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Daughters in My Kingdom: The History and Work of Relief Society
Capítulo 4

Capítulo 4: “Uma Esfera de Ação Mais Ampla e Abrangente”

Se qualquer das filhas e mães em Israel estiver se sentindo, por mínimo que seja, [limitada] em sua esfera de ação atual, elas agora têm em mãos uma ampla extensão de poder e capacidade com que foram abundantemente dotadas, a fim de fazer o bem. (…) O Presidente Young autorizou-lhes uma esfera de ação e de oportunidades de serem úteis muito mais ampla e abrangente.

Eliza R. Snow

Em 26 de dezembro de 1866, a Primeira Presidência e o Quórum dos Doze Apóstolos se reuniram sob a direção do Presidente Brigham Young. No final da reunião, o Presidente Young, segundo Presidente da Igreja, expressou o desejo de restabelecer a Sociedade de Socorro em toda a Igreja.1

No ano seguinte, o Presidente Young sentiu maior urgência em ajudar os bispos na responsabilidade de buscar e ajudar os necessitados. Iniciando a tarefa de restabelecer a Sociedade de Socorro em todas as alas, ele deu o seguinte conselho aos bispos: “Deixem-nas [as irmãs] organizar a Sociedade de Socorro Feminina nas diversas alas. Temos muitas mulheres talentosas entre nós e desejamos que nos ajudem nesse assunto. Algumas pessoas podem pensar que isso é uma coisa sem importância, mas não é. Irão perceber que as irmãs serão a mola mestra do movimento. Compartilhem sua sabedoria, experiência e influência com elas, liderem-nas de maneira sábia e correta, e elas encontrarão abrigo para os pobres e conseguirão os meios necessários para ampará-los dez vezes mais rápido do que o próprio bispo conseguiria fazer”.2

construction of Salt Lake Temple

Construção do Templo de Salt Lake, 1877

Novamente as irmãs seriam organizadas sob a autoridade do sacerdócio e, conforme dissera o Profeta Joseph Smith, “em condições [em que poderiam] agir de acordo com essa compreensão plantada por Deus em seu coração”.3 Fortaleceriam suas famílias e outras pessoas necessitadas, tanto temporal quanto espiritualmente. Por meio desse serviço, sua própria fé e retidão aumentariam. A irmã Eliza R. Snow ensinou que a Sociedade de Socorro “refina e eleva [as irmãs], e acima de tudo fortalece-lhes a fé no evangelho, e ao fazer isso, pode ajudar a salvar muitas delas”.4

Eliza R. Snow

Presidente Geral da Sociedade de Socorro
Eliza R. Snow

“Gostamos de ser apreciadas, mas se não recebermos todo o apreço que achamos merecer, o que importa? Sabemos que o Senhor nos encarregou de altas responsabilidades, e não há um único desejo que o Senhor tenha plantado em retidão em nosso coração que não se cumprirá, e o maior bem que podemos fazer para nós mesmas e umas às outras é o de refinar e cultivar tudo que é bom e enobrecedor para nos qualificar para essas responsabilidades.”

Eliza R. Snow’s signature

Relief Society Minute Book, 1868–1879, Ala Lehi, Estaca Alpine, 27 de outubro de 1869, Biblioteca da História da Igreja, p. 27; pontuação e ortografia modernizadas

Detalhe de Eliza R. Snow. Cortesia do Museu de História da Igreja.

Uma Sociedade de Socorro em Cada Ala

“Isso é o que desejamos instilar no coração das irmãs: o desejo de ser úteis em sua esfera e de não desanimar por causa das dificuldades encontradas no caminho, mas confiar em Deus e olhar para Ele, e prometo-lhes que Suas bênçãos maravilhosas serão derramadas sobre vocês.”

Lorenzo Snow

Young Woman’s Journal, setembro de 1895, p. 578

O Presidente Young chamou a irmã Snow para servir na Igreja viajando por todo o território e ajudando os bispos a organizar as Sociedades de Socorro. Ela disse: “O Presidente Young instruiu os bispos a organizar a Sociedade de Socorro Feminina em suas várias alas, e (…) repetiu o pedido, estendendo-o a todos os assentamentos, conclamando as irmãs a unirem-se em organizações, não apenas para ajudar os pobres, mas para a realização de toda obra boa e nobre”.5

Elizabeth Whitney, Emmeline Wells, Eliza Snow

Da esquerda para a direita: Elizabeth Ann Whitney, Emmeline B. Wells e Eliza R. Snow

Como secretária da primeira Sociedade de Socorro Feminina de Nauvoo, Illinois, a irmã Snow havia registrado atas detalhadas das reuniões, inclusive das instruções de Joseph Smith (ver capítulo 2). Na jornada de Nauvoo para o Vale do Lago Salgado, ela havia guardado cuidadosamente o livro de atas. Ela compreendia a importância do que havia sido ensinado às irmãs naquelas reuniões. Sabia como a sociedade seria estruturada e lembrava os princípios sobre os quais foi estabelecida. Compreendia que a organização era uma parte fundamental de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. “Não é uma coisa comum”, explicou ela, “reunir-nos em uma organização desta natureza. Essa organização fez parte da Igreja de Cristo, em todas as dispensações em que ela foi estabelecida”.6 Então, ao viajar de ala em ala, ensinou usando as atas, muitas e muitas vezes.

