Capítulo 13: Fazer Nossa Parte para Compartilhar o Evangelho

Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: George Albert Smith, 2010


Há muitas maneiras pelas quais podemos participar da grande obra de pregação do evangelho restaurado de Jesus Cristo.

Da Vida de George Albert Smith

Além de servir por quase 48 anos como Autoridade Geral, George Albert Smith serviu três missões de tempo integral para a Igreja, inclusive dois anos como presidente da Missão Europeia. Ele incentivou os membros da Igreja a prepararem-se espiritualmente para o serviço missionário de tempo integral e a aceitarem os chamados quando vierem. Mas também ensinou a eles que não precisamos receber um chamado formal para pregar o evangelho. George Albert Smith foi um missionário a vida inteira e frequentemente lembrava aos membros da Igreja suas muitas oportunidades de compartilhar o evangelho com seus vizinhos e amigos e os incentivava a darem um bom exemplo como discípulos de Cristo.

O serviço prestado pelo Presidente Smith na Missão Europeia começou pouco depois da Primeira Guerra Mundial. Devido à guerra, o número de missionários na missão ficara drasticamente reduzido, e o empenho de aumentar esse número esbarrava na concessão de visto aos missionários, que era negada. Além disso, os inimigos da Igreja espalhavam histórias falsas sobre os santos dos últimos dias, criando preconceitos difíceis de superar. A despeito desses obstáculos, o Presidente Smith estava confiante de que o trabalho progrediria graças ao exemplo dado por fiéis santos dos últimos dias. Ele observou que, à medida que a Igreja se tornava mais conhecida, “seus membros eram respeitados por suas virtudes”, e os críticos “rapidamente se desfaziam de seus preconceitos, ao entrarem em contato direto com os santos dos últimos dias em seu dia a dia. (…) Eles então nos julgavam por nossos frutos, pelo que observavam pessoalmente, e essas informações, quando divulgadas, podiam ter apenas um efeito, que era o de ser-nos muito favorável.”1

Pouco depois de começar a servir como presidente da missão, ele escreveu aos membros da Igreja na Europa, lembrando-os da responsabilidade que tinham de compartilhar o evangelho e de ajudar a obra a progredir:

“Com plena confiança de que o Senhor vai influenciar o coração de todas as pessoas dignas em direção ao evangelho, quando elas o compreenderem, aproveitemos juntos a oportunidade de trabalhar enquanto há tempo. Vamos espalhar os ensinamentos do Mestre para a salvação tanto temporal quanto espiritual das boas pessoas da Inglaterra e de outros países da Missão Europeia.”2

Poucos meses depois, ele escreveu: “Todo membro da Igreja deve deleitar-se no ensino da verdade. Cada um de nós deve fazer algo todos os dias para levar a luz a nossos semelhantes. Todos são preciosos à vista de nosso Pai Celestial, e Ele vai recompensar-nos devidamente por iluminá-los. A responsabilidade que temos não pode ser tirada de nossos ombros”.3

Depois de voltar da Europa em 1921, George Albert Smith relatou na conferência geral: “Os preconceitos que existiam contra nós no passado foram em grande parte dissipados, e centenas e milhares de homens e mulheres ficaram conhecendo o trabalho que realizamos”. Ele então admoestou os santos a procurarem constantemente meios de compartilhar o evangelho com as pessoas: “Nosso problema é encontrar um meio pelo qual possamos apresentar o evangelho de nosso Senhor a todas as pessoas. É nosso problema, e com o auxílio Divino vamos encontrar um meio de solucioná-lo. Temos o encargo de procurarmos saber se existem meios pelos quais possamos fazer mais do que já estamos fazendo, se quisermos satisfazer as exigências de nosso Pai Celestial”.4 [Ver sugestão 1 da página 146.]

Ensinamentos de George Albert Smith

Todo membro da Igreja tem a responsabilidade de compartilhar o evangelho.

