Capítulo 35: Redenção dos Mortos

"Capítulo 35: Redenção dos Mortos," Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph Smith, (2007)


Da Vida de Joseph Smith

No início do ministério de Joseph Smith, ele teve uma experiência que o ajudaria a prepará-lo para a época em que a doutrina da salvação dos mortos seria revelada. Em novembro de 1823, Alvin Smith, o filho mais velho de Lucy Mack Smith e Joseph Smith Sr., subitamente ficou gravemente enfermo e jazia à beira da morte. Alvin tinha 25 anos de idade e era um jovem forte e capaz cujo trabalho árduo muito contribuía para a estabilidade financeira da família. Sua mãe o descreveu como “um jovem de índole especialmente bondosa”, cuja “nobreza e generosidade” abençoava as pessoas a seu redor “em todos os momentos de sua existência.” 1

Sabendo que estava morrendo, Alvin chamou seus irmãos e suas irmãs e falou para cada um deles. Para Joseph, que tinha quase 18 anos e ainda não tinha recebido as placas de ouro, Alvin disse: “Quero que você seja um bom rapaz e faça tudo que estiver a seu alcance para obter os registros. Seja fiel no recebimento de instruções e no cumprimento de todo mandamento que lhe for dado. Seu irmão Alvin precisa agora deixá-lo, mas lembre-se do exemplo que ele deu e seja um bom exemplo para as crianças que são mais novas que você”. 2

Quando Alvin morreu, a família pediu a um ministro presbiteriano de Palmyra, Nova York, que oficiasse em seu funeral. Como Alvin não tinha sido membro da congregação daquele ministro, o clérigo declarou em seu sermão que Alvin não poderia ser salvo. William Smith, o irmão caçula de Joseph, relembrou: “[O ministro] (…) insinuou fortemente que [Alvin] tinha ido para o inferno, porque Alvin não era membro da igreja dele, mas ele tinha sido um bom rapaz e meu pai não gostou disso”. 3

Em janeiro de 1836, muitos anos depois da morte de Alvin, Joseph Smith recebeu uma visão do reino celestial, onde viu que Alvin, bem como sua mãe e seu pai, herdaria um dia aquele reino. Joseph “[maravilhou-se] de que [Alvin] houvesse recebido uma herança naquele reino, visto que partira desta vida antes que o Senhor começasse a coligar Israel pela segunda vez; e não fora batizado para a remissão de pecados” (D&C 137:6). A voz do Senhor então veio a Joseph, declarando:

“Todos os que morreram sem conhecimento deste evangelho, que o teriam recebido caso tivessem tido permissão de aqui permanecer, serão herdeiros do reino celestial de Deus; também, todos os que morrerem daqui em diante sem conhecimento dele, que o teriam recebido de todo o coração, serão herdeiros desse reino; Pois eu, o Senhor, julgarei todos os homens segundo suas obras, segundo o desejo de seu coração” (D&C 137:7–9).

Em 15 de agosto de 1840, o Profeta Joseph Smith pregou em um funeral em Nauvoo e, pela primeira vez em público, ensinou a doutrina da salvação dos mortos. De acordo com Simon Baker, que estava presente, o Profeta começou testificando que o “evangelho de Jesus Cristo trouxe boas-novas de grande alegria”. Ele leu a maior parte de I Coríntios 15 e explicou que “o Apóstolo estava falando para um povo que compreendia o batismo pelos mortos, porque ele era praticado entre eles”. Joseph então declarou que “as pessoas poderiam agora agir em nome de seus amigos que partiram desta vida e que o plano de salvação podia salvar todos que estivessem dispostos a obedecer às exigências da lei de Deus”. 4

Um mês depois do discurso no funeral, o Profeta visitou seu pai, que estava muito doente e agonizante. O Profeta conversou com seu pai sobre a doutrina do batismo pelos mortos, e o Patriarca Smith lembrou-se de seu amado filho Alvin. O Patriarca Smith pediu que o trabalho fosse feito por Alvin “imediatamente”. Poucos minutos antes de morrer, ele declarou que viu Alvin. 5 No final de 1840, a família Smith regozijou-se quando Hyrum recebeu a ordenança do batismo por seu irmão Alvin.

