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Daughters in My Kingdom: The History and Work of Relief Society
Capítulo 6

Capítulo 6: Um Círculo Mundial de Irmandade

Esse grande círculo de irmãs será uma proteção para cada uma de vocês e para sua família. A Sociedade de Socorro pode ser comparada a um refúgio — lugar de segurança e proteção — o santuário dos tempos antigos. Nela vocês estarão a salvo. Ela envolve cada irmã como um muro de proteção.

Boyd K. Packer

Quando o Profeta Joseph Smith se reuniu com as irmãs da Sociedade de Socorro em Nauvoo, ele ensinou que, além de prestar serviço temporal, elas também deviam fortalecer as pessoas espiritualmente (ver capítulo 2). Com base nesse conselho, as irmãs da Sociedade de Socorro encontraram amor e segurança contra as tempestades da vida ao servirem juntas. Compartilham o evangelho de Jesus Cristo entre si e com as pessoas a seu redor. A Sociedade de Socorro se tornou um abrigo do mundo — um lugar de refúgio — e um centro de luz para o mundo — um lugar de influência.

Em uma reunião da Sociedade de Socorro de Ogden, Utah, a irmã Eliza R. Snow, segunda presidente geral da Sociedade de Socorro, reconheceu com gratidão os esforços das irmãs em fortalecerem-se mutuamente, tanto temporal quanto espiritualmente. Disse-lhes que, embora a Igreja não tivesse um registro de todas as doações que elas fizeram para ajudar os necessitados, o Senhor mantinha um registro perfeito de sua obra de salvação:

“Estou bem ciente de que muito é doado sem que isso seja anotado nos livros [de registro]. O Presidente Joseph Smith disse que esta sociedade foi organizada para salvar almas. O que as irmãs fizeram para trazer de volta aqueles que se perderam? — Para aquecer o coração daqueles que esfriaram no evangelho? — Outro livro registra sua fé, sua bondade, suas boas obras e palavras. Outro registro é mantido. Nada foi esquecido.”1

Um registro celeste é mantido do trabalho das irmãs da Sociedade de Socorro que estendem a mão àqueles cujo coração esfriou e que precisam de fé, bondade, boas obras e boas palavras.

Relief Society service project

As irmãs da Sociedade de Socorro encontram amor e segurança contra as tempestades da vida, ao servirem juntas.

Uma Irmandade Mundial

“Vocês foram escolhidas para ser mulheres fiéis de Deus em nossos dias, para elevar-se acima da mesquinhez, dos mexericos, do egoísmo, da libertinagem e de todas as formas de iniquidade. Reconheçam seu divino legado como filhas de nosso Pai Celestial.”

Howard W. Hunter

A Liahona, janeiro de 1993, p. 104

Em meados do século XX, quando o mundo sofria os efeitos de guerras e de catástrofes naturais, o trabalho da Sociedade de Socorro continuou a se expandir. Seguindo os propósitos da organização — aumentar a fé e a retidão pessoal, fortalecer as famílias e os lares, e procurar e ajudar os necessitados — a Sociedade de Socorro foi um refúgio para as irmãs santos dos últimos dias e foi uma influência para o bem. Em 1947, a presidência geral da Sociedade de Socorro (as irmãs Belle S. Spafford, Marianne Sharp, e Gertrude Garff) ensinou: “Temos uma missão de cura que requer um coração maior, um toque mais gentil, uma vontade mais firme”.2

Naquela época, alguns governos estabeleceram restrições políticas e construíram até mesmo barreiras físicas. Essas restrições e barreiras, conhecidas por nomes como a Cortina de Ferro e o Muro de Berlim, foram projetadas para restringir algumas pessoas e excluir outras. Em contraste, as irmãs da Sociedade de Socorro construíram muros espirituais de refúgio destinados a proteger e incluir. Elas se reuniram em um círculo mundial de irmandade e convidaram outras a se juntar a elas.

Mesmo em países com fronteiras políticas e leis que impediam a participação aberta em uma religião, os membros da Sociedade de Socorro sentiam um vínculo com suas irmãs do mundo todo. Permaneceram serenamente fiéis a seu testemunho do evangelho restaurado e aos propósitos da Sociedade de Socorro.

Em 1980, o Presidente Boyd K. Packer, do Quórum dos Doze Apóstolos, e sua esposa, Donna, visitaram uma Sociedade de Socorro, na Tchecoslováquia (atual República Checa e Eslováquia). Ele lembrou mais tarde:

“Não era fácil conseguir vistos e tomávamos muito cuidado para não comprometer a segurança e o bem-estar dos membros, que por gerações haviam lutado para manter viva a sua fé sob condições inexprimíveis de opressão.

A reunião mais memorável de todas foi realizada na sala de cima de um sobrado. As cortinas estavam fechadas. Mesmo à noite, as pessoas chegavam em horários diferentes; cada uma vinha de um lugar para não chamar atenção.

Havia doze irmãs presentes. Cantamos hinos de Sião de um hinário que tinha letra, mas não tinha música, que fora impresso há mais de 50 anos.[A lição], tirada de um manual escrito à mão, foi dada com reverência. (…)

Eu disse àquelas irmãs que elas pertenciam à maior e, sem dúvida, à mais importante organização de mulheres da Terra. Citei o Profeta Joseph Smith quando ele e os líderes da Igreja organizaram a Sociedade de Socorro. (…)

O Espírito estava lá. A querida irmã que dirigia a reunião com reverência e brandura chorou copiosamente.