Sinto-me imensamente grato por meus privilégios na Igreja de Jesus Cristo, pelo convívio com os homens e as mulheres desta Igreja e de outras igrejas. Sinto-me grato por ter uma multidão de amigos de várias igrejas no mundo, espalhados por diversos lugares. Sinto-me grato por essas amizades, mas não ficarei satisfeito até que possa compartilhar com eles algumas das coisas que eles ainda não receberam.5

Enviamos missionários às nações do mundo para proclamar o evangelho como foi revelado nestes últimos dias. Mas nosso dever não é só esse. Bem a nossa porta, há centenas e milhares de filhos e filhas especiais de nosso Pai Celestial. Eles moram entre nós, tornamo-nos seus amigos, mas deixamos de ensinar-lhes, o quanto deveríamos, no tocante ao evangelho que sabemos ser o poder de Deus para a salvação. A Presidência da Igreja está fazendo tudo o que está ao alcance deles, dedicando seu tempo durante o dia, e frequentemente até tarde da noite, no interesse da Igreja. Os irmãos que trabalham com eles dedicam seu tempo liberalmente, viajando e ensinando os santos dos últimos dias e levando o evangelho aos filhos de nosso Pai. Os presidentes de estaca, sumos conselheiros, bispos das alas e seus assistentes trabalham incessantemente para abençoar as pessoas, e a recompensa deles está garantida. Mas será que estamos fazendo o que deveríamos fazer, para que, quando nos colocarmos diante do tribunal de nosso Pai Celestial, possamos dizer que cumprimos plenamente nosso dever para com nossos semelhantes, Seus filhos?6

Uma das primeiras revelações (…) de Doutrina e Convênios diz o seguinte:

“Agora eis que uma obra maravilhosa está para iniciar-se entre os filhos dos homens; (…)

Portanto, se tendes desejo de servir a Deus, sois chamados ao trabalho.” [D&C 4:1, 3]

Não é necessário que vocês sejam chamados para ir ao campo missionário para proclamarem a verdade. Comecem com o homem que mora ao lado, inspirando-lhe confiança, inspirando-o a amar vocês por causa de sua retidão, e seu trabalho missionário já terá começado.

“Porque eis que o campo já está branco para a ceifa.” [D&C 4:4]7

A divulgação da verdade não é responsabilidade alheia, mas é nossa responsabilidade cuidar para que o evangelho de Jesus Cristo em sua pureza seja ensinado aos filhos dos homens. Acaso isso não nos faz sentir gratos?8

Há uma grande oportunidade para todos nós. Gostaria de enfatizar o trabalho missionário individual de cada um de nós entre nossos vizinhos. Ficaremos surpresos, se fizermos o melhor possível, com o grande número dos que ficarão interessados, e eles não apenas ficarão gratos a nós por lhes termos levado a verdade e por termos aberto seus olhos para as glórias e bênçãos que nosso Pai Celestial preparou mas também nos amarão e terão gratidão a nós pelas eras da eternidade.

Há muitas coisas que o Senhor nos concedeu e que as outras pessoas ainda não receberam. Sem dúvida não podemos ser egoístas. Deve haver em nosso coração o desejo de compartilhar com toda alma, o quanto nos for possível, as jubilosas verdades do evangelho de Jesus Cristo.9

Portanto, ao seguirmos adiante, cada um de nós exercendo uma influência sobre nossos vizinhos e amigos, não sejamos tímidos. Não precisamos incomodar as pessoas, mas podemos fazer com que sintam e compreendam que estamos interessados, não em torná-los membros da Igreja por causa dos números, mas em trazê-los para a Igreja para que desfrutem as mesmas bênçãos que desfrutamos.10 [Ver sugestão 2 da página 146.]

Se levarmos uma vida exemplar, nossa influência pode incentivar outros a conhecer o evangelho.