Ensinamentos de Joseph Smith

Deus ama todos os Seus filhos e julgará todas as pessoas de acordo com a lei que receberam.

“Os grandes desígnios de Deus em relação à salvação da família humana são bem pouco compreendidos pela supostamente sábia e inteligente geração em que vivemos. São várias e conflitantes as opiniões dos homens em relação ao plano de salvação, as [exigências] do Todo-Poderoso, a preparação necessária para o céu, o estado e a condição dos espíritos que partiram e a felicidade ou a miséria que é resultante da prática da retidão e da iniqüidade, de acordo com as várias noções de virtude e vício. (…)

(…) Enquanto uma parte da raça humana julga e condena a outra sem misericórdia, o Grande Pai do universo olha para toda a família humana com preocupação e cuidado paternos; Ele os considera Seus filhos e, sem qualquer dos sentimentos mesquinhos que influenciam os filhos dos homens, faz ‘que o Seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos’ [Mateus 5:45]. Ele tem as rédeas do juízo em Suas mãos; Ele é um sábio Legislador e julgará todos os homens, não de acordo com as noções mesquinhas e estreitas dos homens, mas ‘de acordo com as obras feitas no corpo, sejam elas boas ou más’, ou tenham sido realizadas na Inglaterra, América, Espanha, Turquia ou Índia. Ele os julgará ‘não de acordo com o que não têm, mas de acordo com o que têm’, os que viveram sem lei serão julgados sem lei, e os que tiveram a lei serão julgados por essa lei. Não precisamos duvidar da sabedoria e inteligência do Grande Jeová; Ele concederá julgamento ou misericórdia a todas as nações de acordo com seus vários méritos, seus meios de obter inteligência, as leis pelas quais foram governados, as condições que lhes foram concedidas para obter informações corretas e os inescrutáveis desígnios Seus em relação à família humana; e quando os desígnios de Deus forem manifestados e a cortina do futuro for aberta, todos teremos que confessar no final que o Juiz de toda a Terra agiu corretamente [ver Gênesis 18:25].” 6

“Deus julga os homens de acordo com a utilização que fizeram da luz que Ele lhes concedeu.” 7

“Os homens serão considerados responsáveis pelas coisas que têm e não pelas que não têm. (…) Toda luz e inteligência transmitida a eles por seu bondoso criador, seja muita ou pouca – por essa luz e inteligência serão julgados com justiça e (…) ser-lhes-á exigido obediência e progresso única e exclusivamente em relação ao que lhes tiver sido dado, porque o homem não vive apenas de pão, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” 8

O Salvador, Jesus Cristo, oferece a oportunidade do perdão e salvação tanto para os vivos como para os mortos.

“A condição das nações cristãs após a morte é um assunto que suscitou toda a sabedoria e talento dos filósofos e ministros religiosos, e a opinião geralmente aceita é que o destino do homem está irrevogavelmente fixo quando ele morrer e que ele se tornará eternamente feliz ou eternamente miserável; que se um homem morre sem conhecimento de Deus, ele terá que ser eternamente condenado, sem qualquer abrandamento de sua pena, alívio de sua dor ou a mais latente esperança de libertação no transcorrer de eras sem fim. Por mais ortodoxo que possa ser esse princípio, descobriremos que ele não está de acordo com o testemunho das Santas Escrituras, porque nosso Salvador disse que todo tipo de pecado e blasfêmia será perdoado ao homem; mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada, nem neste mundo nem no mundo vindouro, mostrando evidentemente que há pecados que podem ser perdoados no mundo vindouro, embora o pecado de blasfêmia [contra o Espírito Santo] não possa ser perdoado [ver Mateus 12:31–32; Marcos 3:28–29].

