Qual orvalho que cintila


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Qual orvalho que cintila

Suave

Hinos

Qual orvalho que cintila
Nos canteiros do vergel
E os envolve brandamente,
Gotejando lá do céu.


Faze ó Pai onipotente
Teus ensinos orvalhar
Nossas almas concedendo,
Teu eterno bem estar.


Vela sempre por teus filhos,
Para virem a fruir
De teu trono muitas bençãos,
Qual orvalho a cair.


Esta prece ouve agora
E derrama sobre nós
Tua santa influência,
Que revela tua voz.


Texto: Parley P. Pratt, 1807-1857

Música: Joseph J. Daynes, 1851-1920