Capítulo 7: Batismo e Dom do Espírito Santo

"Capítulo 7: Batismo e Dom do Espírito Santo," Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph Smith, (2007)


Da Vida de Joseph Smith

Na época de Joseph Smith, o rio Susquehanna fluía em grandes meandros que passavam por florestas de árvores de madeira rija e pinheiros, rodeado por montes e campos cultivados. Maior rio da Pensilvânia, era uma parte importante da paisagem nos arredores de Harmony, Pensilvânia. Como o rio ficava perto de sua casa e oferecia lugares tranqüilos e isolados, o Profeta às vezes se retirava para esses lugares a fim de meditar e orar.

Foi para as margens desse rio que o Profeta e Oliver Cowdery se dirigiram em 15 de maio de 1829, para orar sobre a importância do batismo. Em resposta a sua oração, João Batista apareceu para eles, conferindo-lhes o Sacerdócio Aarônico e ordenando que batizassem um ao outro. A bênção que estavam procurando pôde então ser realizada da maneira adequada e com o poder e autoridade de Deus. Entrando no rio, eles batizaram um ao outro, sendo que Joseph batizou Oliver primeiro, conforme João ordenara. Joseph então impôs as mãos sobre a cabeça de Oliver e o ordenou ao Sacerdócio Aarônico e Oliver fez o mesmo para com Joseph. O Profeta relembrou:

“Recebemos grandes e gloriosas bênçãos de nosso Pai Celestial. Apenas terminei de batizar Oliver Cowdery, o Espírito Santo desceu sobre ele e ele, pondo-se de pé, profetizou muitas coisas que logo deveriam acontecer. E tão logo fui batizado por ele, também recebi o espírito de profecia e profetizei sobre a edificação desta Igreja e muitas outras coisas ligadas à Igreja e a esta geração dos filhos dos homens. Estávamos cheios do Espírito Santo e regozijamo-nos no Deus de nossa salvação” (Joseph Smith—História 1:73).

As bênçãos do batismo foram logo depois concedidas a outros crentes. Mais tarde, no mês de maio, o irmão mais novo do Profeta, Samuel, foi visitar Joseph e Oliver em Harmony. “Esforçamo-nos para persuadi-lo a respeito do Evangelho de Jesus Cristo, que estava então prestes a ser revelado em sua plenitude”, declarou o Profeta. Samuel recebeu um testemunho da obra e Oliver Cowdery o batizou, depois disso, Samuel “retornou para a casa de seu pai, glorificando e louvando grandemente a Deus, estando cheio do Santo Espírito”. 1 Em junho, o Profeta batizou seu irmão mais velho, Hyrum, que já havia muito tempo acreditava firmemente na mensagem do Profeta. Joseph relembrou: “Dessa época em diante, muitos se tornaram crentes, e alguns foram batizados enquanto continuávamos a instruir e a persuadir”. 2

O Profeta ficou particularmente grato ao ver seu pai, Joseph Smith Sênior, ser batizado. O Profeta tinha profundo amor pelo pai, que tinha sido o primeiro a acreditar em sua mensagem depois que ele fora visitado por Morôni. Joseph Smith Sênior foi batizado em 6 de abril de 1830, o dia em que a Igreja foi organizada. A mãe do Profeta, Lucy Mack Smith, relembrou: “Joseph estava de pé na margem do rio quando seu pai saiu das águas, e ao tomar-lhe a mão, ele clamou: ‘(…) Vivi para ver meu pai ser batizado na verdadeira igreja de Jesus Cristo’, e escondeu o rosto no peito do pai e chorou alto de alegria, como fizera o José da antigüidade quando viu seu pai chegar à terra do Egito”. 3

No dia em que a Igreja foi organizada, muitos santos que haviam sido previamente batizados receberam o dom do Espírito Santo pelo poder do Sacerdócio de Melquisedeque. O Profeta Joseph Smith ensinou com muita ênfase a necessidade tanto do batismo quanto da imposição de mãos para o dom do Espírito Santo. “O batismo de água sem o batismo de fogo e o Espírito Santo que o acompanha não tem valor”, declarou ele. “Eles estão obrigatória e inseparavelmente ligados. É preciso nascer da água e do espírito para entrar no reino de Deus.” 4

Ensinamentos de Joseph Smith

A ordenança do batismo é necessária para a exaltação.

