Capítulo 5: O Santo Sacerdócio — para a Bênção dos Filhos de Deus

Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: George Albert Smith, 2010


O sacerdócio é a autoridade de Deus. Aqueles que possuem o sacerdócio precisam ser dignos e devem usá-lo para abençoar as pessoas.

Da Vida de George Albert Smith

Na sessão do sacerdócio da conferência geral de 2 de outubro de 1948, o Presidente George Albert Smith disse:

“Pergunto-me se nós, como pais, damo-nos ao trabalho de explicar a nossos filhos a seriedade das obrigações assumidas quando um rapaz se torna diácono. Pergunto-me se, quando o filho é ordenado diácono, o pai o faz sentir que ele passou a possuir algo que é de importância eterna. (…)

Lembro-me como se fosse ontem de quando John Tingey impôs as mãos sobre minha cabeça e me ordenou diácono. A questão me foi apresentada e sua importância me foi explicada, de modo que senti que era uma grande honra. O resultado foi que aquilo se tornou uma bênção para mim e, após algum tempo, recebi outras ordenações. Mas, em cada caso, já se estabelecera em minha mente o alicerce de que aquilo era uma oportunidade para que eu recebesse outra bênção.”1

No mesmo discurso, o Presidente Smith ensinou que uma das bênçãos decorrentes da ordenação ao sacerdócio é a oportunidade de abençoar a vida das pessoas. Como exemplo, ele falou de um influente portador do sacerdócio — um mestre familiar — de sua juventude:

“Rodney Badger foi mestre familiar de meu pai por muitos anos. Era um grande homem. Sempre que nos visitava, a família se reunia, e ele nos fazia perguntas e nos dizia coisas que ele achava que devíamos compreender. Quero dizer-lhes que, quando ele visitava nossa casa, trazia consigo o Espírito do Senhor. E, quando saía, sentíamos que tínhamos sido visitados por um servo do Senhor.”2

O Presidente Smith concluiu expressando seu desejo de que os portadores do sacerdócio servissem aos membros de suas respectivas alas e estacas e “não perdessem nenhuma oportunidade de ajudar a elevá-los, a desenvolvê-los e a auxiliá-los a tornar-se o que o Pai deseja que se tornem”.3 [Ver sugestão 1 da página 53.]

Ensinamentos de George Albert Smith

Jesus Cristo restaurou na Terra a autoridade divina durante Seu ministério mortal.

Quando o Salvador veio no meridiano dos tempos, Ele viu que a grande Cidade de Jerusalém estava repleta de males. Os habitantes viviam de tal modo que haviam perdido a autoridade divina, portanto [Deus] enviou Seu Filho ao mundo e deu novamente início a uma Igreja que possuía o poder divino. (…) Havia alguns em Sua linhagem que eram pessoas boas (…) e havia outros que ainda oficiavam no Sacerdócio, mas era necessário que o Salvador viesse para restaurar a autoridade divina. (…)

(…) Quando Ele começou Seu ministério, não chamou para auxiliá-Lo os reis, os governantes, os sacerdotes e os que tinham grande autoridade, mas chamou humildes pescadores, e o resultado foi que Ele reuniu a Seu redor homens que podiam ser ensinados, e não homens que não acreditavam Nele. Organizou a Igreja sob a direção de nosso Pai Celestial. Conferiu autoridade divina a Seus companheiros e os orientou a respeito do que deveriam fazer. (…) Ele tinha autoridade divina, e os justos O reconheceram como o Filho de Deus. Alguns acham que Ele foi apenas um bom homem. Acreditamos que Ele veio à Terra não apenas para ensinar às pessoas o que deveriam fazer, mas para conferir a Seus discípulos a autoridade divina para administrar as ordenanças de Sua Igreja. (…)

Na época do Salvador, Ele era a autoridade presidente. Abaixo Dele, havia um quórum de doze homens, por Ele escolhidos. Quando Ele morreu, o Quórum dos Doze, que não era apenas um grupo de homens comuns que chamavam a si mesmos de discípulos, mas um quórum de doze homens que possuíam autoridade divina e a tinham recebido de Jesus Cristo, tornou-se a liderança da Igreja.4 [Ver sugestão 2 da página 54.]