Lembrem-se: todos temos responsabilidades. Talvez não sejamos chamados para um dever específico, mas em toda vizinhança há oportunidade para cada um de nós irradiar um espírito de paz, amor e felicidade, a fim de que as pessoas possam compreender o evangelho e ser trazidas para o redil.11

Há poucos dias, uma de nossas irmãs, em visita ao Leste, conversou com um homem instruído e ouviu dele: “Não acredito como você acredita, mas gostaria de acreditar. É muito belo”. E o mesmo acontece com muitos dos filhos de nosso Pai que, ao observarem o caráter desta obra, vendo as ações dos homens e das mulheres que aceitaram a verdade, se enchem de admiração com o que foi realizado, e com a paz e a felicidade que sentem aqueles que sinceramente acreditam, e desejam fazer parte disso, e o fariam se tivessem fé.12

Com frequência observei, e acho que a maioria de vocês que já serviu como missionário também pode confirmar, que nenhum bom homem ou mulher que sentiu a influência dos membros fiéis da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias deixa de elogiar o que observou enquanto estava em nosso meio. Quando nos deixam, às vezes é diferente, mas, enquanto estão sob essa influência que vem do Senhor, exercida por Seus servos que O servem, eles geralmente ficam felizes em elogiar o que viram e sentiram.13

O adversário tem exercido seu maior empenho para impedir a divulgação das verdades do evangelho. E é nosso dever, com tato, amor fraternal e fé, eliminar o preconceito que o adversário plantou no coração dos filhos de nosso Pai, desfazer a impressão falsa que existia, em alguns casos, até na mente de bons homens e mulheres, e ensinar-lhes o evangelho de nosso Senhor, que é o poder de Deus para a salvação para os que acreditam e obedecem a Ele.14

Creio que esta grande organização a que pertencemos deveria ser capaz de dar um exemplo tal que as pessoas que moram em nossa vizinhança e não são membros da Igreja, ao verem nossas boas obras, se viriam obrigados a glorificar o nome de nosso Pai Celestial. É assim que me sinto a esse respeito. Tudo o que precisamos fazer é dar o exemplo, ser bons homens e mulheres, e eles vão observar isso. Então, talvez nos concedam a oportunidade de ensinar-lhes as coisas que eles não conhecem.15

Se nós, como membros da Igreja, estivermos guardando os mandamentos de Deus, se estivermos dando à verdade o valor que deveríamos dar, se nossa vida for condizente com as belezas de seus ensinamentos, de modo que nossos vizinhos, ao observarem nossa conduta, sejam induzidos a buscar a verdade, estaremos fazendo um esplêndido trabalho missionário.16 [Ver sugestão 3 da página 146.]

Participamos do trabalho missionário ajudando a preparar futuros missionários e sustentando-os em sua missão.

Não temos apenas a missão de ensinar o evangelho de Jesus Cristo e de vivê-lo, mas temos a missão de enviar ao mundo nossos filhos e nossas filhas, à medida que forem chamados, de tempos em tempos, para trabalhar no ministério da Igreja. Ao partir, eles devem ter sido instruídos a ponto de serem inflexíveis às tentações do adversário, pois devem ser os mais puros, virtuosos e justos que puderem ser na vida, e assim a influência de sua própria presença será sentida por aqueles com quem entrarem em contato. O Espírito de Deus não habita em tabernáculos impuros, mas Seu Espírito habitará com os que se mantiverem puros e limpos.

Portanto, criemos nossos filhos e nossas filhas sob a influência do Espírito de Deus.17

Não deixem que seus filhos cresçam sem ensinar-lhes os princípios do evangelho de Jesus Cristo. Não esperem até enviá-los para o campo missionário para que aprendam o que o evangelho significa. Lembro que, quando eu estava no Sul [como missionário], há cinquenta e cinco ou sessenta anos, um homem que havia sido criado em uma grande família disse: “Não sei o que dizer. Não sei o que dizer a essas pessoas”.

