Capítulo 15: Levar Adiante a Obra do Senhor

Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: George Albert Smith, 2010


Deus dirige Sua obra e Ele conclama todo membro da Igreja a participar da tarefa de levá-la adiante.

Da Vida de George Albert Smith

Quando George Albert Smith foi chamado para o Quórum dos Doze Apóstolos, em 1903, havia pouco mais de 300.000 membros da Igreja. O Presidente Smith regozijava-se nesse crescimento porque isso significava que a mensagem de salvação estava chegando a um número cada vez maior de pessoas. “Quão felizes devemos ser”, disse ele a uma congregação da conferência geral de 1950, “não porque o número de membros da organização a que pertencemos tenha crescido, mas porque mais dos filhos de nosso Pai, mais de Seus filhos e Suas filhas, foram levados a um entendimento da verdade, e entraram para Sua organização, preparada por Ele, para ensinar-nos o caminho da vida e guiar-nos pelo caminho para a felicidade eterna.”1

De 1903 até o falecimento do Presidente Smith em 1951, a Igreja enfrentou muitos desafios em relação a seu progresso no mundo inteiro. Acontecimentos como a Primeira Guerra Mundial, a Segunda Guerra Mundial e a Grande Depressão (uma crise econômica abrangente) limitou drasticamente o número de missionários que podiam ser enviados para o exterior. Apesar dessas dificuldades, George Albert Smith manteve-se confiante em que a Igreja continuaria a crescer e a cumprir seu destino de “encher toda a terra” (Daniel 2:35). Em 1917, no auge da Primeira Guerra Mundial, ele disse aos santos: “Não fico desanimado por esta verdade não encontrar seu caminho mais rapidamente. Pelo contrário, vejo nos acontecimentos de hoje a influência da mão de um Pai onisciente Que prepara o caminho para a pregação do evangelho que Ele restaurou à Terra em nosso dias”.2

Embora a primeira metade do século vinte tenha-se deparado com desafios significativos, nela também surgiram novas tecnologias que o Presidente Smith acreditava que seriam empregadas para levar adiante a obra do Senhor. Ele apoiou firmemente a indústria da aviação, vendo nela um meio de cumprir seus encargos de viagem, como Autoridade Geral, de modo mais eficiente. Também apoiou o uso do rádio e da televisão pela Igreja para levar a palavra do Senhor a um público maior. “Devemos considerar essas [invenções] como bênçãos do Senhor”, disse ele. “Elas aumentam imensamente nossa capacidade. Elas podem realmente tornar-se bênçãos se as utilizarmos em retidão para a divulgação da verdade e para o progresso da obra do Senhor entre os homens. O grande desafio que o mundo enfrenta hoje está no uso que fazemos de muitas dessas invenções. Podemos usá-las para destruir, como às vezes foi feito no passado, ou podemos utilizá-las para iluminar e abençoar a humanidade, como nosso Pai Celestial deseja que o façamos.”3

Em um discurso de conferência geral, em 1946, o Presidente Smith profetizou sobre o uso dessas tecnologias: “A daqui não muito tempo, deste púlpito e de outros lugares que serão providenciados, os servos do Senhor poderão transmitir mensagens a grupos isolados que estão bem distantes que não podem ser alcançados. Desse e de outros modos, o evangelho de Jesus Cristo nosso Senhor, o único poder de Deus para a salvação em preparação para o reino celestial, será ouvido em todas as partes do mundo, e muitos de vocês que estão aqui viverão para ver esse dia chegar”.4 [Ver sugestão 1 e 4 da página 168.]

O Presidente Smith sabia que a obra da Igreja era bem-sucedida porque era a obra do Senhor, e Ele ensinou aos santos que a oportunidade de participar dessa obra é uma bênção do Senhor oferecida a cada membro de Sua Igreja. Durante a primeira conferência geral, depois de ele ter sido designado Presidente da Igreja, ele disse: “Compreendo a grande responsabilidade que está sobre meus ombros. Sei que, sem a ajuda do Pai Celestial, a organização com a qual nos identificamos não pode ter sucesso. Nenhum homem ou grupo de homens pode torná-la bem-sucedida, mas, se os membros desta Igreja continuarem a guardar os mandamentos de Deus, a viver sua religião, a dar um exemplo para o mundo, [e] a amar seus semelhantes como a si mesmos, seguiremos adiante, e uma felicidade maior fluirá até nós”.5

Ensinamentos de George Albert Smith

Há, para todo membro, amplas oportunidades de participar da obra do Senhor.