“Deus deixou muitos sinais na Terra, bem como nos céus; o carvalho da floresta, por exemplo, o fruto das árvores, a erva do campo—tudo isso é um sinal de que uma semente foi plantada ali; porque é decreto do Senhor que toda árvore, planta e erva que produz semente faça surgir a sua própria espécie, não podendo seguir qualquer outra lei ou princípio.

Pelo mesmo princípio afirmo que o batismo é um sinal ordenado por Deus, para o crente em Cristo tomar sobre si a fim de entrar no reino de Deus, porque ‘aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus’, disse o Salvador [ver João 3:5]. É um sinal e mandamento que Deus estabeleceu para o homem entrar em Seu reino. Aqueles que procuram entrar de qualquer outra maneira o fazem em vão; porque Deus não os receberá, tampouco os anjos reconhecerão suas obras como aceitas, porque eles não obedeceram às ordenanças nem cumpriram os sinais que Deus ordenou para a salvação do homem, para prepará-lo para a glória celestial e torná-lo digno dela; e Deus decretou que todos os que não obedecerem à Sua voz não escaparão da condenação do inferno. O que é condenação do inferno? Ir para a companhia daqueles que não obedeceram a Seus mandamentos.

O batismo é um sinal para Deus, os anjos e o céu de que fazemos a vontade de Deus, e não há nenhum outro caminho abaixo dos céus que Deus ordenou que o homem seguisse para achegar-se a Ele a fim de ser salvo e entrar no reino de Deus, a não ser a fé em Jesus Cristo, o arrependimento e o batismo para a remissão de pecados, e qualquer outra ação será em vão; então vocês terão a promessa do dom do Espírito Santo.” 5

“Se examinarmos as páginas sagradas da Bíblia, estudando os profetas e as palavras dos apóstolos, não encontraremos um assunto tão relacionado com a salvação quanto o batismo. (…) Devemos compreender que a palavra batizar é derivada do verbo grego baptiso que significa imergir. (…)

(…) Não seria impróprio mostrar os comissionamentos e mandamentos do próprio Jesus sobre o assunto. Ele disse para os doze, ou melhor, onze na época: ‘Portanto ide, fazei discípulos em todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado’, assim está registrado em Mateus [Mateus 28:19–20]. Em Marcos temos estas importantes palavras: ‘Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado’ [Marcos 16:15–16]. (…)

(…) ‘Nicodemos, príncipe dos judeus, (…) foi ter de noite com Jesus e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que És Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele. Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?—Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus’[João 3:1–5].

Essa resposta forte e confiante de Jesus, em relação ao batismo com água, põe um ponto final na questão: Se Deus é o mesmo ontem, hoje e sempre, não admira que Ele seja tão categórico nessa grandiosa declaração: ‘Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado!’ [Marcos 16:16]. Não há nenhum outro nome dado sob o céu nem admitida qualquer outra ordenança pelos quais o homem possa ser salvo: Não admira que o Apóstolo tenha dito, ‘sepultados com ele no batismo’, sereis ressuscitados! [Colossenses 2:12.] Não admira que Paulo tenha se erguido e sido batizado, sendo lavado de seus pecados [ver Atos 9:17–18].” 6

Em todas as dispensações, os santos foram batizados em nome de Jesus Cristo.