Disse-lhes que, quando voltasse aos E.U.A., estava designado a falar em uma conferência da Sociedade de Socorro, então perguntei-lhes se poderia transmitir algumas mensagens delas. Várias irmãs escreveram bilhetinhos. Cada mensagem, sem exceção, foi escrita com o espírito de dar alguma coisa — e não de pedir. Jamais esquecerei o que uma irmã escreveu: ‘Um pequeno círculo de irmãs envia seu amor e pensamentos para todas as irmãs e pede ao Senhor que nos ajude a seguir em frente’.

Aquelas palavras, um círculo de irmãs, inspiraram-me. Pude visualizá-las em um círculo maior do que aquela sala, que circundava o mundo.”3

Lembrando aquela reunião, o Presidente Packer disse: “Estive, por um momento, dentro daquele círculo e senti os impulsos de fé e coragem e amor indo e vindo de um lado para o outro”.4

sisters sitting in a circle

As irmãs da Sociedade de Socorro se unem em um círculo de irmandade.

Círculo de Irmãs, de David Dibble. © David Dibble.

Essa fé, coragem e esse amor se combinam para formar o legado da Sociedade de Socorro em toda parte. O Presidente Henry B. Eyring, conselheiro na Primeira Presidência, incentivou as irmãs da Sociedade de Socorro a compartilharem esse legado. “Vocês passam o legado adiante ao ajudarem outras irmãs a receber no coração o dom da caridade”, disse ele. “Elas então poderão passar o legado a outras irmãs. (…) A história da Sociedade de Socorro está gravada em palavras e números, mas a sua herança é passada de coração a coração”.5 Isso acontece no círculo de irmandade da Sociedade de Socorro.

Um Lugar de Refúgio

Belle S. Spafford

Nona Presidente Geral da Sociedade de Socorro
Belle S. Spafford

“Ao longo dos anos, a Sociedade de Socorro tem sido tão constante em seu propósito quanto é constante a verdade. Os propósitos que eram importantes para um pequeno grupo de mulheres de Nauvoo ainda são importantes para as mulheres do mundo todo. Esse é o milagre da Sociedade de Socorro. Trabalho na Sociedade de Socorro há muitos anos, e estou apenas começando a ter uma visão de sua grandiosidade.”

Belle S. Spafford’s signature

A Liahona, março de 1975, p. 18

Detalhe de Belle S. Spafford, de Alvin Gittins. Cortesia do Museu de História da Igreja.

Desde os primeiros dias da Sociedade de Socorro, as irmãs proveram um lugar de refúgio — um lugar de cura, amor, bondade, preocupação e envolvimento. Em Nauvoo, irmãs encontraram refúgio na Sociedade de Socorro ao recorrerem à fé e aptidões umas das outras e ao partilharem alimentos e roupas. Isso continuou enquanto atravessavam as planícies e quando se estabeleceram no Território de Utah. Agora, à medida que a Igreja cresce no mundo todo, as irmãs continuam a encontrar refúgio na Sociedade de Socorro.

O Presidente Boyd K. Packer disse: “Esse grande círculo de irmãs será uma proteção para cada uma de vocês e para sua família. A Sociedade de Socorro pode ser comparada a um refúgio — lugar de segurança e proteção — o santuário dos tempos antigos. Nela vocês estarão a salvo. Ela envolve cada irmã como um muro de proteção”.6

Em 1999, Bobbie Sandberg, uma jovem esposa e mãe, com a família, mudou-se dos Estados Unidos para Taiwan. Embora fosse ficar ali por apenas seis meses, enquanto ela e o marido dariam um curso de inglês, as irmãs de Taiwan a envolveram na influência protetora da Sociedade de Socorro.

Essa proteção foi especialmente sentida quando um terrível terremoto sacudiu o país, com o epicentro perto de onde morava a família Sandberg. Edifícios desmoronaram em ambos os lados da escola, onde eles moravam. Poucas horas depois do primeiro grande abalo, a presidente da Sociedade de Socorro, como um anjo de misericórdia, foi ver a família da irmã Sandberg para avaliar suas necessidades e ajudá-los. Como muitas ruas e prédios haviam sido destruídos e todas as linhas de comunicação haviam caído, aquela presidente prestativa usou o único meio de transporte que pôde encontrar. Pedalou sua bicicleta por entre os escombros, até conseguir visitar muitas irmãs da ala.

Em meio ao tumulto que a rodeava fisicamente, a irmã Sandberg estava sob a proteção segura de uma Sociedade de Socorro. Sua presidente da Sociedade de Socorro preocupou-se com a segurança e as necessidades de cada irmã da ala.

Como a irmã Sandberg, muitos santos dos últimos dias em todo o mundo podem atestar a veracidade desta declaração do Presidente Packer: “Como é consolador saber que, para onde quer [que uma família vá], a família da Igreja estará à espera dela. Desde o dia em que chegam, ele irá pertencer a um quórum do sacerdócio e ela irá pertencer à Sociedade de Socorro”.7

woman with groceries

“Para onde quer [que uma família vá], a família da Igreja estará à espera dela” (Boyd K. Packer).