Ampliar a Visão e a Influência das Irmãs

Sister Eliza Snow instructing Relief Society sisters

A irmã Eliza R. Snow instruiu as irmãs da Sociedade de Socorro.

Eliza Snow Instrui as Irmãs da Sociedade de Socorro, de Michael T. Malm. © Michael T. Malm.

Além de pedir à irmã Snow que trabalhasse com os líderes do sacerdócio de cada ala, o Presidente Young ampliou as atribuições dela. Ele disse: “Quero que instrua as irmãs”.7 Embora não tivesse sido designada como segunda presidente geral da Sociedade de Socorro até 1880, foram-lhe dadas as mesmas responsabilidades que o Senhor tinha dado à irmã Emma Smith: “explicar as escrituras e exortar a igreja, conforme te for revelado pelo meu Espírito”.8

O Presidente Young também deu conselhos às irmãs da Igreja. Suas exortações juntamente com os ensinamentos da irmã Snow ampliaram a visão que as irmãs tinham de seu poder para o bem em suas famílias, na Igreja e no mundo. A irmã Snow disse:

“Se qualquer das filhas e mães em Israel estiver se sentindo, por mínimo que seja, [limitada] em sua esfera de ação atual, elas agora têm em mãos uma ampla extensão de poder e capacidade com que foram abundantemente dotadas a fim de fazer o bem. (…) O Presidente Young autorizou-lhes uma esfera de ação e de oportunidades de serem úteis muito mais ampla e abrangente.”9

Uma recapitulação de alguns dos ensinamentos e tarefas que definiram a Sociedade de Socorro no final do século XIX mostra como a Sociedade de Socorro restabelecida ampliou a visão e a influência justa das mulheres santos dos últimos dias.

Caridade

De modo condizente com o padrão estabelecido por Joseph e Emma Smith em Nauvoo, a caridade continuou a ser o alicerce de todas as coisas, tanto espirituais quanto temporais, para as quais as irmãs da Sociedade de Socorro foram organizadas.O Presidente Young ensinou:

“Tudo isso está incluído em nossa religião. Toda boa palavra e obra, todas as coisas temporais, e todas as coisas espirituais, as coisas do céu, as coisas da Terra, e todas as coisas debaixo da Terra estão circunscritas por nossa religião. (…) Se fizermos essas coisas, e nos deleitar-nos em fazê-las direito, nossos pés se tornarão [firmes] e inamovíveis, como a base destas montanhas eternas. Não devemos desejar coisa alguma [exceto] sobre princípios justos, e se quisermos o que é certo, ofereçamos então essas coisas a outros, sendo bondosos e cheios de amor e caridade para com todos”.10

Afastar-se das Influências Mundanas

Em seu lar, o Presidente Brigham Young ensinou suas filhas a “resguardar-se de tudo que for ruim e sem valor, e aperfeiçoar-se em tudo que for bom e belo”.11 Resguardar-se é proteger-se de algo. Quando o Presidente Young aconselhou suas filhas a resguardarem-se, ele quis dizer que elas não deviam comportar-se nem se vestir de modo mundano, frívolo ou não recatado. Ele também pregou o resguardo e uma mudança de comportamento para toda a Igreja.

Ao aconselhar os santos a abandonar os caminhos do mundo, o Presidente Young geralmente dava conselhos práticos relacionados a assuntos do cotidiano. Ele incentivava a frugalidade e o trabalho árduo. Aconselhava, por exemplo, as irmãs da Sociedade de Socorro a mudarem seus hábitos de alimentação e seu modo de cuidar da casa. Mas o resguardo significava mais do que adotar um estilo de vida mais simples; significava uma mudança de coração. As irmãs deviam destacar-se do restante do mundo, tornando-se verdadeiramente santos, o povo do Senhor. A irmã Eliza R. Snow perguntou: “Do que tenho que me resguardar? De minha ignorância e de tudo que não seja de Deus”.12

“Examinem as escrituras — examinem as revelações que publicamos e peçam ao Pai Celestial, em nome de Seu Filho Jesus Cristo, que lhes manifeste a verdade, e se o fizerem com os olhos fitos em Sua glória, nada duvidando, Ele responderá a vocês pelo poder de Seu Santo Espírito: Vocês, então, saberão por si mesmos, e não por outra pessoa. Não dependerão dos homens para terem conhecimento de Deus.”