“Os antigos que foram realmente os patriarcas da igreja nas diversas eras, quando a igreja florescia na Terra, (…) foram iniciados no reino pelo batismo, porque isso é evidente nas escrituras—Deus não muda. O Apóstolo disse que o evangelho é o poder de Deus para a salvação para os que crêem; e também nos informa que a vida e imortalidade foram trazidas à luz por meio do evangelho [ver Romanos 1:16; II Timóteo 1:10]. (…)

Assumindo que as escrituras dizem exatamente o que querem dizer, temos base suficiente para provar, por meio da Bíblia, que o evangelho sempre foi o mesmo; as ordenanças para cumprir seus requisitos foram sempre as mesmas; e os oficiantes para oficiá-las, os mesmos; e os sinais e frutos resultantes das promessas, os mesmos: Portanto, como Noé foi um pregador da retidão, ele deve ter sido batizado e ordenado ao sacerdócio pela imposição de mãos, etc. Porque ninguém toma para si essa honra, a não ser que tenha sido chamado por Deus, como foi Aarão [ver Hebreus 5:4]. (…)

(…) Será visto e reconhecido que, se houver pecado entre os homens, o arrependimento foi necessário em todas as épocas e eras—e que ninguém pode estabelecer outro fundamento além daquele que foi estabelecido, que é Jesus Cristo. Então, se Abel foi um homem justo, ele teve que se tornar assim pelo cumprimento dos mandamentos; se Enoque foi justo o suficiente para entrar na presença de Deus e andar com Ele, para tal teve que cumprir os Seus mandamentos, e o mesmo se deu com toda pessoa justa, seja Noé, um pregador da retidão; Abraão, o pai dos fiéis; Jacó, que prevaleceu com Deus; Moisés, o homem que escreveu sobre Cristo e trouxe à luz a lei por mandamento, como aio para levar os homens a Cristo; ou o próprio Jesus Cristo, que não tinha necessidade de arrependimento, por não ter pecado; de acordo com Sua solene declaração a João: Deixa-me ser batizado por ti, porque ninguém pode entrar no reino sem obedecer a esta ordenança, porque assim nos convém cumprir toda a justiça [ver Tradução de Joseph Smith, Mateus 3:43]. Sem dúvida, portanto, se convinha a João e Jesus Cristo, o Salvador, cumprir toda a justiça sendo batizado—então sem dúvida convém a todas as pessoas que buscam o reino do céu fazer o mesmo; porque Ele é a porta, e se alguém tenta entrar por qualquer outro meio, é ladrão e salteador! [Ver João 10:1–2.]

Em outras eras, antes de o Salvador vir na carne, ‘os santos’ foram batizados em nome de Jesus Cristo que viria, porque nunca houve qualquer outro nome pelo qual os homens pudessem ser salvos; e depois que Ele veio na carne e foi crucificado, então os santos foram batizados em nome de Jesus Cristo, crucificado, ressuscitado e ascendido aos céus, para que fossem sepultados no batismo como Ele e erguidos em glória como Ele, que assim como há um só Senhor, uma só fé, um só batismo e um só Deus e pai de todos nós [ver Efésios 4:5–6], também há uma só porta para as mansões celestes.” 7

As crianças que morrem antes da idade da responsabilidade não precisam ser batizadas; elas são redimidas pela Expiação de Jesus Cristo.

“O batismo é para remissão de pecados. As crianças não têm pecados. Jesus as abençoou e disse: ‘Fazei o que me vistes fazer’. As crianças são todas vivificadas em Cristo, mas os que têm mais idade e amadurecimento precisam da fé e do arrependimento.” 8

“A doutrina de batizar crianças ou aspergi-las com água, caso contrário terão de ser lançadas no inferno, é uma doutrina falsa que não é apoiada pelas Santas Escrituras e não condiz com o caráter de Deus. Todas as crianças são redimidas pelo sangue de Jesus Cristo e, no momento em que essas crianças partem deste mundo, são levadas para o seio de Abraão.” 9

O Profeta Joseph Smith descreveu o seguinte como parte da visão que recebeu em 21 de janeiro de 1836, mais tarde registrada em Doutrina e Convênios 137:1, 10: “Abriram-se os céus sobre nós e contemplei o reino celestial de Deus e sua glória. (…) Vi também que todas as crianças que morrem antes de chegar à idade da responsabilidade são salvas no reino celestial”. 10

Depois do batismo por água, recebemos o Espírito Santo pela imposição de mãos.