Um Lugar de Influência

A irmã Belle S. Spafford foi chamada como a nona presidente geral da Sociedade de Socorro em abril de 1945, e o Presidente George Albert Smith foi designado como o oitavo Presidente da Igreja cerca de seis semanas mais tarde. O Presidente Smith incentivou a irmã Spafford e todas as irmãs da Sociedade de Socorro a fornecer sustento material para as pessoas que continuavam a sofrer os efeitos da Segunda Guerra Mundial. Também pediu que fizessem sentir sua influência entre todas as mulheres do mundo. Ele disse: “Quando o Profeta Joseph Smith abriu as portas para a emancipação das mulheres, ele fez isso para o mundo todo”.8

O Edifício da Sociedade de Socorro, um Centro de Influência

Relief Society Building

Edifício da Sociedade de Socorro, Salt Lake City, Utah, 1956

Em outubro de 1945, foram anunciados planos para a construção de um edifício da Sociedade de Socorro.9 Em outubro de 1947, a Primeira Presidência aprovou um plano proposto pela irmã Belle S. Spafford: cada irmã da Sociedade de Socorro, que na época tinha 100.000 membros, foi convidada a doar cinco dólares para o projeto. Irmãs do mundo todo enviaram doações. Algumas enviaram obras de arte de sua terra natal para embelezar o interior do edifício. Em um ano, as irmãs levantaram US$ 554.016.

A irmã Spafford declarou: “Essa realização representa uma grande soma, mas não se trata apenas de dinheiro. Aqui estão representados muitos valores intangíveis — valores de valor supremo — apreço pela posição honrada das mulheres segundo o plano do evangelho; o testemunho da divindade do trabalho da sociedade; e a gratidão pela oportunidade de servir concedida às irmãs da Igreja (…) ; lealdade à liderança e dedicação abnegada a uma grande causa. É um reflexo da grandeza que é inerente a essa sociedade”.10

O edifício, localizado a nordeste do Templo de Salt Lake, foi inaugurado em 3 de outubro de 1956. Na oração dedicatória, o Presidente David O. McKay, nono Presidente da Igreja, falou da influência mundial que emanava do edifício: “Para tornar mais eficaz seu serviço aos necessitados e àqueles que sofrem na Igreja e no mundo, a Sociedade de Socorro construiu, com a ajuda dos membros da Igreja, este belo lar da Sociedade de Socorro”.11

Desde 1984, o edifício também abriga os escritórios da presidência geral das Moças e da presidência geral da Primária.

Influência entre Pessoas de Outras Religiões

“Quando nos qualificamos por nossa dignidade, quando nos esforçamos com fé sem hesitar para cumprir os deveres a nós designados, quando buscamos a inspiração do Todo-Poderoso no desempenho de nossas responsabilidades, podemos realizar milagres.”

Thomas S. Monson

Conference Report, abril de 1988, p. 52; ou A Liahona, julho de 1988, p. 44

Sister Belle Spafford

A irmã Belle S. Spafford, à esquerda, em uma convenção do Conselho Internacional de Mulheres

A irmã Spafford aprendeu uma grande lição com o Presidente George Albert Smith sobre o compartilhamento dos valores da Igreja com as mulheres do mundo. Logo depois que ela foi apoiada presidente geral da Sociedade de Socorro “chegou uma carta do Conselho Nacional das Mulheres, anunciando sua reunião anual que seria realizada em Nova York.

A irmã Spafford já estivera presente a essas reuniões antes, e tendo em vista sua experiência anterior, ela e suas conselheiras refletiram cuidadosamente sobre o convite por várias semanas.

Decidiram recomendar ao Presidente da Igreja que a Sociedade de Socorro encerrasse sua participação naqueles conselhos. Prepararam uma declaração de recomendação, alistando todas as razões para fazerem aquilo.

Tremendo e hesitante, a irmã Spafford colocou o papel na mesa do Presidente George Albert Smith, dizendo: “A Presidência da Sociedade de Socorro deseja recomendar que a Junta Geral encerrre sua participação no Conselho Nacional e no Conselho Internacional de Mulheres pelas razões relacionadas neste documento”.

O Presidente Smith leu o documento cuidadosamente. Não faz mais de meio século que somos membros desse conselho? Perguntou ele.

A irmã Spafford explicou como era caro ir a Nova York e o tempo que despendiam com essa viagem; também descreveu a humilhação que ocasionalmente sofriam. Recomendou que saíssem, porque ‘em nada nos beneficiamos nesses conselhos’.

Aquele sábio e idoso profeta reclinou-se na cadeira e fitou-a com uma expressão preocupada. ‘Quer se retirar porque não ganha nada com isso?’ questionou ele.

‘Esse é nosso sentimento’, respondeu ela.

‘Diga-me’, disse ele, ‘o que estamos levando para esses conselhos?’

‘Irmã Spafford’, prosseguiu ele, ‘você me surpreende. Sempre pensa em termos do que tem a ganhar? Não pensa em termos do que tem a oferecer?’