O sacerdócio foi restaurado em nossos dias por homens que o possuíam antigamente.

Está registrado e reconhecido no céu e na Terra que os credos e as denominações se multiplicaram depois que [Jesus Cristo] partiu da Terra, e que as igrejas aumentaram em número no mundo, até que, nos dias de Joseph Smith, nosso amado profeta, havia inúmeras denominações. Havia muitos homens que alegavam possuir autoridade divina, e acho que alguns deles pensavam que a tinham recebido. (…)

Quando chegou o momento, depois que o mundo havia perdido a autoridade ou o Sacerdócio, o Senhor chamou um humilde rapaz e lhe enviou uma manifestação celeste e conversou com ele, dizendo o que deveria fazer, e enviou outros mensageiros e seres celestes, de tempos em tempos, e o resultado disso foi a organização da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e a essa Igreja foi conferida autoridade divina. (…)

Quando Joseph Smith era um rapaz, o Senhor lhe ordenou que traduzisse o Livro de Mórmon. Em certa ocasião, quando Joseph e Oliver Cowdery estavam traduzindo, o Senhor enviou um santo mensageiro para responder a suas dúvidas sobre o batismo. Quem foi que veio? João Batista, que possuía o Sacerdócio Aarônico. De onde ele veio? Do céu. (…) Ele apareceu a Joseph Smith e Oliver Cowdery como um glorioso ser ressuscitado. Veio por ordem de nosso Pai Celestial para conferir o Sacerdócio Aarônico a Joseph e Oliver, porque ele não podia ser encontrado em nenhum lugar do mundo. Era necessário que os céus se abrissem e um homem que possuía o Sacerdócio, e ainda o possui, viesse e o conferisse.

Depois disso, Pedro, Tiago e João, que possuíam o Sacerdócio de Melquisedeque, conferiram esse Sacerdócio a Joseph e Oliver, e o Senhor ordenou a organização da Igreja, com uma Presidência, que consistia de um presidente e dois conselheiros; também um Quórum dos Doze Apóstolos, um Patriarca, Sumos Sacerdotes, Setentas, Élderes, Sacerdotes, Mestres e Diáconos; o mesmo tipo de organização existente na igreja primitiva, no tocante à autoridade.5

A mesma autoridade que [Joseph Smith] tinha foi conferida a seus filhos, e nosso Pai Celestial exigirá deles que ministrem as ordenanças do Evangelho. A responsabilidade que Joseph Smith recebeu não se perdeu quando ele partiu, mas foi colocada sobre outros ombros. Nosso Pai Celestial ergueu, de tempos em tempos, aqueles que tinham autoridade para falar em Seu nome, para administrar as ordenanças do evangelho e para abençoar os filhos dos homens. Eles compartilharam essa honra com vocês e com seus filhos.6

Sinto-me grato pelo Senhor ter revelado o evangelho novamente em nossos dias e em nossa época. O Pai e o Filho apareceram; homens que possuíam o Sacerdócio no passado vieram e conferiram esse Sacerdócio a homens humildes, que por sua vez receberam o mandamento de conferi-lo a outros. Assim, o evangelho e o Sacerdócio foram colocados à disposição de todos os que se qualificarem para recebê-lo, e essa é a maneira do Senhor.7

Vocês, rapazes que possuem o Sacerdócio, têm uma missão realmente extraordinária. Sobre vocês foi conferida autoridade divina. Vocês não obtiveram seu direito de pregar e ensinar o evangelho e de oficiar em suas ordenanças como resultado de estudos em uma faculdade ou universidade. Receberam sua autoridade de homens divinamente comissionados para agir como servos do Senhor, e ele foi conferido a vocês por aqueles que o receberam diretamente de Jesus Cristo, nosso Senhor.8 [Ver sugestão 3 da página 54.]

O poder e a autoridade de Deus somente podem ser encontrados em Sua Igreja verdadeira.