Joseph Smith

History of the Church, vol. 1, p. 282

Revelação Pessoal

A irmã Snow seguiu o conselho dos líderes do sacerdócio e prometeu às irmãs da Sociedade de Socorro que elas seriam abençoadas se fizessem o mesmo. Também ensinou que as mulheres podiam receber revelação individual para guiá-las na vida pessoal, na família e nas responsabilidades da Igreja. Ela disse: “Digam às irmãs que desempenhem seus deveres, com humildade e fidelidade, e o Espírito de Deus vai estar com elas e serão abençoadas em seus trabalhos. Que busquem sabedoria em vez de poder, e terão todo o poder que tiverem a sabedoria para exercer”.13

Sua instrução inspirada ajudou as irmãs da Sociedade de Socorro a enfrentarem as provações de sua época. Ela ensinou que se buscassem continuamente a orientação e o consolo do Espírito Santo, elas poderiam desfrutar de paz mesmo em meio à adversidade. Disse que o Espírito Santo “satisfaz e preenche todo anseio do coração humano e preenche todo espaço vazio. Quando estou plena desse Espírito”, continuou dizendo, “minha alma está satisfeita, e posso dizer, com toda a sinceridade, que as coisas insignificantes do dia parecem não me incomodar de modo algum. Mas se eu perder esse espírito e poder do evangelho, partilhando do espírito do mundo, por mínimo que seja, surgem problemas; há algo de errado. Sou provada, e o que vai consolar-me? Vocês não podem consolar-me de modo a satisfazer a mente imortal, exceto com o que provém da Fonte do alto. E acaso não temos o privilégio de viver de modo que essa fonte flua constantemente para nossa alma?”14

woman praying

Ao orarem individualmente e com suas famílias, as irmãs da Sociedade de Socorro podem receber inspiração para guiá-las.

Detalhe de Oração, de Walter Rane. © Walter Rane.

Defesa da Prática do Casamento Plural

Nos primeiros dias da Igreja, a prática do casamento plural foi revelada a Joseph Smith.15 Embora para muitos essa prática tenha inicialmente sido difícil de aceitar, os santos fiéis sabiam que Joseph Smith era um profeta de Deus. Eles seguiram a vontade do Senhor, conforme revelada a Seu profeta. Fizeram convênios com Deus e foram fortes e dedicados no cumprimento desses convênios.

Quando a Sociedade de Socorro foi restabelecida no final da década de 1860, o casamento plural ainda fazia parte da vida dos membros da Igreja. Contudo, muitas pessoas dos Estados Unidos acreditavam que as mulheres que viviam a lei do casamento plural eram humilhadas e maltratadas. Como resultado dessa visão errônea e generalizada sobre os santos dos últimos dias e suas crenças, o governo do país criou leis que proibiam o casamento plural.

Um grupo de mulheres santos dos últimos dias reuniu-se em Salt Lake City, em 1870, em resposta a essas leis. Na presença de repórteres dos jornais de todos os Estados Unidos, aquelas mulheres expressaram seu apoio aos profetas vivos e às práticas da Igreja. Defenderam a si mesmas e a seus maridos e proclamaram sua fé e seus convênios. A irmã Eliza R. Snow disse: “Era o momento certo [de] erguer-nos, na dignidade de nosso chamado e falar por nós mesmas. (…) O mundo não nos conhece, e a verdade e a justiça para nossos irmãos e para nós mesmas exigem que nos manifestemos. (…) Não somos inferiores às mulheres do mundo, e não queremos parecer que somos”.16

Uma mulher santo dos últimos dias expressou os sentimentos de muitas outras, ao dizer: “Não há um só lugar em todo este vasto mundo em que uma mulher receba tanta bondade e afeto, e que seus direitos sejam tão sagradamente defendidos, quanto em Utah. Estamos aqui para expressar nosso amor mútuo e para mostrar ao mundo nossa devoção a Deus, nosso Pai Celestial, e para demonstrar nossa disposição em cumprir as exigências do evangelho; e a lei do casamento celestial é uma de suas exigências que estamos decididas a honrar, ensinar e praticar, e que Deus nos dê forças para fazê-lo”.17

Os repórteres dos jornais disseram que aquele foi um “encontro extraordinário”.18 Um repórter escreveu: “Na lógica e na retórica, as supostamente aviltadas senhoras do mormonismo são bem semelhantes às (…) mulheres do Leste”.19 Nos meses subsequentes, muitas outras mulheres participaram de reuniões como aquela por todo o território.

Em 1890, o Presidente Wilford Woodruff, quarto Presidente da Igreja, recebeu uma revelação que levou a Igreja a interromper a prática do casamento plural. Ele escreveu essa revelação em um documento conhecido como o Manifesto. A respeito da promulgação do Manifesto, ele disse: “O Deus do céu me [ordenou] fazer o que fiz; e quando chegou a hora em que isso me foi ordenado, tudo ficou claro para mim. Dirigi-me ao Senhor e escrevi o que Ele ordenou que eu escrevesse”.20

Como o povo havia aceitado o conselho profético de realizar casamentos plurais e tivesse feito e guardado seus convênios, aquela nova revelação foi igualmente difícil para muitos aceitarem, mas os santos dos últimos dias fiéis decidiram novamente seguir o profeta. No dia em que o Manifesto foi apresentado a todos os membros da Igreja e aprovado por eles, a irmã Zina D. H. Young, que era a terceira presidente geral da Sociedade de Socorro na época, disse: “Hoje o coração de todos foi testado, mas as pessoas se voltaram a Deus e se submeteram”.21