Ele devolveu-lhe o documento e estendeu-lhe a mão para despedir-se. Com considerável firmeza, disse: ‘Continuem sendo membros desses conselhos e façam sua influência ser sentida’”.12

E assim ela o fez! Participou do Conselho Nacional de Mulheres e do Conselho Internacional de Mulheres e ocupou cargos de liderança naquelas organizações por vários anos. Defendeu com firmeza os princípios do evangelho de Jesus Cristo e os propósitos da Sociedade de Socorro.

Toda vez que a irmã Spafford ia ao Conselho Internacional de Mulheres (CIM), era designada a participar da sessão “bem-estar social e moral”. Ela contou:

“Em certa ocasião, protestei por ter que voltar a participar da [sessão] de bem-estar social e moral, e eu era muito amiga da presidente do CIM naquela época. (…) Eu disse: ‘Sempre vou para essa sessão, e ela está ficando tão sórdida que gostaria de uma mudança’. Ela me disse: ‘Bem, com certeza você merece uma mudança, vou providenciar para que isso seja feito’.

Então, ela voltou e disse: ‘Não pudemos atender a seu pedido porque seu próprio conselho insiste em que você permaneça na sessão de bem-estar social e moral’. E continuou: ‘Talvez esteja interessada em saber o motivo. O presidente do seu país disse que você sempre defende a posição de sua Igreja nessas questões, e eles conhecem a postura da Igreja Mórmon e se sentem seguros em mantê-la naquela sessão’.”13

As mulheres daquelas organizações sabiam que sua amiga Belle Spafford defenderia os princípios da Igreja e que precisavam daquele tipo de sabedoria e força. Em 1954, ela foi escolhida como líder da delegação dos Estados Unidos no Conselho Internacional de Mulheres, em Helsinque, Finlândia. Ao liderar um grande desfile na abertura da conferência, seus pensamentos voltaram no tempo:

“Ao olhar para aquele público vistoso formado por pessoas de muitas nações (…) , subitamente me vieram à mente as palavras de nossas líderes pioneiras [da Sociedade de Socorro] (…) ‘estando à frente das mulheres do mundo’ (…) ‘pelos direitos das mulheres de Sião e pelos direitos das mulheres de todas as nações’. (…) Eu sabia que nossas líderes pioneiras receberam por inspiração divina o conhecimento do destino da Sociedade de Socorro. (…) É minha convicção de que chegou o momento para que a influência da Sociedade de Socorro seja sentida entre as mulheres do mundo todo”.14

sisters in San Antonio, Texas

Irmãs da Sociedade de Socorro e missionários de tempo integral, em San Antonio, Texas, aproximadamente 1950

Em 1987, a Primeira Presidência aconselhou a Sociedade de Socorro a retirar-se do Conselho Nacional de Mulheres e do Conselho Internacional de Mulheres. Havia chegado o momento para que a presidência geral da Sociedade de Socorro concentrasse mais energia no rápido crescimento mundial da organização, em vez de ater-se a causas nacionais e internacionais. Mas, à medida que a Igreja cresceu, as mulheres santos dos últimos dias continuaram a fazer sua influência ser sentida no mundo todo: em suas comunidades, nas escolas e em organizações locais dignas. Elas seguiram o padrão estabelecido pelo Presidente Smith e pela irmã Spafford, pensando em termos do que podem oferecer e não do que podem ganhar.

Cuidar dos Pesquisadores e Recém-Conversos e Ensiná-los

Hilda Alvarenga

Hilda Alvarenga

Com o crescimento mundial da Igreja, a Sociedade de Socorro tem sido um lugar de influência para pesquisadores e recém-conversos. Essa influência inclui oportunidades para que os membros novos sirvam e liderem. A irmã Silvia H. Allred, conselheira na presidência geral da Sociedade de Socorro, contou a respeito de sua mãe, Hilda Alvarenga, que era a presidente da Sociedade de Socorro de um ramo de San Salvador, El Salvador:

“Minha mãe era um membro recém-converso da Igreja quando foi chamada como presidente da Sociedade de Socorro de nosso pequeno ramo em San Salvador. Ela disse ao presidente do ramo que era inexperiente, despreparada e inadequada. Tinha cerca de trinta anos, pouca escolaridade e toda sua vida tinha sido dedicada a cuidar do marido e dos sete filhos. Mas o presidente do ramo a chamou assim mesmo.

Observei como minha mãe cresceu com a oportunidade. Servindo, ela aprendeu a liderar e desenvolveu novos dons, como a habilidade de ensinar, de falar em público e de planejar e organizar reuniões, atividades e projetos de serviço. Ela influenciou as mulheres do ramo, serviu-as e as ensinou a servir umas às outras. As irmãs a amavam e respeitavam. Ela ajudou outras mulheres a descobrir, usar e desenvolver dons e talentos; ajudou-as a tornar-se edificadoras do reino e formar famílias espiritualmente fortes. Ela permaneceu fiel aos convênios do templo. Quando faleceu, estava em paz com seu Criador.

Uma irmã que foi conselheira dela na Sociedade de Socorro escreveu-me uma carta anos mais tarde, dizendo: ‘Foi sua mãe quem me ensinou o caminho para tornar-me o que sou agora. Com ela, aprendi caridade, bondade, honestidade e responsabilidade nos meus chamados. Ela foi minha mentora e meu exemplo. Embora tenha 80 anos de idade, continuo fiel ao Salvador e ao Seu evangelho. Servi uma missão e o Senhor me abençoou muito’”.15

Aquela dedicada presidente da Sociedade de Socorro ajudou a fortalecer o testemunho das irmãs que já eram membros do ramo. Também nutriu a fé das mulheres que estavam pesquisando a Igreja e das que tinham sido recentemente batizadas e confirmadas. Liderou as irmãs em seu empenho de tornar a Sociedade de Socorro um lugar acolhedor e de desenvolvimento.