“Ora”, disse um dos irmãos, “ensine-lhes a Bíblia. Abra sua Bíblia e leia Gênesis.” Ele disse: “Não sei onde fica Gênesis na Bíblia”, embora tivesse saído de um (…) lar de santos dos últimos dias para levar a mensagem de vida e salvação para as pessoas que moravam no Sul. No entanto, não se passou muito tempo até haver uma mudança em sua mente. Ele recebeu um testemunho da verdade por meio do estudo e da oração, e sabia que o evangelho estava na Terra, e podia erguer-se por conta própria e prestar livremente o testemunho de que o evangelho de Jesus Cristo era verdadeiro.18

Fico impressionado com a importância da preparação para o trabalho. Não basta apenas que o rapaz manifeste a vontade, por causa da confiança que tem nos pais, de fazer o que eles querem que ele faça, ou seja, sair pelo mundo e pregar o evangelho; não é suficiente que ele atenda ao chamado para o serviço missionário que nosso Pai Celestial faz de tempos em tempos por meio de Seus servos, mas também é necessário que ele se qualifique para o trabalho, examine as escrituras e aprenda o que o Senhor quer que ele saiba. É importante que nossos filhos e nossas filhas se tornem firmes em sua fé e saibam, como seus pais o sabem, que esta é a obra de nosso Pai. (…)

Uma dezena de homens qualificados para o trabalho vale mais no campo missionário do que uma centena dos que ignoram a verdade e que eles próprios precisam ser ensinados antes de serem capazes de explicá-la às pessoas.

Esta é a obra de nosso Pai e não podemos tratá-la com leviandade. É da maior importância para nós. Esforcemo-nos (…) para firmar a fé em nossos filhos, para que estejam dispostos a atender a todo chamado e dizer do fundo da alma: “Estou pronto para ir aonde quer que meu Pai Celestial deseje que eu vá”.19 [Ver sugestão 4 da página 146.]

Foi-nos pedido (…) que enviássemos nossos filhos e nossas filhas para o campo missionário. (…) Foi uma alegria para mim ver homens e mulheres economizarem e planejarem a fim de que seus filhos pudessem sair em missão. Há poucas semanas, um rapaz (…) partiu para o campo missionário, e suas duas irmãs (…) estão-lhe enviando parte do pequeno salário delas para que ele desfrute a bênção de uma missão. Ele é o primeiro de uma família de muitos filhos a ir para o campo missionário a fim de pregar a verdade. (…) Conheço a alegria que advirá ao coração daquelas duas boas mulheres que tiveram fé para doar o que tinham a seu irmão, para que ele servisse ao Senhor no campo. Elas receberão as bênçãos advindas do ensino do Evangelho, tanto quanto é possível receber sem servir pessoalmente.20

Penso (…) em nossos representantes no campo missionário, espalhados por diversas partes deste país e em algumas terras estrangeiras. Orem por eles, irmãos e irmãs. Eles precisam da ajuda do Senhor e necessitam de nossa fé e nossas orações. Escrevam para eles e incentivem-nos, para que, ao receberem uma carta de casa, eles saibam que são lembrados o tempo todo.21

Participamos do trabalho missionário preparando-nos pessoalmente para servir.

Não demorará muito para que haja demanda de homens e mulheres capazes desta Igreja para ensinar a verdade em partes da Terra onde até aqui temos sido excluídos. E, se quisermos ter alegria eterna no reino de nosso Pai com aqueles com que Ele nos abençoou aqui, não sejamos egoístas na vida: Preparemo-nos para o trabalho, e saiamos pelo mundo e proclamemos a verdade, quando a oportunidade chegar, e sejamos instrumentos nas mãos de nosso Pai para levar Seus filhos de volta a Ele, ensinando-lhes as belezas de Seu evangelho.22

Há apenas poucos anos, muitos de meus amigos estavam bem de vida, tinham as comodidades da vida e muitos dos luxos, e, quando lhes era requerido que fossem para o campo missionário, alguns diziam: “Não posso deixar meu negócio, não conseguirei sobreviver se partir e deixar o que tenho”. Mas seus negócios se foram e os deixaram. As coisas sem as quais eles achavam que não sobreviveriam desapareceram de suas mãos, e muitos daqueles mesmos homens ficariam felizes hoje se pudessem voltar dez anos no tempo, e, se fossem então chamados para partir a serviço do Senhor, pudessem dizer: “Vou dar um jeito em minhas coisas e fico feliz com a oportunidade que me é oferecida de ser um ministro de vida e salvação”.