Pedro também, falando a respeito de nosso Salvador, disse: ‘[Ele] foi, e pregou aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé’ (I Pedro 3:19, 20). Aqui então temos um relato de uma ocasião em que o Salvador pregou aos espíritos em prisão, aos espíritos que tinham sido aprisionados nos dias de Noé; e o que Ele pregou a eles? Que estavam ali para permanecer ali? Sem dúvida que não! Deixemos que Sua própria declaração testifique. ‘Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos’. (Lucas 4:18.) Isaías disse: ‘Para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas’. (Isaías 42:7.) Está bem evidente a partir disso que Ele não apenas foi pregar para eles, mas para libertá-los, ou tirá-los da prisão. (…)

O grande Jeová contemplou todos os eventos relacionados à Terra, referentes ao plano de salvação, antes que eles acontecessem, ou ‘quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam’ [Jó 38:7]; o passado, o presente e o futuro eram e são para Ele um eterno ‘agora’, Ele sabia da queda de Adão, das iniqüidades dos antediluvianos [que viveram antes do Grande Dilúvio], da profunda iniqüidade que estaria relacionada à família humana, seus pontos fracos e fortes, seu poder e sua glória, apostasias, seus crimes, sua retidão e iniqüidade; Ele compreendia a queda do homem e sua redenção; Ele conhecia o plano de salvação e o apresentou; Ele estava ciente da condição de todas as nações e seu destino; Ele ordenou todas as coisas de acordo com o conselho de Sua própria vontade; Ele conhece a situação tanto dos vivos como dos mortos e tomou amplas providências para sua redenção, de acordo com suas várias circunstâncias e as leis do reino de Deus, seja neste mundo ou no mundo vindouro.” 9

Deus é perfeitamente justo e misericordioso para todas as pessoas, vivas e mortas.

“A idéia que alguns homens têm da justiça, julgamento e misericórdia de Deus é demasiadamente tola para que um homem inteligente a conceba: Por exemplo, é comum para muitos de nossos pregadores ortodoxos supor que se um homem não for o que eles chamam de convertido… se esse homem morrer sem converter-se, terá de permanecer eternamente no inferno sem qualquer esperança. Terá que passar anos a fio, para sempre, em tormento que nunca, nunca, nunca terá fim; mas esse sofrimento eterno muitas vezes depende da mais reles casualidade. O rompimento de um cadarço de sapato, um rasgo no casaco do ministro ou o lugar estranho em que a pessoa mora pode ser, indiretamente, a causa de sua condenação ou de sua salvação.

Suponhamos um caso que não é extraordinário: Dois homens que foram igualmente iníquos, que negligenciaram sua religião, ambos ficaram doentes ao mesmo tempo; um deles teve a sorte de ser visitado por um homem religioso e foi convertido poucos minutos antes de morrer; o outro manda chamar três homens religiosos diferentes, um alfaiate, um sapateiro e um funileiro; o funileiro tem um cabo de panela para soldar, o alfaiate precisa urgentemente costurar um botão num casaco e o sapateiro tem que consertar a bota de alguém; nenhum deles conseguiu chegar a tempo, o homem morre e vai para o inferno: Um deles é exaltado no seio de Abraão e senta-se na presença de Deus e desfruta felicidade eterna e ininterrupta, ao passo que o outro, igualmente bom, afunda para a condenação eterna, sofrimento infinito e agonia sem esperança, porque um homem tinha que consertar uma bota, um botão para costurar num casaco ou um cabo para soldar em uma panela.

Os planos de Jeová não são tão injustos, as declarações das santas escrituras não são tão [ilusórias] nem o plano de salvação da família humana é tão incompatível com o bom senso. Diante desses procedimentos, Deus sem dúvida manifestaria Sua indignação, os anjos esconderiam a cabeça com vergonha e todo homem virtuoso e inteligente ficaria horrorizado.