A responsabilidade de conduzir esta obra não cai somente sobre [o Presidente da Igreja], nem sobre seus conselheiros, nem sobre o Quórum dos Apóstolos, mas também sobre todo homem e toda mulher que foi batizado pelos servos de Deus e se tornou membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. (…) Não podemos passar essa responsabilidade a outros se assim quisermos; nosso Pai a colocou sobre nossos ombros e precisamos assumi-la e ajudar a cumpri-la de modo triunfante.6

Creio em vocês, meus irmãos e minhas irmãs. Tenho confiança em sua fé e em sua integridade. (…) Cada um de vocês [é] responsável perante [o Senhor] pela promoção desta obra, tal como aqueles que os presidem. Não posso dizer “Sou eu guardador do meu irmão?” Não posso passar essa responsabilidade a outro (…) , mas, sendo filho de nosso Pai, preciso fazer minha parte, preciso carregar a parte do fardo que o Senhor colocou sobre mim, e, se eu me esquivar disso, então me darei conta de que desperdicei a bênção que receberia pela obediência aos mandamentos de nosso Pai.7

Quão ansiosos devemos estar para fazer o bem. É servo indolente aquele que espera até ser impelido em todas as coisas. [Ver D&C 58:26–27.] Nosso Pai Celestial espera que magnifiquemos nosso chamado, não importa onde possa ser, não importa quão humilde seja nossa situação na vida.8

Não é necessário que um homem seja membro do Quórum dos Doze ou da Presidência da Igreja para obter as maiores bênçãos do reino de nosso Pai Celestial. Esses são ofícios obrigatórios na Igreja, e há muitos homens dignos, fiéis e dedicados para preencher esses ofícios cujo tempo e talentos são necessários na Igreja inteira. (…) Lembrem-se de que entre os membros da Igreja inteira há muitas oportunidades para todo homem e toda mulher fazer algo para abençoar seus semelhantes e para levar adiante a obra do Senhor.9

Há uma tendência por parte de alguns portadores do sacerdócio e de alguns que ocupam cargos na Igreja de negligenciar as reuniões sacramentais e outros deveres importantes, restringindo seus labores a algum cargo especial. Podem ser líderes e professores da Escola Dominical que, quando desempenham seu trabalho didático aos domingos, consideram isso suficiente; ou talvez sejam líderes dos [Rapazes ou das Moças], ou da Primária, ou de genealogia ou de bem-estar, ou membros que tenham alguma outra designação, e, se desempenharam suas obrigações nesse sentido, consideram seu dever inteiramente cumprido.

Por mais que amemos e abençoemos todas essas pessoas pelo grande serviço que prestam, sentimo-nos obrigados a lembrar que é exigido de todos nós viver de cada palavra que procede da boca de nosso Pai Celestial [ver D&C 84:44]. De modo geral, as designações especiais não nos eximem de nossas outras obrigações. E as reuniões especiais geralmente não tomam o lugar ou substituem as reuniões gerais da Igreja. E, muito além de nossas obrigações e atribuições especiais, espera-se que nos comportemos a cada dia como santos dos últimos dias no sentido mais amplo do termo, de modo que, caso vejamos aflição ou carência, ou a necessidade de conselho e orientação em qualquer ocasião, devemos agir imediatamente como verdadeiros servos do Senhor.

E depois há aqueles que aceitam uma filiação nominal na Igreja, mas que parecem sentir-se isentos de prestar qualquer tipo de serviço. Porém, cedo ou mais tarde eles sentem um desconforto no coração, e questionam seus pensamentos, como todos nós fazemos quando deixamos de realizar aquilo que sabemos ser nosso pleno dever. O homem que vive de acordo com o evangelho de Jesus Cristo nunca tem dúvidas em relação a seu sucesso; mas o homem que negligencia seu dever, que deixa de cumprir seus convênios, perde o Espírito do Senhor e depois começa a questionar sobre o destino de Sião. (…)

Sempre que fizerem todo o seu dever, vocês vão saber, tal como sabem que vocês vivem, que esta é a obra de nosso Pai, e que Ele vai fazê-la triunfar.10

Não conseguem ver que uma obra maravilhosa e um assombro está em andamento? Não conseguem ver que nós, individualmente, somente contribuímos com a moeda da viúva, mas a multidão se uniu, e a palavra do Senhor foi pregada entre os filhos dos homens, não de modo militante, mas com bondade e amor, com o desejo de abençoar toda a humanidade?11 [Ver sugestão 2 da página 168.]