“O evangelho exige o batismo por imersão para a remissão de pecados, que é o significado da palavra na língua original, ou seja, sepultar ou imergir. (…) Acredito também no dom do Espírito Santo pela imposição de mãos, [como foi evidenciado] pela pregação de Pedro no dia de Pentecostes, Atos 2:38. Vocês poderiam muito bem batizar um saco de areia no lugar de um homem, se isso não for feito tendo em vista a remissão de pecados e o recebimento do Espírito Santo. O batismo pela água é apenas metade do batismo e de nada serve sem a outra metade—ou seja, o batismo do Espírito Santo. O Salvador disse: ‘Aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus’. [João 3:5.]” 11

Daniel Tyler relembrou um discurso proferido pelo Profeta em Springfield, Pensilvânia, em 1833: “Durante sua curta estada ele pregou na residência de meu pai, uma humilde cabana de toras. Ele leu o terceiro capítulo de João. (…) Explicando o quinto versículo, ele disse que ‘nascer da água e do Espírito’ significava ser imerso na água para a remissão dos pecados e receber o Espírito Santo depois disso. Era concedido pela imposição de mãos por uma pessoa que tivesse autoridade recebida de Deus”. 12

“Nascer de novo vem pelo Espírito de Deus por meio de ordenanças.” 13

“O batismo é uma ordenança sagrada preparatória para o recebimento do Espírito Santo; é o canal e a chave pelos quais o Espírito Santo será ministrado. O Dom do Espírito Santo pela imposição de mãos não pode ser recebido por intermédio de nenhum outro princípio a não ser o da retidão.” 14

“E se tentássemos receber o dom do Espírito Santo por qualquer outro meio que não fosse os sinais ou caminho que Deus determinou—será que o receberíamos? Certamente não; todos os outros meios falhariam. O Senhor disse: Façam isso e Eu os abençoarei.

Há certas palavras-chave e sinais pertencentes ao Sacerdócio que precisam ser observados para obter a bênção. O sinal [ensinado por Pedro] foi arrepender-se e ser batizado para a remissão de pecados, com a promessa do dom do Espírito Santo; e de nenhum outro modo o dom do Espírito Santo pode ser recebido [ver Atos 2:38].

“Há uma diferença entre o Espírito Santo e o dom do Espírito Santo. Cornélio recebeu o Espírito Santo antes de ser batizado, foi o poder de Deus que o convenceu da veracidade do evangelho, mas ele não poderia receber o dom do Espírito Santo até depois de ter sido batizado. Se ele não tivesse tomado esse sinal ou ordenança sobre si, o Espírito Santo que o convenceu da veracidade de Deus o teria deixado. [Ver Atos 10:1–48.] Se ele não obedecesse a essas ordenanças e recebesse o dom do Espírito Santo, pela imposição de mãos, de acordo com a ordem de Deus, não poderia ter curado os enfermos ou ordenado a um espírito maligno que saísse de um homem, sendo obedecido; porque os espíritos lhe diriam, como disseram para os filhos de Ceva: ‘Conheço a Jesus, e bem sei quem é Paulo; mas vós quem sois?’ [Ver Atos 19:13–15].” 15

Em dezembro de 1839, enquanto estava em Washington D. C. para pedir reparação pelos males infligidos aos santos do Missouri, Joseph Smith e Elias Higbee escreveram o seguinte para Hyrum Smith: “Em nossa entrevista com o Presidente [dos Estados Unidos], ele nos perguntou em que nossa religião diferia das outras religiões de nossos dias. O irmão Joseph disse que diferíamos no modo do batismo e do dom do Espírito Santo pela imposição de mãos. Achamos que todas as outras considerações estão contidas no dom do Espírito Santo”. 16

O dom do Espírito Santo proporciona paz, alegria, orientação divina e outros dons para nossa vida.