Se as leis humanas recompensam cada homem com o que merece e punem todos os delinqüentes de acordo com seus diversos crimes, sem dúvida o Senhor não seria mais cruel do que o homem, porque Ele é um legislador sábio e Suas leis são mais eqüitativas, Seus decretos são mais justos e Suas decisões são mais perfeitas do que as do homem; e assim como o homem julga seu semelhante pela lei e o castiga de acordo com a penalidade da lei, da mesma forma o Deus do céu julga ‘de acordo com as ações feitas no corpo’ [ver Alma 5:15]. Dizer que os pagãos serão condenados porque não acreditaram no Evangelho seria um absurdo e dizer que os judeus serão todos condenados porque não acreditam em Jesus seria igualmente absurdo; pois ‘como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue e como pregarão, se não forem enviados?’ [ver Romanos 10:14–15]; conseqüentemente nem os judeus nem os pagãos podem ser considerados culpados por rejeitar as opiniões conflitantes das seitas cristãs, tampouco por rejeitar qualquer testemunho a não ser dos que são enviados por Deus, porque assim como o pregador não pode pregar se não for enviado, tampouco o ouvinte pode crer [a não ser] que ouça o pregador ‘enviado’, e não poderá ser condenado pelo que não ouviu, e estando sem lei, terá que ser julgado sem lei.” 10

É nosso direito e privilégio ser batizados e confirmados em favor daqueles que morreram sem conhecer o evangelho.

“Ao falar das bênçãos pertencentes ao Evangelho e as conseqüências relacionadas à desobediência às exigências, freqüentemente nos perguntam o que aconteceu com nossos pais? Eles serão condenados por não obedecer ao Evangelho, se nunca o ouviram? Sem dúvida que não! Mas terão o mesmo privilégio que temos aqui, por meio do sacerdócio eterno, que ministra não apenas na Terra mas também no céu e nas sábias dispensações do grande Jeová. Como as pessoas mencionadas por Isaías [ver Isaías 24:21–22] serão visitadas pelo Sacerdócio e sairão da prisão pelo mesmo princípio que aqueles que foram desobedientes nos dias de Noé foram visitados por nosso Salvador [que possui o eterno Sacerdócio de Melquisedeque] que pregou a eles o Evangelho na prisão. E para que possam cumprir todas as [exigências] de Deus, amigos vivos foram batizados em favor de seus amigos falecidos e assim cumpriram a exigência de Deus que diz: ‘Aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus’ [João 3:5]. Evidentemente, eles foram batizados em favor dos mortos e não por si mesmos. (…) Paulo, falando sobre essa doutrina, disse: ‘Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?’ (I Coríntios 15:29). (…)

E agora que os grandes propósitos de Deus estão sendo rapidamente realizados e as coisas ditas pelos Profetas estão sendo cumpridas, e o reino de Deus está sendo estabelecido na Terra e a antiga ordem das coisas está sendo restaurada, o Senhor manifestou-nos esse dever e privilégio, e recebemos o mandamento de ser batizados em favor de nossos mortos, cumprindo assim as palavras de Obadias, referindo-se à glória dos últimos dias: ‘E subirão salvadores ao monte Sião, para julgarem o monte de Esaú; e o reino será do Senhor’ [ver Obadias 1:21]. Uma visão dessas coisas reconcilia as Escrituras da verdade, justifica o modo de agir de Deus para com o homem, coloca a família humana em situação eqüitativa e se harmoniza com todo princípio da retidão, justiça e verdade. Concluímos com as palavras de Pedro: ‘Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios’. ‘Porque por isto foi pregado o evangelho também aos mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito’ [I Pedro 4:3, 6].” 11

Sugestões para Estudo e Ensino

Pondere sobre estas idéias ao estudar o capítulo ou ao preparar-se para ensinar. Para ajuda adicional, ver páginas vii–xii.

  • Estude as páginas 423–425, observando como a doutrina da salvação dos mortos afetou Joseph Smith e sua família. Que efeito essa doutrina teve sobre você e sua família?

  • Nas páginas 426–430, estude os ensinamentos do Profeta Joseph sobre Deus, o Pai, e Jesus Cristo. De que maneira esses ensinamentos influenciam seus pensamentos e sentimentos a respeito do Pai Celestial e do Salvador? De que maneira esses ensinamentos se relacionam com a salvação para os mortos?

  • Leia os ensinamentos do Profeta nas páginas 426–427 e 429–431. Como Deus julga Seus filhos?