(…) Pensem em nossas oportunidades e nossos privilégios, no que significa poder entrar na casa dos homens honrados do mundo e ensinar-lhes o evangelho de Jesus Cristo; pensem no que significa estar com homens que não possuem a autoridade divina e ensinar-lhes o plano de salvação e explicar-lhes o modo pelo qual eles também poderão desfrutar as bênçãos da autoridade divina que vocês usufruem.

Sinto que alguns de nós são egoístas. Estamos tão felizes por desfrutar nossas bênçãos, tão contentes por estar rodeados dos confortos da vida e por conviver com os melhores homens e mulheres que podem ser encontrados no mundo, que nos esquecemos de nosso dever para com os outros. Quão felizes poderíamos estar se nos esforçássemos para ser mais capazes de fazer o bem no mundo, ministrando aos que ainda não compreenderam o evangelho de nosso Senhor.

Muitos de nós passaram da metade da vida, muitos estamos terminando nosso trabalho. A Igreja precisa de missionários no campo. Homens que compreendam o evangelho e estejam dispostos a dar a vida por ele, se necessário, e, quando digo que precisamos de missionários, quero dizer que o mundo precisa deles.23

Nosso campo missionário está diante de nós. Os filhos e as filhas de nosso Pai precisam de nós. (…) Há nesta Igreja milhares de homens e mulheres capazes de ensinar o evangelho e que podem tornar-se mais capazes cumprindo seu dever no campo missionário. Eles serão abençoados com os meios, o suficiente para levá-los a desempenhar o trabalho que o Senhor deseja que realizemos.24

Agora que o tempo está próximo, quando serão removidos os impedimentos e derrubadas as barreiras que foram levantadas para a pregação do evangelho, quando o som da voz do Senhor chegará a vocês, por meio de Seus servos, dizendo: “Preparem-se para ir ao mundo e pregar o evangelho”, não façam como Jonas fez, não tentem esconder-se ou fugir de seu dever, não deem desculpas dizendo que não têm os meios necessários para servir, não interponham coisas tolas no caminho de sua visão, coisas que os impeçam de ver a vida eterna na presença de nosso Pai Celestial, que só pode ser alcançada por meio da fé e devoção a Sua causa. Que todo homem coloque sua casa em ordem; que todo homem que possui o sacerdócio coloque sua vida em ordem e, quando chegar o chamado feito pelos servos do Senhor, dizendo que vá ao mundo para ensinar a verdade, para advertir os filhos dos homens, como nosso Pai exige que sejam advertidos, que nenhum homem se esconda atrás de alguma coisa tola, para ser engolido, não por um grande peixe, mas pelas coisas tolas do mundo. [Ver Jonas 1:1–17.]25

Não é uma tarefa fácil, não é uma coisa agradável, talvez, ser chamado para o mundo, deixar nossos entes queridos, mas eu digo para vocês que isso vai garantir para os que forem fiéis, para os que cumprirem essa obrigação que lhes for exigida, paz e felicidade além de todo o entendimento, e vai prepará-los para que, no devido tempo, quando o trabalho da vida estiver concluído, eles estejam na presença do seu Criador, aceitos por Ele por causa do que fizeram.26

Oro para que Seu Espírito esteja em toda [a Igreja], que o amor dos filhos de nosso Pai esteja em nosso coração, para que possamos sentir a importância de nossa missão no mundo; ao nos apegarmos a coisas que não são nossas, que nos foram apenas emprestadas como administradores, não esqueçamos a dádiva de valor incalculável, o privilégio inestimável, que está a nosso alcance, de ensinar o evangelho e salvar a alma dos filhos dos homens.27 [Ver sugestão 5 na página 147.]

Sugestões para Estudo e Ensino

Leve em consideração estas sugestões ao estudar o capítulo ou ao preparar-se para ensinar. Para auxílios adicionais, ver páginas V–VII.

  1. 1.