“Cremos no dom do Espírito Santo desfrutado hoje, assim como era nos dias dos Apóstolos; cremos que ele [o dom do Espírito Santo] é necessário para realizar e organizar o Sacerdócio, que ninguém pode ser chamado para ocupar qualquer ofício no ministério sem ele; também acreditamos em profecias, no dom das línguas, em visões e revelações, em dons e curas; e que essas coisas não podem ser desfrutadas sem o dom do Espírito Santo. Cremos que os homens santos do passado falaram quando inspirados pelo Espírito Santo e que os homens santos de hoje falam pelo mesmo princípio; cremos que Ele é um consolador e uma testemunha, que Ele traz coisas do passado à nossa lembrança, conduz-nos a toda verdade e mostra-nos coisas que irão acontecer; cremos que ‘ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo’. [Ver I Coríntios 12:3.] Cremos nele [nesse dom do Espírito Santo] em toda a sua plenitude, poder, grandiosidade e glória.” 17

Em fevereiro de 1847, quase três anos depois do martírio do Profeta Joseph Smith, ele apareceu para o Presidente Brigham Young e deu-lhe esta mensagem: “Diga aos irmãos que sejam humildes e fiéis e que se certifiquem de manter o Espírito do Senhor, que os conduzirá ao caminho correto. Sejam cuidadosos e não afastem a voz mansa e delicada; ela irá ensinar-lhes o que fazer e para onde ir; ela proporcionará os frutos do reino. “Diga aos irmãos que mantenham seu coração aberto à convicção, de modo que, quando o Espírito Santo vier, seu coração esteja pronto para recebê-Lo. Eles podem discernir o Espírito do Senhor de todos os outros espíritos; Ele irá sussurrar paz e alegria a sua alma; tirará toda a maldade, ódio, sofrimento e mal de seu coração; e desejará apenas fazer o bem, levar adiante a causa da retidão e edificar o reino de Deus. Diga aos irmãos que, se eles seguirem o espírito do Senhor, farão o que é certo”. 18

Sugestões para Estudo e Ensino

Pondere sobre estas idéias ao estudar o capítulo ou ao preparar-se para ensinar. Para ajuda adicional, ver páginas vii–xii.

  • Estude as páginas 93–95, nas quais o Profeta Joseph Smith expressou os sentimentos que teve quando ele e Oliver Cowdery foram batizados e quando seu pai foi batizado. Que lembranças você tem de seu batismo ou do batismo de familiares e amigos? Considere a possibilidade de registrar essas lembranças em seu diário ou na história da sua vida.

  • As declarações das páginas 96–100 foram extraídas de mensagens de Joseph Smith para as pessoas que já haviam sido batizadas. Em sua opinião, por que os membros batizados da Igreja precisam ser relembrados dessas verdades? Que novos pontos de vista você adquiriu ao estudar esses ensinamentos?

  • O que você poderia dizer para um amigo que acredita que o batismo não é necessário? O que você poderia dizer para um amigo que acredita que os bebês precisam ser batizados? (Para alguns exemplos, ver páginas 99–100).

  • Leia todo o segundo parágrafo da página 100. Por que o batismo “de nada serve” sem o dom do Espírito Santo? Joseph Smith disse: “Há uma diferença entre o Espírito Santo e o dom do Espírito Santo” (página 102). A partir dessa experiência, quais são algumas das bênçãos que podemos receber na vida tendo o dom do Espírito Santo?

  • Estude o segundo parágrafo da página 102. Por que a maneira pela qual é realizado o batismo é uma diferença importante entre a Igreja restaurada e as outras igrejas? Por que o dom do Espírito Santo é uma diferença significativa? De que maneira “todas as outras considerações estão contidas no dom do Espírito Santo”?

  • Estude o último parágrafo do capítulo (página 103). Pense em como podemos viver para ser dignos de receber e reconhecer os sussurros do Espírito Santo.