Influenciar Outras Pessoas Compartilhando o Evangelho

Christ calling Peter and Andrew

Tal como os antigos apóstolos do Salvador, as irmãs da Sociedade de Socorro podem ser instrumentos nas mãos de Deus.

Cristo Chamando Pedro e André, de Harry Anderson. © IRI.

Pouco tempo depois que o Presidente e a irmã Packer visitaram aquele pequeno círculo de irmãs na Tchecoslováquia, uma jovem que buscava refúgio espiritual, amor e significado na vida foi atraída para aquele mesmo círculo. Seu nome era Olga Kovářová, e na época ela era estudante de medicina em uma universidade da Cidade de Brno. A universidade impunha o ensino do ateísmo aos alunos. Olga sentia que os alunos e as pessoas a sua volta estavam sem rumo na vida. Ansiava por uma vida espiritual mais profunda e sentia aquele mesmo anseio nos amigos e colegas.

Durante o tempo em que frequentou a universidade, ela conheceu Otakar Vojkůvka, um santo dos últimos dias de 75 anos de idade. Mais tarde, relembrou: “Ele tinha a aparência de um homem de 75 anos, mas o coração estava mais próximo dos dezoito e cheio de alegria. Isso era extremamente incomum na Tchecoslováquia, naquela época de cepticismo. (…) Vi que ele não era apenas instruído, mas sabia como viver com alegria”. Ela perguntou a ele e a sua família qual era o significado da vida, e eles acabaram lhe apresentando outros membros da Igreja. Ela queria saber como eles haviam encontrado a felicidade e onde leram a respeito de Deus. Eles lhe deram um exemplar do Livro de Mórmon, que ela começou a ler com avidez.

Olga foi convertida ao evangelho restaurado e decidiu ser batizada. Ela tinha que ser batizada no meio do bosque, à noite, para não chamar atenção para uma atividade religiosa. Infelizmente, na noite de seu batismo, havia muitos pescadores no bosque. Mas, depois de Olga e seus amigos esperarem, e por fim fazerem uma oração fervorosa, os pescadores foram embora.

Um membro da Igreja que assistiu ao batismo de Olga perguntou-lhe: “Sabe por que havia tantos pescadores junto à água hoje à noite?” Então, ele disse: “Lembre que Jesus, ao caminhar junto ao mar da Galileia, disse a Pedro e André, que estavam jogando redes ao mar: ‘Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens’”. Olga pensou: “Acho que ele quis dizer que, em breve, devo tornar-me um instrumento nas mãos de Deus para levar jovens à Igreja”.

Foi exatamente isso que Olga fez. Ela influenciou muitos que procuravam a verdade e a felicidade. Como o proselitismo não era permitido no país, ela e a família Vojkůvka dirigiam um curso chamado “Escola de Sabedoria”. Nesse curso, eles ensinavam valores morais e éticos para ajudar as pessoas a encontrar espiritualidade e alegria na vida. Muitos dos alunos sentiam a influência do Espírito. Com frequência surgiam oportunidades para que conversassem com determinadas pessoas a respeito do Pai Celestial e do evangelho de Jesus Cristo.16

Mais tarde, quando a irmã Barbara W. Winder servia como a décima primeira presidente geral da Sociedade de Socorro, ela teve a oportunidade de viajar para a Tchecoslováquia com o marido, Richard W. Winder, que tinha servido ali como jovem missionário, havia vários anos. Ao entrarem na casa onde seria realizada uma reunião, uma jovem entusiasmada foi falar com eles, dizendo: “Sejam bem-vindos! Meu nome é Olga, sou a presidente da Sociedade de Socorro”. O irmão e a irmã Winder notaram a luz no semblante dela. O Espírito do Senhor estava com ela. Como presidente da Sociedade de Socorro de seu pequeno ramo, Olga Kovářová foi uma influência positiva num mundo de opressão política e perseguição religiosa. Ela ajudou a prover refúgio para as pessoas que se filiavam à Igreja e se tornavam membros da Sociedade de Socorro. Ajudou a salvar almas, levando-as a Cristo.

A história da conversão da irmã Kovářová e seu trabalho missionário são um cumprimento parcial de uma profecia do Presidente Spencer W. Kimball, décimo segundo Presidente da Igreja: “Grande parte do crescimento da Igreja nos últimos dias acontecerá porque muitas das boas mulheres do mundo (em que frequentemente há um senso inato de espiritualidade) serão atraídas para a Igreja em grande número. Isso acontecerá na medida em que as mulheres da Igreja demonstrarem retidão e expressividade em sua vida, e na medida em que as mulheres da Igreja forem vistas de modo positivo, como diferentes e distintas das mulheres do mundo”.17

Elaine L. Jack

Décima Segunda Presidente Geral da Sociedade de Socorro
Elaine L. Jack

“Fazemos parte de um grande todo. Precisamos umas das outras para que nossa irmandade seja completa. Quando estendemos o braço para segurar a mão de nossas irmãs, alcançamos todos os continentes, pois estamos em todas as nações. Estamos unidas ao procurarmos entender o que o Senhor tem a nos dizer, o que Ele fará de nós. Falamos idiomas diferentes, no entanto ainda somos uma família que pode ser una de coração.”