As mulheres da Igreja que, por revelação, aceitaram o casamento plural e depois, por revelação, aceitaram o Manifesto são dignas de admiração e gratidão. Elas foram estritamente obedientes a seus convênios e ao conselho do profeta vivo. Hoje, essas mulheres são honradas por sua posteridade fiel.

gathering of Latter-day Saint women

Uma reunião de mães e filhas santos dos últimos dias, 1893

Helen Mar Whitney, que viveu a lei do casamento plural, escreveu: “Podemos ler a história dos mártires e dos poderosos conquistadores, e de muitos grandes e bons homens e mulheres, mas a história das nobres mulheres e belas filhas de Sião, cuja fé nas promessas do Deus de Israel permitiu que triunfassem sobre si mesmas e obedecessem a Sua lei mais elevada, e que auxiliassem Seus servos a estabelecê-la sobre a Terra (…) tenho certeza de que um relato de suas obras foi escrito pelos anjos, o qual ainda será encontrado nos registros da eternidade, gravado em letras de ouro”.22

Expressar Claramente as Crenças

A irmã Eliza R. Snow era uma escritora e oradora pública talentosa. Era conhecida por muitos como a “poetisa de Sião” por causa de sua grande capacidade de expressar-se na língua inglesa.23 Ela era experiente, organizada, fiel, incansável, corajosa, inteligente e eloquente, e seguiu os sussurros do Espírito ao ajudar a edificar o reino do Senhor. Frequentemente ela compartilhava seu conhecimento e testemunho, e incentivava as mulheres santos dos últimos dias a fazer o mesmo nas reuniões da Sociedade de Socorro — que não dependessem sempre de outros para ensiná-las.

girl reading the scriptures

“Banqueteai-vos com as palavras de Cristo” (2 Néfi 32:3).

Detalhe de Estudo no Dia do Senhor, de Sheri Lynn Boyer Doty. © IRI. Cortesia de Sheri Lynn Boyer Doty.

Algumas mulheres se sentiam relutantes e despreparadas para falar em público. A irmã Snow dava o seguinte conselho àquelas irmãs: “Não deixem que sua presidente tenha que dizer tudo. (…) Deus não lhes concedeu o dom da fala? (…) Se tiverem o Espírito de Deus com vocês, não importam quão simples sejam seus pensamentos, eles serão edificantes para as pessoas que as ouvirem falar”.24

Emily S. Richards contou que a irmã Snow a ajudou a aprender a falar em público: “Na primeira vez que [ela] me pediu para falar em uma reunião, não consegui, mas ela disse: ‘Não se preocupe, mas quando for chamada para falar de novo, tente fazê-lo e tenha algo para dizer’, e foi o que fiz”.25 A irmã Richards continuou a aprimorar sua capacidade de falar em público, e em 1889, falou na convenção da Associação Nacional do Sufrágio Feminino, em Washington, D. C.

Um jornalista descreveu a irmã Richard, dizendo que “ela tremia um pouco, sob o olhar da multidão, mas mostrou-se serena, segura de si, respeitável e tão pura e amável quanto um anjo. (…) Não foram as palavras propriamente ditas, mas o espírito gentil [que] as acompanhava que conquistou o coração de todos”.26

Presidente Spencer W. Kimball

Spencer W. Kimball

Hoje, as irmãs da Sociedade de Socorro seguem o padrão estabelecido pela irmã Snow, pela irmã Richards e por outras das primeiras integrantes da Sociedade de Socorro. Elas buscam diligentemente o conhecimento do evangelho e depois o compartilham com outras. Ao fazê-lo, seguem o conselho dos profetas modernos. O Presidente Spencer W. Kimball, décimo segundo Presidente da Igreja, disse:

“Volto a frisar (…) a necessidade de cada mulher estudar as escrituras. Queremos que nosso lar seja abençoado com irmãs que conheçam profundamente as escrituras — solteiras ou casadas, jovens ou idosas, viúvas ou vivendo no seio de uma família.

Sejam quais forem suas circunstâncias individuais, à medida que conhecerem melhor as verdades das escrituras, terão cada vez mais sucesso para guardar o segundo grande mandamento, que é amar ao próximo como a si mesmo. Tornem-se conhecedoras das escrituras — não para menosprezar os outros, mas para edificá-los! Afinal de contas, quem tem maior necessidade de ‘entesourar’ as palavras do evangelho (às quais se pode recorrer em momentos de necessidade) do que as mulheres e as mães que tanto ensinam os filhos e se desvelam por eles?”

O Presidente Kimball testificou que as irmãs da Sociedade de Socorro vão tornar-se uma vigorosa influência para o bem sobre as “boas mulheres do mundo” ao “manifestarem a retidão e expressividade em sua vida”.27

A irmã Snow, o Presidente Kimball e muitos outros líderes da Igreja compartilhavam a mesma opinião sobre a influência positiva da Sociedade de Socorro. À medida que as irmãs expressam suas crenças em palavras e ações, elas podem fortalecer a fé no Pai Celestial e em Jesus Cristo uma das outras. Podem ajudar-se mutuamente a prepararem-se para receber todas as bênçãos que estão a seu alcance no plano de felicidade do Pai Celestial.