Ouvi homens perguntarem: “Em que aspectos sua Igreja oferece mais benefícios do que outras igrejas?” Procurei, com muito tato, explicar-lhes a diferença. Qualquer organização pode reunir-se para adorar, mas isso não lhes concede autoridade divina. Qualquer grupo de igrejas pode reunir-se e organizar comunidades eclesiásticas. Isso não lhes confere autoridade divina. Os homens podem unir-se para bons propósitos, mas a autoridade do Pai Celestial somente é obtida à maneira Dele. No passado, Sua maneira era chamar e ordenar homens e designá-los para o trabalho. O mesmo acontece em nossos dias. (…)

As pessoas precisam compreender que o simples fato de se inclinarem perante o Senhor em oração não lhes dá autoridade divina. O cumprimento de exigências feitas em relação a honestidade, virtude, lealdade, etc., não lhes dá autoridade divina. (…) Não é suficiente orar e frequentar a igreja. É preciso ter autoridade divina, e foi a declaração de que possuímos essa autoridade que resultou em grande parte da perseguição que a Igreja tem sofrido desde seu princípio. Mas essa é a verdade, e muitos dos filhos de nosso Pai estão começando a observar os efeitos da autoridade divina que existe nesta Igreja ao verem o desenvolvimento que ocorre na vida de homens e mulheres.9 [Ver sugestão 4 da página 54.]

Pessoalmente não desejo dar a entender que esteja procurando falhas e criticando as pessoas que fazem parte das várias denominações religiosas existentes no mundo. Sinto-me grato por haver em muitas delas bons homens e mulheres que acreditam Nele e que servem a Deus com a luz que possuem. Mas permanece o fato de que nosso Pai estabeleceu Sua Igreja neste mundo. Ele conferiu em nossos dias Sua autoridade aos homens, e não há outra autoridade no mundo que Ele reconheça a não ser a que Ele próprio instituiu.10 [Ver sugestão 5 da página 54.]

As ordenanças do Sacerdócio são essenciais para que entremos no reino celestial.

Se fôssemos iguais a todas as outras denominações, poderíamos buscar o Senhor e receber Suas bênçãos, porque todo homem que faz o bem neste mundo recebe uma bênção; poderíamos ter todas as virtudes de vital importância e incorporá-las a nossa vida, mas sem o poder de Deus e a autoridade do santo Sacerdócio não seria possível aos homens alcançar o reino celestial.11

O único plano que vai preparar os homens para o reino celestial é o plano que foi dado por Jesus Cristo, nosso Senhor; e a única autoridade que vai qualificar os homens para ensinar e para oficiar devidamente nas ordenanças do evangelho é a autoridade de Jesus Cristo, nosso Senhor.12

Joseph Smith Jr. foi chamado por Deus para ser Seu profeta, e por meio dele foi restaurado na Terra o Santo Sacerdócio de Melquisedeque, que é o poder de Deus delegado ao homem para agir em Seu nome. Por meio desse Sacerdócio, toda ordenança do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo que é necessária para a salvação dos filhos do homem é administrada com autoridade.13

Como seríamos afetados se tivéssemos que nos separar da autoridade que Deus nos conferiu? Isso significaria que as portas do reino celestial estariam fechadas para nós. Significaria que a bênção suprema que fomos ensinados a buscar desde a infância não seria realizada. (…) A companhia de meus entes amados, (…) que me são tão queridos quanto a própria vida, não poderia ser desfrutada no reino celestial.14

O sacerdócio (…) é uma bênção que, se formos fiéis, abrirá as portas do reino celestial e nos dará um lugar para habitar por todas as eras da eternidade. Não ajam com leviandade em relação a essa bênção inestimável.15 [Ver sugestão 6 da página 54.]

Os portadores do sacerdócio têm a responsabilidade de levar uma vida exemplar e de usar o sacerdócio para abençoar as pessoas.

