trazer-nos grande alegria quando voltamos nosso coração a Deus, afastando-nos do pecado.

3. O batismo é uma ordenança essencial.

Diga que a fé e o arrependimento levam ao batismo, que é a primeira ordenança do evangelho. Em Doutrina e Convênios o Senhor revelou os propósitos do batismo e o que é necessário para nos qualificarmos para sermos batizados. Ele também deu instruções a respeito dessa ordenança. Por intermédio do Profeta Joseph Smith, João Batista restaurou a autoridade do sacerdócio necessária para a realização dessa ordenança. (Ver lição 8.)

• Quais são os propósitos do batismo? (Ver D&C 18:22; 49:13–14. Alguns dos propósitos são demonstrar que estamos comprometidos com o Salvador, remir os nossos pecados, passar a ser membros da Igreja, tomar o caminho que leva à exaltação e prepararmo-nos para receber o dom do Espírito Santo. Ver também 2 Néfi 9:23; 31:10–13, 17; Mosias 18:17.) Peça aos alunos que digam que sentimentos o seu próprio batismo lhes inspira.

• Leia D&C 20:37 com os alunos. Que exigências precisam ser cumpridas para que alguém seja batizado? Que convênios fazemos com Deus ao sermos batizados? (Ver também Mosias 18:8–10.) Como podemos aumentar o nosso empenho em cumprir as promessas que fizemos ao Senhor quando fomos batizados?

• O que o batismo simboliza? (Ver D&C 76:51; João 3:3–5; Romanos 6:3–4. O batismo por imersão simboliza a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo. Simboliza também o sepultamento da pessoa que éramos anteriormente e o nosso renascimento em Cristo, bem como a nossa purificação dos pecados.)

• Por que é preciso que o batismo seja realizado por alguém que tenha a devida autoridade? (Ver D&C 22.) Por que é necessário que o batismo seja por imersão? (Ver D&C 20:72–74.) Por que não se deve batizar ninguém menor de oito anos de idade? (Ver D&C 20:71; 29:46–47; 68:25; Morôni 8:9–12.)

4. Por intermédio da ordenança da confirmação, recebemos o dom do Espírito Santo.

Diga que o Espírito Santo é um dos membros da Trindade e que é “um personagem de Espírito”. (D&C 130:22) Depois de serem batizados com água, os membros da Igreja recebem o dom do Espírito Santo por intermédio da ordenança da confirmação. (D&C 33:15; 35:5–6) Essa ordenança é também chamada de “batismo de fogo e do Espírito Santo”. (D&C 20:41) O Profeta Joseph Smith disse: “O batismo na água não é senão meio batismo, e nada vale sem (…) o batismo do Espírito Santo”. (Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, Joseph Fielding Smith, (org.) 1975, p. 306.)

• Qual é a diferença entre o poder do Espírito Santo e o dom do Espírito Santo?

O Élder Dallin H. Oaks, do Quórum dos Doze, ensinou: “(…) as manifestações do Espírito são concedidas para conduzir pesquisadores sinceros às verdades do evangelho, verdades essas que irão levá-los ao arrependimento e ao batismo. O dom do Espírito Santo é mais abrangente (…). O dom do Espírito Santo é um direito a sua constante companhia para podermos “ter sempre [conosco] o Seu Espírito” (D&C 20:77) (A Liahona, janeiro de 1997, p. 64.)

O Élder Bruce R. McConkie, do Quórum dos Doze, comparou as manifestações do Espírito Santo que podemos receber antes do batismo com o clarão dos relâmpagos que “[brilham] nas noites escuras de tempestade”. Ele comparou o dom do Espírito Santo ao “brilho contínuo do sol ao meio-dia, que lança seus raios no caminho da vida e em tudo o que o cerca”. (A New Witness for the Articles of Faith, 1985, p. 262.)

• O fato de recebermos o dom do Espírito Santo não garante automaticamente que o Espírito Santo esteja sempre conosco. O que temos de fazer para que o Espírito Santo esteja conosco continuamente?

O Presidente Joseph Fielding Smith disse: “O Espírito Santo não ficará com uma pessoa que não esteja disposta a obedecer e guardar os mandamentos de Deus ou que viole os mandamentos intencionalmente. (Church News, 4 de novembro de 1961, p. 14.)

• Citem algumas das funções do Espírito Santo. (Escolha algumas das seguintes escrituras e leia-as com os alunos. Discuta o que cada escritura ensina quanto às funções do Espírito Santo. Resuma as informações no quadro-negro.)

  1. a.

    D&C 18:18; 39:6; 42:14; 75:10; 79:2. (Ele ensina; ver também João 14:26; 16:13; 1 Néfi 10:19; Morôni 10:5.)

  2. b.

    D&C 39:6. (Ele é o Consolador; ver também João 14:16.)

  3. c.

    D&C 42:17; 100:8. (Ele testifica; ver também João 15:26; Alma 5:46.)

  4. d.

    D&C 11:12. (Ele induz-nos a fazer o bem, ser humildes e julgar com justiça.)

  5. e.

    D&C 11:13; 76:10. (Ele ilumina a nossa mente e enche a nossa alma de alegria.)

  6. f.