Brigham Young

Segundo Presidente da Igreja
Brigham Young

“As irmãs em nossas Sociedades de Socorro Femininas têm feito muitas coisas boas. Poderiam dizer-me a quantidade de boas ações que as mães e filhas de Israel podem fazer? Não, é impossível. Todo o bem que fizerem seguirá com elas por toda a eternidade.”

Brigham Young’s signature

Deseret News Weekly, 16 de junho de 1869, p. 228

Brigham Young, de John Willard Clawson.

Autossuficiência Temporal

“Pelo poder do Deus vivo podemos e seremos autossuficientes, tornando-nos as criaturas mais independentes sob o mundo celestial.”

Harold B. Lee

Church News, 12 de fevereiro de 1944, p. 8

Os santos dos últimos dias reuniram-se no Vale do Lago Salgado depois de terem sido perseguidos e expulsos de seus lares e comunidades por diversas vezes. Tendo então migrado para um deserto isolado e longínquo, o Presidente Brigham Young queria que florescessem e estabelecessem um lar permanente para si mesmos. Queria que estivessem fisicamente seguros e que também se mantivessem livres de influências mundanas que pudessem prejudicar sua fé e seu testemunho. Queria que fossem independentes das influências do mundo, tanto temporal quanto espiritualmente.

Isso significava que os santos precisavam adquirir aptidões que lhes permitissem atender a todas as suas necessidades. Nessa tarefa, o Presidente Young tinha grande confiança na capacidade, nos talentos, na fidelidade e disposição das mulheres. Ele lembrou as irmãs da Sociedade de Socorro a cumprirem seus deveres no lar com o marido e os filhos.28 Também ensinou outros deveres de autossuficiência temporal, alguns dos quais são mencionados abaixo. Embora muitos deveres temporais específicos sejam diferentes hoje, os princípios em que se baseiam tais deveres permanecem constantes: os santos dos últimos dias são aconselhados a fazer tudo o que puderem para prover as necessidades temporais da vida para si mesmos e para suas respectivas famílias.

Costura. O Presidente Young aconselhou as irmãs a confeccionar roupas para si mesmas e para suas famílias. Ele disse: “Conclamo minhas irmãs a (…) criar sua própria moda e a confeccionar suas roupas de modo a agradar a si mesmas, independentemente de influências externas”.29 A irmã Eliza R. Snow relatou que ele incentivou as irmãs a criar “modas que fossem agradáveis — que fossem dignas de ser patrocinadas por mulheres sensatas, refinadas e inteligentes que estão, como realmente estamos, liderando este mundo”.30

women harvesting silk

As primeiras irmãs da Sociedade de Socorro colhendo seda, aproximadamente 1890

Seda. O Presidente Young criou a Deseret Silk Association, com Zina D. H. Young como presidente. Esse grupo criava bichos-da-seda, alimentando-os com folhas de amoreira. A irmã Young tinha nojo das lagartas e até sofria pesadelos com elas, mas obedientemente cuidava delas em sua própria criação de casulos e ensinava outras pessoas a fazer o mesmo. Sob sua direção, a Deseret Silk Association criou bichos-da-seda por mais de vinte anos. Embora esse trabalho jamais tenha proporcionado renda, elas puderam tecer belas peças de seda para si mesmas.

Trigo. O Presidente Young aconselhou o seguinte às irmãs: “Aprendam a sustentar-se. Armazenem grãos e farinha, e economizem para o dia de escassez”.31 Emmeline B. Wells, que mais tarde se tornou a quinta presidente geral da Sociedade de Socorro, ficou encarregada do comitê central do trigo.

Nesse empreendimento, as mulheres foram motivadas por seu desejo maternal de proteger a família contra a fome. A irmã Wells disse: “Quem pode sentir essas coisas tão profundamente quanto uma mãe? Pensem no que seria ouvir seu pequenino chorar de fome, pedindo pão”.32

As presidentes das Sociedades de Socorro das alas reuniam-se regularmente para discutir maneiras de adquirir e armazenar cereais. As palavras bem dispostas de Sarah Howard, presidente da Sociedade de Socorro de uma ala de Salt Lake City, representavam os sentimentos de muitas irmãs daquela época. Ela disse: “Sinto que é um privilégio que Deus nos deu, e vamos tentar colocá-lo em prática e ser unidas nesse propósito. De minha parte, vou tentar fazer tudo o que puder, e sinto que o Senhor vai abrir um caminho para conseguirmos cereais, embora já estejamos no final da safra”.33 Sarah M. Kimball, que também foi presidente da Sociedade de Socorro de uma ala, já tinha um plano de armazenamento em mente quando foi para uma reunião. No primeiro ano do projeto, a Sociedade de Socorro da ala dela construiu um celeiro à prova de fogo com capacidade de armazenar mais de 27 toneladas de trigo.