Como é belo compreender que os homens que são dignos podem receber [o] sacerdócio e, com a autoridade que lhes é conferida, fazer tantas coisas que são uma bênção para os outros filhos de nosso Pai.16

Não podemos sair pelo mundo e encontrar em qualquer outra igreja, ou em todas as outras igrejas, (…) homens que possuam autoridade divina. Não se esqueçam disso. Vocês pertencem a um grupo seleto de homens (…) que por imposição de mãos receberam autoridade divina, tornando-se sócios do Mestre do Céu e da Terra. Não estou dizendo que vocês não possam rir, sorrir e desfrutar a vida, mas quero dizer que deve haver uma profunda conscientização em cada alma de que “Sou guardador de meu irmão. Possuo a autoridade do Senhor Jesus Cristo — sou portador do Santo Sacerdócio”. Se fizermos isso, não agiremos levianamente em relação às coisas sagradas, como alguns fizeram no passado.17

O fato de possuírem o Sacerdócio será uma condenação para muitos homens, devido à maneira como eles o tratam, considerando-o algo muito comum.18

Alguns homens acham que, por possuírem o Sacerdócio, isso lhes garante um modo especial de se comportarem no lar. Quero dizer-lhes que vocês, homens que possuem o Sacerdócio, jamais chegarão ao Reino Celestial a menos que honrem sua mulher e sua família e que os instruam e lhes concedam as bênçãos que desejam para si mesmos.19

A autoridade de nosso Pai Celestial está na Terra para abençoar a humanidade, e não para tornar aqueles que recebem essa autoridade arrogantes mas, sim, humildes; não para fazer com que os que receberam privilégios especiais se sintam maiores do que os outros, mas para tornar-nos humildes na alma, fervorosos no coração e atenciosos com todos os homens em tudo o que fizermos, sendo assim, por meio de nossa vida justa, um exemplo daquilo que o Pai Celestial deseja que ensinemos.20

O fato de sermos membros da Igreja e de possuirmos o Sacerdócio não nos levará a lugar algum a menos que sejamos dignos. O Senhor disse que toda bênção que desejamos se baseia na obediência a Seus mandamentos. Podemos enganar nossos semelhantes e podemos enganar a nós mesmos com a noção de que estamos nos saindo bem, mas, a menos que guardemos os mandamentos de nosso Pai Celestial, a menos que portemos dignamente este santo Sacerdócio que é tão precioso, não encontraremos nosso lugar no reino celestial.21

A vocês, irmãos (…), foi conferida uma oportunidade sagrada, uma responsabilidade sagrada. Vocês receberam as bênçãos do santo Sacerdócio. Foi-lhes conferida autoridade divina, e essa autoridade é acompanhada da responsabilidade de erguer a voz e conduzir-se na vida de modo que as pessoas do mundo conheçam a diferença entre o evangelho de Jesus Cristo e as outras organizações do mundo.22

Onde quer que esteja, lembre-se de que você representa aquele que é o criador de nosso ser. O sacerdócio que você possui não é o sacerdócio de Joseph Smith, ou de Brigham Young, ou de qualquer outro homem que foi chamado para a liderança da Igreja neste país ou no exterior. O sacerdócio que você possui é o poder de Deus, que lhe foi conferido do alto. Santos mensageiros foram enviados à Terra (…) para restaurar essa gloriosa bênção que estivera perdida na Terra por centenas de anos. Sem dúvida devemos ser gratos por nossas bênçãos.23

Oro para que o Senhor abençoe todos nós, que sejamos dignos de possuir o sacerdócio que Ele nos ofereceu e nos conferiu, que, onde quer que estejamos, as pessoas possam dizer: “Aquele homem é um servo do Senhor”.24 [Ver sugestão 7 da página 54.]

Sugestões para Estudo e Ensino

Leve em consideração estas sugestões ao estudar o capítulo ou ao preparar-se para ensinar. Para auxílios adicionais, ver páginas V–VII.

  1. 1.