A oposição não impedirá o progresso da Igreja, porque esta é a obra de Deus, e não do homem.

A Igreja começou com apenas seis membros. Cresceu dia a dia, a despeito da oposição do adversário. Mas, se não fosse o vigoroso braço da retidão, se não fosse o cuidado vigilante de nosso Pai Celestial, esta Igreja teria sido esmagada como uma concha, há muito tempo. Contudo, o Senhor disse que nos manteria a salvo, e prometeu-nos proteção se honrássemos e cumpríssemos Seus mandamentos.12

O crescimento desta Igreja não se deu por ela agradar às pessoas. Aconteceu a despeito da oposição dos homens sábios do mundo, apesar da oposição de mestres religiosos, e continua a reunir, aqui e ali, espíritos escolhidos que vivem de modo a poderem compreender a verdade.13

Estive lendo o diário de meu avô, George A. Smith. (…) Li suas experiências pessoais, algumas extremamente dolorosas e outras milagrosas. Em sua juventude, ele foi enviado a pregar o evangelho de nosso Senhor. Teve experiências já vivenciadas por outros homens que foram chamados ao ministério. Pessoas de mente maligna fizeram falsas acusações contra ele e seus companheiros, mas ele continuou fiel, e o Senhor os justificou e os tornou grandes aos olhos das pessoas e deu-lhes um testemunho da divindade desta obra, que foi tão positivo que nenhuma tarefa lhes era demasiadamente difícil a fim de divulgarem a verdade.

Meu avô fazia parte do grupo enviado à Inglaterra, em 1839, para pregar o Evangelho. Ali, o adversário procurou desanimá-los de todas as maneiras. O diário que escreveram na época revela que foram acusados falsamente por homens malignos e atacados por maus espíritos, mas o Senhor os preservou, e eles realizaram um grande trabalho. Oito dos membros do Quórum dos Doze estavam ali naquela época. Entre os que foram chamados para a Inglaterra havia homens que não tinham recursos para pagar sua viagem, mas partiram de seu lar a pé. Devido a uma enfermidade prolongada, um daqueles homens ficou fraco demais para caminhar uns três quilômetros para pegar a diligência, mas foi ajudado por um amigo para percorrer essa distância. Eles tinham fé em Deus; sabiam que esta era Sua Igreja e por isso seguiram seu caminho, e amigos que não eram da Igreja foram movidos a dar-lhes dinheiro e a pagar sua passagem para atravessar o oceano, e eles transmitiram sua mensagem, e muitas pessoas fiéis aceitaram a verdade como fruto de seu ministério.14

Esta é a obra de Deus. Não é a obra de nenhum homem. Nenhum homem ou grupo de homens a levou adiante e a tornou bem-sucedida diante da oposição do mundo. Muitas vezes aqueles [que se opunham a obra] sentiram que o fim da Igreja havia chegado, e a cada vez, pela grandiosidade de Seu poder, o Senhor a ergueu, e ela foi adiante, de cidade em cidade, de vila em vida, de nação em nação.15

Sei que há muitos problemas e que haverá problemas ainda maiores à medida que os dias se passarem, mas o mesmo Pai Celestial Que conduziu os filhos de Israel, Que salvou da destruição Daniel e os três jovens hebreus, o mesmo Pai Celestial Que preservou nossos antepassados que chegaram ao [Vale do Lago Salgado] e Que os estabeleceu aqui, e Que os abençoou e Que tornou possível, na pobreza do povo, que eles tivessem este grande templo [de Salt Lake] e outros grandes templos, (…) esse mesmo Pai, seu e meu, está pronto a derramar Suas bênçãos sobre nós hoje em dia.16