O Presidente John Taylor, do Quórum dos Doze Apóstolos, incentivou os irmãos de Kaysville, Utah, a ajudar as irmãs nesse trabalho. Ele contou a respeito de uma mulher que sentiu que o marido era “um pouco liberal e descuidado demais” com as finanças da família. Toda semana, ela separava parte de seu orçamento doméstico e guardava dentro da Bíblia da família. “Alguns anos depois, surgiu uma crise financeira, e [o] marido ficou preocupado. A mulher prontamente percebeu a mudança no semblante do marido e pediu que lhe contasse o motivo de sua preocupação. Ele lhe disse que tinha uma [conta] que venceria em breve e receava não poder pagá-la. Ela tentou incentivá-lo dizendo que tivesse fé em Deus, e apontou para o bom e velho Livro, dizendo que o lesse, para que sentisse algum consolo ao fazê-lo. Ela lhe entregou a Bíblia, e quando ele a abriu e virou as páginas, o [dinheiro] começou a cair”. O Presidente Taylor concluiu: “Pode haver um momento em que precisaremos desse trigo que nossas irmãs estão armazenando; não sejamos demasiadamente confiantes em relação a nossos assuntos e façamos o possível para ajudá-las”.34

Relief Society meeting hall

Um salão de reuniões da Sociedade de Socorro, no andar de cima de uma mercearia em Salt Lake City, Utah, 1892

A irmã Emmeline B. Wells disse às irmãs que a diligência delas naquela tarefa seria “a salvação temporal deste povo em caso de emergência”.35 Isso se cumpriu em 1898 e 1899, quando o trigo da Sociedade de Socorro proveu sustento durante uma terrível seca no sul de Utah.

A diligência das irmãs em armazenar trigo permitiu que as mulheres santos dos últimos dias ajudassem outras pessoas, além de suas famílias e membros da Igreja. A Igreja enviou o trigo da Sociedade de Socorro para os índios americanos de Utah; para os sobreviventes de um terrível terremoto e incêndio ocorridos em San Francisco, Califórnia, em 1906; e para o povo da China que passava fome em 1907.36 O trigo também alimentou milhares de pessoas durante a Primeira Guerra Mundial, quando a Sociedade de Socorro vendeu mais de cinco mil toneladas de trigo para o governo dos Estados Unidos.37 Esse legado de armazenamento e serviço ajudou a estabelecer um padrão para o empenho atual da Igreja em oferecer auxílio humanitário no mundo todo, onde quer que haja pessoas necessitadas.

Cuidados com a saúde e formação médica. Em setembro de 1873, a irmã Eliza R. Snow relatou que o Presidente Brigham Young queria que “muitas [irmãs] se instruíssem formalmente e depois adquirissem formação médica”.38

A irmã Zina D. H. Young é um exemplo de uma irmã da Sociedade de Socorro que prestou grande serviço na área médica. Foi-lhe dito em sua bênção patriarcal que ela teria o dom de cura, e ela preparou-se para utilizar esse dom fazendo um curso de obstetrícia: a prática médica que lida com o nascimento de crianças. Ela ajudou no parto de muitos bebês no Vale do Lago Salgado. Em seu serviço, sua formação prática complementou seus dons de nutrir fisicamente, curar espiritualmente e consolar emocionalmente. A irmã Emmeline B. Wells disse o seguinte a respeito dela: “Podemos citar inúmeras ocasiões em que ela cuidou de enfermos, quando parecia ser inspirada por um poder mais elevado do que o dela mesmo (…) quando os que se reuniam junto ao leito já tinham perdido a coragem e a fé. Nesses momentos, ela realmente parecia um anjo de misericórdia”.39

Apesar de todo o serviço que a irmã Young prestou, confiando em seus dons espirituais e sua limitada instrução, ela estava plenamente ciente de que não poderia atender a todas as necessidades médicas da crescente população de Utah. Ela incentivou outras mulheres santos dos últimos dias a seguir o conselho do Presidente Young de adquirir formação médica.

LDS Hospital nursing graduates

Formandas de enfermagem do Hospital SUD, turma de 1911

A irmã Snow disse: “Há aqui, agora, alguma irmã que tenha ambição suficiente e que se dê conta da necessidade disso, pelo bem de Sião, para assumir esse estudo? Há algumas que nasceram com a vocação de serem enfermeiras, e estas bem fariam em estudar medicina. (…) Se não puderem arcar com suas próprias despesas, temos meios de fazê-lo”.40

Com esse incentivo, algumas irmãs da Sociedade de Socorro estudaram medicina nos Estados do leste dos Estados Unidos. Voltaram para Utah como médicas e deram aulas de obstetrícia e enfermagem doméstica. Emma Andersen Liljenquist, que fez os cursos em Utah, registrou algumas experiências pessoais:

“Gostei muito [do curso], e depois de ser designada pelo Apóstolo John Henry Smith e vários outros, voltei para casa para realizar meu trabalho. Foi-me prometido pelos apóstolos que, se eu vivesse em retidão, saberia o que fazer caso houvesse quaisquer dificuldades. (…)