    Pense no que o Presidente Smith descreveu nas páginas 45–47. O que podemos fazer para ajudar os rapazes a se preparar para ser ordenados a ofícios no sacerdócio? O que podemos fazer para ajudar as moças a compreender a importância do poder do sacerdócio na vida delas? Por que é importante que os homens e as mulheres aprendam a respeito do sacerdócio?

  2. 2.

    Por que foi “necessário que o Salvador (…) [restaurasse a autoridade divina” (página 47) durante Seu ministério terreno, além de ensinar o evangelho?

  3. 3.

    Leia a página 49 e o primeiro parágrafo da página 50. Por que você acha que o Senhor coloca Sua autoridade ao alcance de todo homem digno, em vez de restringi-lo a uns poucos homens com instrução formal?

  4. 4.

    O Presidente Smith referiu-se ao “desenvolvimento que ocorre na vida de homens e mulheres” graças ao sacerdócio (página 50). O que essa declaração significa para você? O que você pode fazer para cultivar o poder e a influência do sacerdócio em sua vida?

  5. 5.

    Ao estudar a seção que começa na página 50, pense em como você responderia à pergunta que foi feita ao Presidente Smith: “Em que aspectos sua Igreja oferece mais benefícios do que outras igrejas?”

  6. 6.

    Estude a seção que começa na página 51. Quais são algumas das “bênçãos inestimáveis” que você recebeu graças ao sacerdócio?

  7. 7.

    Ao estudar a última seção dos ensinamentos (páginas 52–53), procure as responsabilidades que o Presidente Smith disse que acompanham o sacerdócio. O que os membros do quórum do sacerdócio podem fazer para apoiar uns aos outros em suas responsabilidades? Como as mulheres podem ajudar os portadores do sacerdócio a serem leais a essas responsabilidades? O que os portadores do sacerdócio podem fazer para apoiar as mulheres no papel divino que elas têm?

Escrituras correlatas: João 15:16; Alma 13:1–3, 6–10; Doutrina e Convênios 84:19–22; Joseph Smith—História 1:68–72; Regras de Fé 1:5

Auxílio didático: “Testifique sempre que o Espírito o inspirar a fazê-lo e não só no fim das aulas. Crie oportunidades para seus alunos prestarem testemunho” (Ensino, Não Há Maior Chamado, página 45).

Show References

    Notas

  1.   1.

    Conference Report, outubro de 1948, pp. 180–181.

  2.   2.

    Conference Report, outubro de 1948, p. 186.

  3.   3.

    Conference Report, outubro de 1948, p. 190.

  4.   4.

    “The Church with Divine Authority”, Deseret News, 28 de setembro de 1946, seção da Igreja, p. 1, 6.

  5.   5.

    “The Church with Divine Authority”, p. 6.

  6.   6.

    Conference Report, abril de 1904, p. 64.

  7.   7.

    Conference Report, abril de 1934, pp. 28–29.

  8.   8.

    Conference Report, abril de 1927, p. 83.

  9.   9.

    Conference Report, abril de 1934, pp. 28–29.

  10.   10.

    Conference Report, abril de 1917, pp. 37–38.

  11.   11.

    Conference Report, outubro de 1926, p. 106.

  12.   12.

    Conference Report, abril de 1934, p. 30.

  13.   13.

    “Message to Sunday School Teachers”, Instructor, novembro de 1946, p. 501.

  14.   14.

    Conference Report, abril de 1925, p. 65.

  15.   15.

    Conference Report, abril de 1949, pp. 191–192.

  16.   16.

    Conference Report, outubro de 1950, p. 6.

  17.   17.

    Conferência de setentas e missionários de estaca, 4 de outubro de 1941, p. 7.

  18.   18.

    Conference Report, abril de 1948, p. 184.

  19.   19.

    Conference Report, abril de 1948, p. 184.

  20.   20.

    Conference Report, outubro de 1928, p. 94.

  21.   21.

    Conference Report, abril de 1943, pp. 91–92.

  22.   22.

    Conference Report, outubro de 1933, p. 25.

  23.   23.

    Conference Report, outubro de 1945, p. 118.

  24.   24.

    Conference Report, outubro de 1950, p. 182.