    Pondere as palavras do Presidente Smith em “Da Vida de George Albert Smith” (páginas 135–137). Por que você acha que ele estava tão otimista em relação ao trabalho missionário na Europa apesar da oposição que enfrentava? Como seu exemplo pode ajudá-lo caso seus familiares ou amigos recusem o convite de aprender a respeito do evangelho?

  2. 2.

    Estude a primeira seção dos ensinamentos (páginas 138–139). Que métodos você descobriu serem mais eficazes em seu empenho de compartilhar o evangelho com seus vizinhos e amigos?

  3. 3.

    Ao ler a seção que começa na página 138, pense em uma situação que você conheça em que o exemplo de um membro da Igreja levou alguém a aprender mais sobre a Igreja. Quais são alguns outros motivos pelos quais o cumprimento dos padrões da Igreja é tão importante no trabalho missionário?

  4. 4.

    Nas páginas 141–143, procure coisas que os missionários em perspectiva precisam fazer para prepararem-se espiritualmente para sua missão (ver também D&C 4). O que os pais podem fazer para ajudar os filhos e as filhas a se prepararem? Como os quóruns do sacerdócio e as irmãs da Sociedade de Socorro podem ajudar?

  5. 5.

    Estude a última seção dos ensinamentos (páginas 143–146). Quais são algumas das “coisas tolas” que podem impedir-nos de servir missão? Quais são algumas das bênçãos que advêm do serviço prestado pelos missionários idosos? Pondere o que você precisa fazer para preparar-se pessoalmente para o serviço missionário.

Escrituras correlatas: Mateus 5:14–16; Marcos 16:15–16; I Timóteo 4:12; Alma 17:2–3; Doutrina e Convênios 31:1–8; 38:40–41

Auxílio didático: “Quando você utiliza atividades diversificadas, os alunos conseguirão compreender melhor os princípios do evangelho e fixá-los. Um método cuidadosamente escolhido pode tornar um princípio mais claro, interessante e memorável” (Ensino, Não Há Maior Chamado, página 89).

Show References

    Notas

  1.   1.

    “New Year’s Greeting”, Millennial Star, 6 de janeiro de 1921, p. 2.

  2.   2.

    “Greeting”, Millennial Star, 10 de julho de 1919, p. 441.

  3.   3.

    “New Year’s Greeting”, Millennial Star, 1º de janeiro de 1920, p. 2.

  4.   4.

    Conference Report, outubro de 1921, pp. 37–38.

  5.   5.

    Conference Report, outubro de 1950, p. 159.

  6.   6.

    Conference Report, abril de 1916, p. 46.

  7.   7.

    Conference Report, outubro de 1916, pp. 50–51.

  8.   8.

    Conference Report, outubro de 1929, p. 23.

  9.   9.

    Deseret News, 25 de junho de 1950, seção da Igreja, p. 2.

  10.   10.

    Conference Report, abril de 1948, p. 162.

  11.   11.

    Conference Report, abril de 1950, p. 170.

  12.   12.

    Conference Report, outubro de 1913, p. 103.

  13.   13.

    Conference Report, abril de 1922, p. 49.

  14.   14.

    “The Importance of Preparing”, Improvement Era, março de 1948, p. 139.

  15.   15.

    Conference Report, abril de 1941, p. 26.

  16.   16.

    Conference Report, outubro de 1916, p. 49.

  17.   17.

    Conference Report, outubro de 1932, p. 25.

  18.   18.

    Conference Report, outubro de 1948, p. 166.

  19.   19.

    “The Importance of Preparing”, p. 139.

  20.   20.

    Conference Report, abril de 1935, p. 45.

  21.   21.

    Conference Report, outubro de 1941, p. 98.

  22.   22.

    Conference Report, outubro de 1916, p. 51.

  23.   23.

    Conference Report, outubro de 1933, pp. 27–28.

  24.   24.

    Conference Report, abril de 1946, p. 125.

  25.   25.

    Conference Report, junho de 1919, p. 44.

  26.   26.

    Conference Report, abril de 1922, p. 53.

  27.   27.

    Conference Report, outubro de 1916, p. 51.