Essa promessa foi cumprida literalmente. Muitas vezes, quando um de meus pacientes estava muito mal, pedia ao Pai Celestial que me ajudasse, e em todos os casos isso me foi concedido. Um caso, em particular, foi o de uma mulher que acabara de dar à luz um bebê e começou a ter uma hemorragia. O marido chamou o médico, mas ele não se deu conta de que o caso fosse tão grave. Pedi ao Senhor que nos ajudasse. A hemorragia cessou e fiz o que era necessário. Quando o médico chegou, ele disse que mal podia acreditar no que havia acontecido, mas disse que eu tinha feito exatamente o que ele teria feito. (…)

Eu trouxe mais de mil bebês [ao mundo]. Novamente dou graças ao Pai Celestial por Sua ajuda e pela força que o Senhor me deu, porque sem isso eu não poderia ter prestado esse serviço as minhas irmãs ou a nossa comunidade. Uma das coisas mais tocantes a respeito de um nascimento é que a maior preocupação da mãe é com o bebê, e não com ela própria”.41

Em 1882, a Sociedade de Socorro fundou o Hospital Deseret, “no qual os enfermos do povo do Senhor podiam receber atendimento e ter o benefício das ordenanças da Igreja [as bênçãos do sacerdócio] e de um tratamento competente”.42 O hospital continuou funcionando por pouco mais de uma década, até que seus custos operacionais excederam as doações feitas e outras instalações tornaram-se disponíveis.

Zina D. H. Young

Terceira Presidente Geral da Sociedade de Socorro
Zina Diantha Huntington Young

“Alegro-me em prestar meu testemunho perante as filhas de Sião, para que sua fé seja fortalecida, e para que o bom trabalho possa continuar. Busquem um testemunho, como fariam, minhas queridas irmãs, por um diamante escondido. Se alguém lhes dissesse que cavando por tempo suficiente em determinado local vocês encontrariam um diamante de valor incalculável, será que poupariam tempo, forças ou recursos para obter esse tesouro? (…) Se cavarem nas profundezas de seu próprio coração, encontrarão, com o auxílio do Espírito do Senhor, a pérola de grande valor, o testemunho da veracidade desta obra.”

Zina D. H. Young’s signature

Young Woman’s Journal, abril de 1893, p. 319

Detalhe de Zina Diantha Huntington Young. Cortesia do Museu de História da Igreja.

Sufrágio Feminino (Direito ao Voto)

Em fevereiro de 1870, o governo territorial de Utah concedeu às mulheres o direito de voto nas eleições governamentais. Naquela época, apenas o Wyoming era o outro território dos Estados Unidos em que as mulheres tinham esse direito. Mais tarde, o governo nacional rescindiu esse privilégio, como parte da punição imposta aos santos dos últimos dias por seguirem a lei do casamento plural. Mas as mulheres santos dos últimos dias continuaram a se manifestar e a se expressar sobre seus direitos. Muitas irmãs se empenharam ativamente pelo sufrágio feminino, ou o direito de voto. A grande capacidade das irmãs de se expressarem claramente foi uma bênção quando precisaram representar a si mesmas como mulheres fortes, dignas e nobres. Graças a seus esforços, quando foi conferido a Utah a condição de Estado dos Estados Unidos da América, as mulheres recuperaram o direito de voto. Também conquistaram o respeito de outros movimentos femininos dos Estados Unidos e do mundo todo.

Publicações

Relief Society newspaper

O Woman’s Exponent, um jornal para as irmãs da Sociedade de Socorro, foi publicado de 1872 a 1914.

Sob a liderança da irmã Eliza R. Snow, a Sociedade de Socorro patrocinava um jornal chamado Woman’s Exponent. Esse jornal era escrito para as mulheres santos dos últimos dias a fim de ajudá-las a aprender coisas a respeito de seu trabalho, sua vida e sua história. A irmã Emmeline B. Wells foi redatora durante a maior parte do tempo em que o jornal foi publicado. Em seu diário, ela escreveu: “Desejo fazer tudo o que estiver em meu poder para elevar a condição de meu povo, especialmente a das mulheres”.43 Mais tarde, ela escreveu: “Desejei do fundo do coração realizar coisas que fariam as mulheres progredirem moral e espiritualmente, e em seu trabalho educacional, ajudando a fazer a obra de Deus progredir na Terra”.44

Após ser publicado por 42 anos, o Woman’s Exponent saiu de circulação em 1914. No ano seguinte, a Sociedade de Socorro começou a publicar a revista Relief Society Magazine, que incluía lições para as reuniões semanais da Sociedade de Socorro. A revista foi um importante recurso para as irmãs. As mulheres guardavam seus exemplares com carinho, aprendendo e ensinando por meio da revista. Em 1971, a Relief Society Magazine e outras revistas em inglês para membros adultos da Igreja foram combinadas em uma única revista, chamada Ensign.Desde aquela época, a revista Ensign apresenta artigos para instruir e inspirar as irmãs da Sociedade de Socorro.

A Igreja começou a publicar revistas em outros idiomas além do inglês em meados do século XIX. Muitas dessas revistas foram publicadas sob a direção de presidentes de missão. Em 1967, elas foram unificadas em uma única revista com o mesmo formato e conteúdo, e traduzida em vários idiomas. Essa revista internacional — agora chamada A Liahona — sempre apresentou artigos para ajudar as irmãs a viver o evangelho.