Não há motivo para desânimo. O evangelho de Jesus Cristo continua a se espalhar. Temos a promessa de nosso Pai Celestial de que Ele continuará a se espalhar. Nenhuma outra dispensação teve a garantia que temos. Nas dispensações do passado, o evangelho foi tirado da Terra. Quando foi restaurado em nossos dias, foi com a promessa de que ele nunca mais seria tirado de novo da Terra ou dado a outro povo. Portanto, peço a vocês que puseram a mão no arado que não olhem para trás. Sirvam a Deus e guardem Seus mandamentos.17

Não precisamos sentir-nos ansiosos em relação ao progresso de Sião, porque o bom e velho navio vai continuar navegando com altivez, e aqueles que forem fiéis e verdadeiros desembarcarão com segurança no porto seguro de Deus, coroados de glória, imortalidade e vida eterna. Não tenho nenhum temor em relação aos homens e às mulheres idosos que guardaram sua fé. Não tenho nenhum receio pelos rapazes e pelas moças que são obedientes aos mandamentos do Senhor. (…) Mas os santos dos últimos dias que conhecem a vontade de nosso Pai e não a cumprem, aqueles que ouvem os ensinamentos do Senhor de tempos em tempos e dão as costas a eles, temo que não alcançarão a meta, a menos que voltem e se arrependam do fundo do coração.18

Sua obra é progressiva, e precisamos ser ativos, se quisermos acompanhá-la. Todo ano que passa, desde a organização da Igreja, eu a vi tornar-se mais forte do que no ano anterior. Atualmente, a perspectiva de sucesso contínuo é melhor do que nunca. Mais pessoas estão aprendendo a verdade a nosso respeito e qual é a nossa atitude em relação a elas. O preconceito devido à ignorância está sendo vencido, à medida que a luz é espalhada em meio às multidões. (…)

Deve tornar-se evidente a todos, e será um dia, que a oposição a esta obra teria vencido há muito tempo, se ela [esta obra] não fosse divina. Que o mundo inteiro saiba que ela não pode ser derrubada, pois “é o poder de Deus para a salvação de todos aqueles que acreditam”. [Ver Romanos 1:16.]19 [Ver sugestão 3 da página 168.]

Deus ajusta as condições do mundo para que Sua obra possa espalhar-se por todo o mundo.

[Deus] determinou que a mensagem que foi proclamada por Seus servos no passado, e que foi renovada e promulgada por Seus servos nos últimos dias, será ouvida, e pela força de Seu poder Ele vai amenizar as condições deste mundo e tornar humildes os filhos dos homens até que se arrependam e se disponham a ouvir. As verdades que ensinamos, ou seja, as verdades que Deus exige que ensinemos ao mundo estão encontrando seu caminho.20

O Senhor revelou a um de Seus profetas que, com o surgimento do Livro de Mórmon, Ele daria início a Sua obra entre as nações para a restauração de Seu povo. [Ver 2 Néfi 30:3–8; 3 Néfi 21:1–14; 29:1–2.] Quando nos damos conta da velocidade com que o evangelho de Jesus Cristo pode ser divulgado agora, quando comparado com o ano de 1830, podemos ver que o Senhor estendeu Sua mão, e a oportunidade de conhecer é oferecida aos homens. Não se passará muito tempo até que em todas as partes do mundo este evangelho possa ser ouvido por intermédio dos servos do Senhor que o proclamarão com poder. Nosso Pai Celestial ajustará as condições do mundo para que o evangelho possa ser pregado.21

O Salvador disse que este evangelho do reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então chegará o fim! [Ver Joseph Smith—Mateus 1:31.] O Senhor não exigiria algo impossível. Ele está removendo os obstáculos, e o evangelho “será pregado”.22

Sião será redimida, e o mundo, que hoje compreende erroneamente o trabalho do “mormonismo”, vai viver para saber que Ele é o poder de Deus para a salvação para todo aquele que guardar os mandamentos de nosso Pai. Meu testemunho é que o trabalho progride rapidamente, e que os filhos dos homens estão recebendo o “mormonismo” em sua alma; que esta é a obra de nosso Pai. Podemos ser insignificantes e fracos por nós mesmos, mas, se formos virtuosos e puros em nossa vida, se fizermos o que sabemos ser certo, serão levantados homens e mulheres para continuar a obra do Senhor, até que o trabalho de nosso Pai tenha sido feito da maneira que Ele deseja. Aqueles que hoje não nos entendem vão conhecer-nos melhor. Será desfeito o falso conceito daqueles que acreditam que temos motivos egoístas, e nossos irmãos e nossas irmãs do mundo, que desejam a verdade e querem saber o que o Senhor quer deles, serão tocados no coração e aceitarão o Evangelho. Sião vai se erguer e brilhar, e se tornará a glória do mundo inteiro, o Senhor Deus de Israel assim o decretou.23 [Ver sugestão 4 abaixo.]