  • Joseph Smith disse que o batismo pelos mortos é um “dever e privilégio” (página 430). De que modo esse trabalho é um dever? Que experiências você teve em que sentiu que isso é um privilégio? O que você pode fazer para ajudar o progresso do trabalho do Senhor em favor dos que faleceram? Como os pais podem ajudar os filhos a participar desse trabalho?

  • Como a doutrina da salvação dos mortos mostra a justiça de Deus? Como ela mostra Sua misericórdia? Depois de ler este capítulo, como você explicaria essa doutrina para alguém de outra religião?

Escrituras Correlatas: Isaías 49:8–9; 61:1–3; João 5:25; D&C 138:11–37

Exibir Referências

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    1. Lucy Mack Smith, “The History of Lucy Smith, Mother of the Prophet”, manuscrito de 1844–1845, livro 4, pp. 5–6, Arquivos da Igreja, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Salt Lake City, Utah.

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    2. Alvin Smith, citado em Lucy Mack Smith, “The History of Lucy Smith, Mother of the Prophet”, manuscrito de 1844–1845, livro 4, p. 4, Arquivos da Igreja.

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    3. William Smith, entrevistado por E. C. Briggs e J. W. Peterson, outubro ou novembro de 1893, originalmente publicado em Zion’s Ensign (periódico publicado pela Igreja Reorganizada de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, hoje denominada Comunidade de Cristo); reimpresso no Deseret Evening News, 20 de janeiro de 1894, p. 2.

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    4. Simon Baker, relatando um discurso proferido por Joseph Smith em 15 de agosto de 1840, em Nauvoo, Illinois; Journal History of The Church of Jesus Christ of Latter-days Saints, 15 de agosto de 1840. Ver também History of the Church, volume 4, p. 231.

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    5. Joseph Smith Sr., citado em Lucy Mack Smith, “The History of Lucy Smith, Mother of the Prophet”, manuscrito de 1845, pp. 296, 301, Arquivos da Igreja.

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    6.  History of the Church, volume 4, pp. 595–596; pontuação modernizada; extraído de “Baptism for the Dead”, editorial publicado em Times and Seasons, 15 de abril de 1842, p. 759; Joseph Smith era o redator do jornal.

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    7.  History of the Church, volume 5, p. 401; extraído de um discurso proferido por Joseph Smith em 21 de maio de 1843, em Nauvoo, Illinois; relatado por Willard Richards.

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    8. Carta de Joseph Smith para seu tio Silas Smith, 26 de setembro de 1833, Kirtland, Ohio; Lucy Mack Smith, “The History of Lucy Smith, Mother of the Prophet”, manuscrito de 1845, pp. 228–229, Arquivos da Igreja.

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    9.  History of the Church, volume 4, pp. 596–597; primeiro conjunto de palavras entre colchetes, no primeiro parágrafo, no original; ortografia e pontuação modernizadas; divisão de parágrafos alterada; extraído de “Baptism for the Dead”, editorial publicado em Times and Seasons, 15 de abril de 1842, pp. 759–760; Joseph Smith era o redator do jornal. Uma revelação recebida pelo Presidente Joseph F. Smith em outubro de 1918 esclareceu que, enquanto estava no mundo espiritual, o Salvador visitou os espíritos dos justos e escolheu mensageiros para levar a mensagem do evangelho para os espíritos iníquos (ver D&C 138:18–23, 28–32).

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    10.  History of the Church, volume 4, pp. 597–598; pontuação modernizada; divisão de parágrafos alterada; extraído de “Baptism for the Dead”, editorial publicado em Times and Seasons, 15 de abril de 1842, p. 760; Joseph Smith era o redator do jornal.

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    11.  History of the Church, volume 4, pp. 598–599; segundo conjunto de palavras entre colchetes no primeiro parágrafo no original; ortografia e pontuação modernizadas; divisão de parágrafos alterada; extraído de “Baptism for the Dead”, editorial publicado em Times and Seasons, 15 de abril de 1842, pp. 760–761; Joseph Smith era o redator do jornal.