Escrituras Correlatas: João 15:26; Romanos 6:3–6; 2 Néfi 31:13; 3 Néfi 11:18–41; Morôni 8:1–23

Exibir Referências

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    1.  History of the Church, volume 1, p. 44; extraído de “History of the Church” (manuscrito), livro A-1, p. 19, Arquivos da Igreja, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Salt Lake City, Utah.

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    2.  History of the Church, volume 1, p. 51; extraído de “History of the Church” (manuscrito), livro A-1, p. 23, Arquivos da Igreja.

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    3. Lucy Mack Smith, “The History of Lucy Smith, Mother of the Prophet”, manuscrito de 1844–1845, livro 9, p. 12, Arquivos da Igreja.

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    4.  History of the Church, volume 6, p. 316; de um discurso proferido por Joseph Smith em 7 de abril de 1844, em Nauvoo, Illinois; relatado por Wilford Woodruff, Willard Richards, Thomas Bullock e William Clayton.

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    5.  History of the Church, volume 4, pp. 554–555; divisão de parágrafos alterada; de um discurso proferido por Joseph Smith em 20 de março de 1842, em Nauvoo, Illinois; relatado por Wilford Woodruff; ver também apêndice, página 562, item 3.

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    6. “Baptism”, editorial publicado em Times and Seasons, 1º de setembro de 1842, pp. 903–905; pontuação modernizada; divisão de parágrafos alterada; grifo eliminado; Joseph Smith era o redator do jornal.

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    7. “Baptism”, editorial publicado em Times and Seasons, 1º de setembro de 1842, pp. 904–905; pontuação modernizada; grifo eliminado; Joseph Smith era o redator do jornal.

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    8.  History of the Church, volume 5, p. 499; de um discurso proferido por Joseph Smith em 9 de julho de 1843, em Nauvoo, Illinois; relatado por Willard Richards; ver também apêndice, página 562, item 3.

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    9.  History of the Church, volume 4, p. 554; de um discurso proferido por Joseph Smith em 20 de março de 1842, em Nauvoo, Illinois; relatado por Wilford Woodruff; ver também apêndice, página 562, item 3.

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    10. Doutrina e Convênios 137:1, 10; visão tida por Joseph Smith em 21 de janeiro de 1836, no templo de Kirtland, Ohio.

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    11.  History of the Church, volume 5, p. 499; pontuação modernizada; divisão de parágrafos alterada; de um discurso proferido por Joseph Smith em 9 de julho de 1843, em Nauvoo, Illinois; relatado por Willard Richards; ver também apêndice, página 562, item 3.

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    12. Daniel Tyler, “Recollections of the Prophet Joseph Smith”, Juvenile Instructor, 1º de fevereiro de 1892, pp. 93–94; ortografia e pontuação modernizadas; divisão de parágrafos alterada.

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    13.  History of the Church, volume 3, p. 392; de um discurso proferido por Joseph Smith em aproximadamente julho de 1839 em Commerce, Illinois; relatado por Willard Richards.

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    14.  History of the Church, volume 3, p. 379; divisão de parágrafos alterada; de um discurso proferido por Joseph Smith em 27 de junho de 1839, em Commerce, Illinois; relatado por Willard Richards.

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    15.  History of the Church, volume 4, p. 555; de um discurso proferido por Joseph Smith em 20 de março de 1842, em Nauvoo, Illinois; relatado por Wilford Woodruff.

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    16.  History of the Church, volume 4, p. 42; de uma carta de Joseph Smith e Elias Higbee para Hyrum Smith e outros líderes da Igreja, 5 de dezembro de 1839, Washington, D.C.; o presidente dos Estados Unidos na época era Martin Van Buren.

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    17.  History of the Church, volume 5, p. 27; primeiro e terceiro conjunto de palavras entre colchetes no original; extraído de “Gift of the Holy Ghost”, editorial publicado em Times and Seasons, 15 de junho de 1842, p. 823; Joseph Smith era o redator do jornal.

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    18. Citado por Brigham Young, em Brigham Young, Arquivos do Escritório, Brigham Young, Visão, 17 de fevereiro de 1847, Arquivos da Igreja.