Sugestões para Estudo e Ensino

Leve em consideração estas sugestões ao estudar o capítulo ou ao preparar-se para ensinar. Para auxílios adicionais, ver páginas V–VII.

  1. 1.

    O Presidente Smith profetizou que “o evangelho de Jesus Cristo nosso Senhor (…) será ouvido em todas as partes do mundo” (página 161). Que tecnologias estão ajudando a tornar isso possível? De que outras maneiras as novas tecnologias ou os avanços científicos contribuem com a obra do Senhor?

  2. 2.

    Ao ler a primeira seção dos ensinamentos (páginas 162–164), pense em seu chamado ou sua atribuição atual na Igreja. Como o cumprimento de seu chamado permite que você participe do “progresso da obra do Senhor”? De que modo seu trabalho como mestre familiar ou professora visitante contribui com esta obra? De que maneiras todos podemos participar além de nosso chamado ou atribuição formal?

  3. 3.

    Nas páginas 164–166, o Presidente Smith presta testemunho de que o Senhor dirige o trabalho de Sua Igreja. Que experiências pessoais você teve que lhe mostraram que isso é verdade? De que modo o ensino e o cumprimento do evangelho em nosso lar demonstra nossa fé na obra do Senhor?

  4. 4.

    Nas páginas 161 e 167–168, procure coisas que o Presidente Smith disse que o Senhor fará para preparar o caminho para que Seu evangelho seja pregado. Que evidências você vê de que essas coisas aconteceram ou que estão acontecendo no mundo atual?

Escrituras correlatas: Daniel 2:44–45; Joel 2:27–28; Mosias 27:13; Doutrina e Convênios 64:33–34; 65:1–6; 107:99–100; Moisés 1:39

Auxílio didático: “Pode também haver situações em que você não saiba a resposta de determinada pergunta. Caso isso ocorra, simplesmente diga a verdade. Pode dizer que tentará descobrir a resposta ou pedir aos alunos que a busquem, dando tempo em outra aula para relatarem o que aprenderam” (Ensino, Não Há Maior Chamado,p. 64).

Exibir Referências

    Notas

  1.   1.

    Conference Report, abril de 1950, p. 6.

  2.   2.

    Conference Report, abril de 1917, p. 37.

  3.   3.

    Deseret News, 10 de maio de 1947, seção da Igreja, p. 10.

  4.   4.

    Conference Report, outubro de 1949, p. 6.

  5.   5.

    Conference Report, outubro de 1945, p. 173.

  6.   6.

    Conference Report, abril de 1904, p. 64.

  7.   7.

    Conference Report, outubro de 1911, p. 44.

  8.   8.

    Conference Report, abril de 1934, p. 30.

  9.   9.

    Conference Report, junho de 1919, p. 42–43.

  10.   10.

    “Our Full Duty”, Improvement Era, março de 1946, p. 141.

  11.   11.

    Conference Report, abril de 1930, p. 68.

  12.   12.

    Conference Report, outubro de 1945, pp. 170–171.

  13.   13.

    Conference Report, outubro de 1916, p. 47.

  14.   14.

    Conference Report, abril de 1931, pp. 32–33.

  15.   15.

    Conference Report, outubro de 1931, pp. 122–123.

  16.   16.

    Conference Report, outubro de 1945, p. 174.

  17.   17.

    Deseret News, 20 de agosto de 1921, seção da Igreja, p. 7.

  18.   18.

    Conference Report, outubro de 1906, p. 49.

  19.   19.

    “New Year’s Greeting”, Millennial Star, 1º de janeiro de 1920, p. 3.

  20.   20.

    Conference Report, abril de 1917, p. 37.

  21.   21.

    Conference Report, abril de 1927, pp. 82–83.

  22.   22.

    “New Year’s Greeting”, p. 2.

  23.   23.

    Conference Report, abril de 1906, p. 58.