Elaine L. Jack’s signature

A Liahona, julho de 1992, p. 97

Fotografia de Elaine L. Jack © Busath.com.

Influenciar as Pessoas por Meio do Serviço

Em 1992, as irmãs do mundo todo comemoraram o aniversário de 150 anos da Sociedade de Socorro participando de projetos de serviço em suas comunidades. Por meio desse trabalho, organizado sob a direção dos líderes gerais e locais do sacerdócio, as irmãs compartilharam a influência da Sociedade de Socorro no mundo todo. A irmã Elaine L. Jack, que servia como a décima segunda presidente geral da Sociedade de Socorro na época, disse:

“Pedimos a cada uma de nossas unidades locais que procurassem saber as necessidades de sua própria comunidade e decidissem que serviço comunitário era mais necessário. Podem imaginar o que isso causou no mundo todo?

Uma de nossas presidentes da Sociedade de Socorro foi à câmara de vereadores de uma cidade da Califórnia e perguntou: ‘Quais vocês acham ser as coisas mais necessárias que poderíamos fazer nesta comunidade?’ E os homens disseram: ‘Quer dizer que 20.000 grupos no mundo todo estarão fazendo o mesmo?’ E ela respondeu que sim. E [um dos vereadores] disse: ‘Vocês vão mudar o mundo’. E acho que mudamos (…) para melhor. Essa foi uma das coisas que nos uniu. E [houve] uma imensa variedade de serviços. (…) [Irmãs] confeccionaram mantas na África do Sul para pessoas idosas confinadas ao lar. (…) Plantaram flores ao redor da torre de [um] relógio em Samoa. E fizeram tantas coisas do tipo trabalhar em abrigos para sem-teto, oferecer livros para crianças ou pintar a casa de mães solteiras. Sentimos que no mundo todo esses projetos de serviço comunitário foram muito importantes, tanto para as irmãs quanto para a comunidade.”18

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O serviço pode mudar o mundo para melhor.

Fotografia © Jason Swensen.

Influenciar Outras Pessoas pela Alfabetização

Enquanto as irmãs da Sociedade de Socorro organizavam projetos de serviço comunitário, a irmã Jack e suas conselheiras concentravam-se em um trabalho de serviço comunitário mundial: ajudar as irmãs a aprender a ler. “Sentimos que as mulheres do mundo todo precisavam saber ler, e havia muitas que não sabiam”, disse ela. “Podem imaginar — se elas não sabiam ler, como poderiam ensinar os filhos, como poderiam melhorar suas condições, como poderiam estudar o evangelho? Portanto, achamos que nada seria mais benéfico do que promover um trabalho de alfabetização. (…) Mas nosso propósito também era o de incentivar cada irmã a aprender por toda a vida”.19

Presidente Thomas S. Monson

Thomas S. Monson

O Presidente Thomas S. Monson, décimo sexto Presidente da Igreja, certa vez encontrou uma mulher em Monroe, Louisiana, que fora abençoada por esse serviço prestado pela Sociedade de Socorro e que depois compartilhou essa mesma bênção com outras irmãs. Ela o abordou em um aeroporto e disse: “Presidente Monson, antes de me filiar à Igreja e tornar-me membro da Sociedade de Socorro, eu não sabia ler nem escrever. Ninguém da minha família sabia”. Ela contou ao Presidente Monson que as irmãs da Sociedade de Socorro a ensinaram a ler e que depois ela ajudou outras pessoas a aprenderem a ler. Depois de conversar com ela, o Presidente Monson “refletiu sobre a suprema felicidade que ela deve ter sentido ao abrir a Bíblia e ler pela primeira vez as palavras do Senhor. (…) Naquele dia, em Monroe, Louisiana”, disse ele, “recebi a confirmação do Espírito de que vocês têm o nobre objetivo de melhorar o grau de instrução de suas irmãs”.20

mother reading to children

A capacidade de ler ajuda as mulheres a melhorar suas condições de vida, estudar o evangelho e ensinar os filhos.

Influenciar e Fortalecer as Irmãs das Alas e dos Ramos

“Vocês são membros da maior organização de mulheres do mundo, uma organização que é parte vital do reino de Deus na Terra e cujo desígnio e funcionamento ajudam seus membros fiéis a alcançar a vida eterna no reino de nosso Pai.”