    D&C 84:33. (Somos santificados por seu intermédio; ver também 3 Néfi 27:20.)

  7. g.

    D&C 31:11; 75:27; 84:85. (Ele inspira-nos quanto a onde ir, o que fazer e ao que dizer.)

Peça aos alunos que falem de como o Espírito Santo os tem abençoado das formas citadas acima ou de alguma outra forma. Fale de como podemos gozar mais plenamente dessas bênçãos. Saliente o quanto é grande o nosso privilégio de ter a companhia de um dos membros da Trindade. Preste o seu testemunho de como a companhia do Espírito Santo é importante.

5. Temos de perseverar até o fim, com fé, para receber a vida eterna.

Ao sermos batizados, tomamos o caminho que leva à exaltação. Contudo, somente isso, não garante que seremos exaltados. Como o Senhor muitas vezes alerta em Doutrina e Convênios, temos também de guardar os convênios que fizemos no batismo e perseverar fielmente até o fim de nossa vida.

• Leia 2 Néfi 31:19–20 e D&C 14:7 com os alunos. O que significa perseverar até o fim? Que bênçãos o Senhor nos promete se perseverarmos até fim?

• Que experiências o valor de permanecer fiel às suas crenças e convênios lhes têm ensinado?

• Leia D&C 24:8 com os alunos. Diga que permanecer fiel nas provações da vida faz parte de perseverar até o fim. Como podemos permanecer fiéis nos momentos difíceis? (Peça aos alunos que falem de coisas que os tenham ajudado a suportar os momentos difíceis.)

Conclusão

Preste testemunho de como os princípios e ordenanças do evangelho são importantes. Fale de como é grato por Jesus Cristo, Sua Expiação e Seu exemplo. Incentive os alunos a fortalecerem a fé todos os dias, arrependerem-se de seus pecados, guardarem os convênios do batismo e viverem de modo que o Espírito Santo seja seu companheiro constante. Preste testemunho de que se perseveramos fielmente até o fim, receberemos a exaltação.

Sugestões Didáticas Complementares

1. “O escudo da fé” (D&C 27:17)

Leia D&C 27:15, 17 com os alunos. O Presidente Boyd K. Packer disse o seguinte ao falar a respeito dessa escritura: “[O] escudo da fé não é desenvolvido em uma indústria, mas é de fabricação caseira.

O propósito maior de tudo que ensinamos é unir pais e filhos na fé do Senhor Jesus Cristo, para que sejam felizes em seu lar, selados em um casamento eterno, ligados a suas gerações passadas e futuras e seguros de sua exaltação na presença de nosso Pai Celestial. (…)

(…) Portanto nossos líderes, instam os membros a compreenderem que as coisas de maior valor precisam ser feitas no lar. Alguns ainda não perceberam que muitas atividades fora de casa, mesmo que bem intencionadas, deixam muito pouco tempo para se fabricar e ajustar, no lar, o escudo da fé.” (A Liahona, julho de 1995, p. 8.)

• Como os pais e os filhos podem fazer um esforço conjunto para criar e fortalecer o escudo da fé em família?

2. O processo do arrependimento.

• O que temos de fazer para nos arrependermos? O que D&C 58:43 e 61:2 ensina quanto ao processo de arrependimento? Por que a confissão é uma parte importante do arrependimento? Por que é importante que abandonemos os nossos pecados como parte do arrependimento?

O Élder Richard G. Scott, do Quórum dos Doze, fez o seguinte esboço dos elementos essenciais do arrependimento:

Tristeza pelo pecado. (…) Isso trará a tristeza e o remorso que curam. Trará também um desejo sincero de mudar e a disposição de submeter-se às exigências do perdão. (…)

Abandono do pecado. É uma decisão inflexível e permanente de não repetir a transgressão. (…)

Confissão do pecado. É sempre necessário confessarmos nossos pecados ao Senhor. Se forem transgressões sérias, como imoralidade, é preciso confessá-las a um bispo ou presidente de estaca. (…)

Restituição do pecado. Deve-se restituir ou restaurar, tanto quanto possível, tudo o que se roubou, danificou ou desonrou. (…)

Obediência a todos os mandamentos. A obediência plena trará o poder total do evangelho à sua vida (…). Isso inclui coisas que talvez não considerem parte do arrependimento, como freqüentar as reuniões, pagar o dízimo, servir e perdoar o próximo. (…)

Reconhecimento do Salvador. De todos os passos necessários para o arrependimento, testifico que o mais importante é a convicção de que recebemos perdão por causa do Redentor.” (A Liahona, julho de 1995, p. 81.)

Caso você esteja ensinando os jovens, sugere-se que peça-lhes que leiam e discutam o conselho a respeito do arrependimento que se encontra em Para o Vigor da Juventude, pp. 17–18. (34285 059)

3. Apresentações em grupo

Leve o Pacote de Gravuras do Evangelho (34730 059) para a classe. Separe a turma em dois grupos e dê metade das gravuras para cada um. Depois, peça-lhes que utilizem alguns minutos para criar uma mensagem utilizando as gravuras do pacote para ensinar algo acerca dos primeiros princípios e ordenanças do evangelho. Incentive-os a utilizarem de 5 a 10 gravuras. Dê aos dois grupos tempo para que se apresentem.