Joseph Fielding Smith

Relief Society Magazine, dezembro de 1970, p. 883

Mesmo enquanto as fiéis irmãs da Sociedade de Socorro faziam sentir sua influência em suas comunidades e no mundo todo, elas não se esqueceram de se fortalecer mutuamente em seus próprios ramos e alas. A irmã Julie B. Beck, que mais tarde foi a décima quinta presidente geral da Sociedade de Socorro, encontrou irmandade, refúgio e influência na Sociedade de Socorro, quando era uma jovem e inexperiente mãe e dona de casa. Ela relembrou:

“A Sociedade de Socorro deve ser organizada, preparada e mobilizada para fortalecer a família e ajudar o lar a ser um santuário sagrado do mundo. Aprendi isso há vários anos quando era recém-casada. Meus pais, que eram meus vizinhos, anunciaram que iriam se mudar para outra parte do mundo. Eu contava com o amparo e o exemplo sábio e encorajador de minha mãe. Mas ela ia ficar longe por muito tempo. Isso foi antes de existir e-mails, aparelhos de fax, telefones celulares e webcams, numa época em que as cartas demoravam muito para chegar. Na véspera de sua partida, sentei-me com ela, chorando, e perguntei: ‘Quem será minha mãe?’ Ela refletiu cuidadosamente e, com o Espírito e o poder de revelação que mulheres como ela recebem, disse: ‘Se eu nunca voltar, se você nunca mais me ver, se eu nunca mais puder ensinar-lhe outra coisa, apegue-se à Sociedade de Socorro. A Sociedade de Socorro será sua mãe’.

Minha mãe sabia que, se eu ficasse doente, as irmãs cuidariam de mim, e que, quando eu tivesse meus bebês, elas me ajudariam. Mas a maior esperança da minha mãe era a de que as irmãs da Sociedade de Socorro seriam líderes vigorosas e espirituais para mim. Comecei, desde aquela época, a aprender muito com mulheres de grande estatura espiritual e fé”.21

Relief Society choir

Coro da Sociedade de Socorro cantando no Tabernáculo de Salt Lake, 1956

Um Círculo Cada Vez Maior de Irmãs

Presidente Boyd K. Packer

Boyd K. Packer

A primeira vez que o Presidente Boyd K. Packer relatou publicamente sua experiência pessoal com as irmãs da Sociedade de Socorro da Tchecoslováquia, ele estava discursando na reunião geral da Sociedade de Socorro, em 1980. Ele disse: “Tive então a visão de um grande círculo de irmãs”.22 Em 1998, ele compartilhou novamente a experiência, dessa vez em um discurso na conferência geral para toda a Igreja. Ele observou: “A Sociedade de Socorro é mais do que um círculo hoje; ela se parece mais com um tecido de renda espalhado por todos os continentes”.23

As irmãs da Sociedade de Socorro fazem parte de uma organização divinamente inspirada que o Profeta Joseph Smith estabeleceu sob a autoridade do sacerdócio. À medida que as mulheres participarem da Sociedade de Socorro e dedicarem-se a ela, elas continuarão a oferecer refúgio, irmandade e uma influência poderosa para o bem. O Presidente Packer prometeu grandes bênçãos para as irmãs que trabalharem nesta causa:

“Todas as suas necessidades serão atendidas, hoje e nas eternidades; toda negligência será apagada; todo abuso será corrigido. Vocês podem ter tudo isso, e muito rapidamente, quando se dedicarem à Sociedade de Socorro.

O serviço na Sociedade de Socorro magnifica e santifica cada uma das irmãs, individualmente. Vocês devem contar sempre com sua condição de membro da Sociedade de Socorro. Quando se dedicarem à Sociedade de Socorro, organizando-a, dirigindo-a e dela participando, vocês estarão apoiando a causa que abençoará toda mulher que ficar sob sua influência”.24

Fortalecer a Irmandade com Expressões de Caridade

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“A verdadeira caridade é o amor em ação. A necessidade de caridade existe em todo lugar” (Thomas S. Monson).

Em um discurso à Sociedade de Socorro, o Presidente Thomas S. Monson compartilhou alguns pensamentos sobre como as expressões de caridade fortalecem os laços de irmandade da Sociedade de Socorro:

“Considero a caridade — ou o ‘puro amor de Cristo’ — o oposto das críticas e do julgamento. Falando em caridade, não estou no momento pensando no auxílio aos que sofrem e que recebem a doação de nossos recursos. Isso, é claro, também é necessário e apropriado. Hoje à noite, no entanto, tenho em mente a caridade que se manifesta na tolerância que temos com os outros e na brandura com seus atos; no tipo de caridade que perdoa, no tipo de caridade que é paciente.

Tenho em mente a caridade que nos impele a sermos afáveis, compassivos e misericordiosos, não somente quando há doença, aflição e sofrimento, mas também por ocasião das fraquezas ou dos erros por parte de outros.

Há uma necessidade concreta do tipo de caridade que dá atenção àqueles que passam despercebidos, esperança aos que estão desanimados e ajuda aos que estão aflitos. A verdadeira caridade é o amor em ação. A necessidade de caridade existe em todo lugar.

A caridade necessária é a que se recusa a satisfazer-se em ouvir e repetir relatos das desventuras que ocorrem aos outros, a menos que seja para o benefício daquele que sofre. (…)

Caridade é ter paciência com a pessoa que nos decepcionou; é resistir ao impulso de se ofender com facilidade. É aceitar fraquezas e limitações. É aceitar as pessoas como elas realmente são. É enxergar, além da aparência física, os atributos que não se extinguirão com o tempo. É resistir ao impulso de categorizar as pessoas.

A caridade, esse puro amor de Cristo, manifesta-se quando um grupo de mulheres jovens de uma ala de solteiros viaja centenas de quilômetros para assistir ao funeral da mãe de uma de suas irmãs da Sociedade de Socorro. A caridade se manifesta quando professoras visitantes dedicadas procuram mês após mês, ano após ano, a mesma irmã desinteressada e crítica. Ela se evidencia quando uma viúva idosa é lembrada e levada aos programas da unidade e às atividades da Sociedade de Socorro. Ela é sentida quando a irmã que se senta sozinha na Sociedade de Socorro recebe o convite: ‘Venha, sente-se conosco’.

Em centenas de pequenos gestos, todas vocês vestem o manto da caridade. A vida não é perfeita para nenhum de nós. Em vez de sermos críticos e de julgarmos uns aos outros, que possamos ter o puro amor de Cristo por nossos companheiros nesta jornada da vida. Reconheçamos que cada irmã está fazendo o melhor que pode para lidar com os próprios desafios, e que nos empenhemos em fazer o nosso melhor para ajudar.

A caridade foi definida como ‘a espécie de amor mais sublime, nobre e forte’, o ‘puro amor de Cristo (…) ; e para todos os [todas as] que a possuírem, no último dia tudo estará bem’.

‘A caridade nunca falha’. Que esse lema secular da Sociedade de Socorro, essa verdade eterna, possa guiá-las em tudo o que fizerem. Que ele permeie sua alma e seja expresso em todos os seus pensamentos e em todas as suas ações.”25

African sisters in traditional dress

A caridade é sentida no convite: “Venha, sente-se conosco”.

Show References

    Capítulo 6

  1.   1.

    Eliza R. Snow, Weber Stake Relief Society Minutes, 30 de outubro de 1877, Biblioteca de História da Igreja, pp. 27–28.

  2.   2.

    Belle S. Spafford, Marianne Sharp e Gertrude Garff, “The New Year”, Relief Society Magazine, janeiro de 1947, p. 3.

  3.   3.

    Boyd K. Packer, Conference Report, abril de 1998, pp. 94–95; ou A Liahona, julho de 1998, pp. 79–80.

  4.   4.

    Boyd K. Packer, “O Círculo de Irmãs” [tradução atualizada], A Liahona, março de 1981, p. 160.

  5.   5.

    Henry B. Eyring, “O Legado Duradouro da Sociedade de Socorro”, A Liahona, novembro de 2009, pp. 124–125.

  6.   6.

    Boyd K. Packer, “O Círculo de Irmãs” [tradução atualizada], p. 162.

  7.   7.

    Boyd K. Packer, Conference Report, abril de 1998, p. 97; ou A Liahona, julho de 1998, p. 82.

  8.   8.

    George Albert Smith, “Address to Members of Relief Society”, Relief Society Magazine, dezembro de 1945, p. 717.

  9.   9.

    Ver Belle S. Spafford, “A Relief Society Building to Be Erected”, Relief Society Magazine, dezembro de 1945, pp. 751–753.

  10.   10.

    Belle S. Spafford, “Joy in Full Measure”, Relief Society Magazine, novembro de 1948, p. 725.

  11.   11.

    David O. McKay, “Dedicatory Prayer of the Relief Society Building”, Relief Society Magazine, dezembro de 1956, p. 789.

  12.   12.

    Boyd K. Packer, Conference Report, outubro de 1978, p. 10; ou A Liahona, abril de 1979, pp. 11–12.

  13.   13.

    Belle S. Spafford, em entrevista por Jill Mulvay [Derr], 20 de janeiro de 1976, transcrição, Biblioteca de História da Igreja, p. 127.

  14.   14.

    Belle S. Spafford, A Woman’s Reach, 1974, p. 98; divisão de parágrafos alterada.

  15.   15.

    Silvia H. Allred, “Toda Mulher Precisa da Sociedade de Socorro”, A Liahona, novembro de 2009, pp. 115–116.

  16.   16.

    Ver Olga Kovářová Campora, “Fruits of Faithfulness: The Saints of Czechoslovakia”, Women Steadfast in Christ, 1992, pp. 141–146.

  17.   17.

    Spencer W. Kimball, “O Papel das Mulheres Justas” [tradução atualizada], A Liahona, março de 1980, p. 155.

  18.   18.

    Elaine L. Jack, entrevista por Julie B. Beck, 10 de fevereiro de 2009, transcrição, Biblioteca de História da Igreja; pontuação padronizada.

  19.   19.

    Elaine L. Jack, entrevista por Julie B. Beck, 10 de fevereiro de 2009; utilização de maiúsculas e pontuação padronizadas.

  20.   20.

    Thomas S. Monson, “A Grande Força da Sociedade de Socorro”, A Liahona, janeiro de 1998, p. 108.

  21.   21.

    Julie B. Beck, “Cumprir o Propósito da Sociedade de Socorro”, A Liahona,, novembro de 2008, p. 110.

  22.   22.

    Boyd K. Packer, “O Círculo de Irmãs” [tradução atualizada], p. 160.

  23.   23.

    Boyd K. Packer, Conference Report, abril de 1998, p. 95; ou A Liahona, julho de 1998, p. 80.

  24.   24.

    Boyd K. Packer, “O Círculo de Irmãs” [tradução atualizada], p. 161.

  25.   25.

    Thomas S. Monson, “A Caridade Nunca Falha”, A Liahona, novembro de 2010, pp. 124–125; ver também Guia para Estudo das Escrituras, “Caridade”; Morôni 7:46–47.

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