Desde 1987, as mensagens das professoras visitantes são publicadas em A Liahona e na Ensign. As mensagens das professoras visitantes também são distribuídas como publicações separadas em regiões em que a Igreja é nova e há poucos membros.

Preparar Crianças e Moças para o Serviço no Reino de Deus

No final do século XIX, os líderes do sacerdócio e da Sociedade de Socorro organizaram esforços para melhorar a vida das crianças e das moças. Atendendo à conclamação do Presidente Brigham Young para que houvesse uma mudança de vida e resguardo (ver página 49), em 1870, as líderes da Sociedade de Socorro criaram a Divisão de Moças da Associação Sênior e Júnior de Resguardo Mútuo. Isso resultou na atual organização das Moças. A Primária foi organizada para as crianças em 1878. Inicialmente, as líderes da Sociedade de Socorro supervisionavam o trabalho dessas organizações, sob a direção dos líderes do sacerdócio. Em 1880, o Presidente John Taylor, o terceiro presidente da Igreja, chamou uma presidência geral da Sociedade de Socorro, uma presidência geral das Moças e uma presidência geral da Primária, diferenciando o trabalho dessas três organizações.

Desde essa época, as irmãs da Sociedade de Socorro sempre lideraram e serviram nas organizações das Moças e da Primária. Elas também fortaleceram a nova geração ao servirem em outras organizações, tais como a Escola Dominical e os seminários e institutos.

Seguir em Frente

Jesus with sheep

“Seguirei adiante. (…) O ‘testemunho de Jesus’ (…) guiará minha visão (Eliza R. Snow).”

Detalhe de Resgate da Ovelha Perdida, de Minerva K. Teichert.

O restabelecimento da Sociedade de Socorro proporcionou maiores responsabilidades e oportunidades para as mulheres santos dos últimos dias. Eliza R. Snow declarou:

“Não percebem que nossa esfera está aumentando? Nossa esfera de ação aumenta continuamente, e nenhuma mulher de Sião precisa chorar porque sua esfera de ação é muito restrita.

Deus as abençoe, minhas irmãs, e as incentive, para que sejam cheias de luz e percebam que vocês não têm outros interesses a não ser o bem-estar de Sião. Que sua prioridade seja a de cumprir seus deveres no lar. Mas, na medida em que forem mordomos sábios, encontrem tempo para os deveres sociais, pois essas são responsabilidades que nos cabem como filhas e mães em Sião. Ao procurar realizar todos os deveres, vocês sentirão sua capacidade aumentar, e ficarão surpresas com o que são capazes de realizar.”45

A expressão pessoal de fé e otimismo da irmã Snow pode servir como um guia para todos os santos dos últimos dias. “Seguirei adiante”, disse ela. “Sorrirei em meio à tempestade e navegarei destemida e triunfalmente pelo tumultuado oceano das vicissitudes (…) e o ‘testemunho de Jesus’ acenderá uma luz que guiará minha visão através dos portais da imortalidade”.46

Show References

    Capítulo 4

  1.   1.

    Ver Journal of Wilford Woodruff, 26 de dezembro de 1866, Biblioteca de História da Igreja.

  2.   2.

    Brigham Young, “Remarks”, Deseret Evening News, 14 de dezembro de 1867, p. 2; ver também Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Brigham Young, 1997, p. 131.

  3.   3.

    Joseph Smith, Relief Society Minute Book, 28 de abril de 1842, Biblioteca de História da Igreja, p. 38; ortografia padronizada.

  4.   4.

    Eliza R. Snow, “Female Relief Society”, Deseret News, 22 de abril de 1868, p. 81.

  5.   5.

    Eliza R. Snow, “Female Relief Society”, p. 81.

  6.   6.

    Eliza R. Snow, Relief Society Minutes, Ala III, Estaca Salt Lake, 23 de setembro de 1868, Biblioteca de História da Igreja, p. 17.

  7.   7.

    Brigham Young, citado em The Personal Writings of Eliza Roxcy Snow, ed. Maureen Ursenbach Beecher, 1995, p. 35.

  8.   8.

    Doutrina e Convênios 25:7.

  9.   9.

    Eliza R. Snow, “Female Relief Society”, p. 81.

  10.   10.

    Brigham Young, “Remarks”, Deseret News Weekly, 13 de maio de 1868, p. 3; pontuação padronizada.

  11.   11.

    Susa Young Gates, History of the Young Ladies’ Mutual Improvement Association, 1911, pp. 9–10.

  12.   12.

    Eliza R. Snow, Senior and Junior Cooperative Retrenchment Association Minutes, 20 de fevereiro de 1875, manuscrito datilografado, Biblioteca de História da Igreja; pontuação padronizada.

  13.   13.

    Carta de Eliza R. Snow para Mary Elizabeth Lightner, 27 de maio de 1869, Biblioteca de História da Igreja.

  14.   14.

    Eliza R. Snow, “An Address by Miss Eliza R. Snow”, Millennial Star, 13 de janeiro de 1874, p. 18.

  15.   15.

    Ver Doutrina e Convênios 132.

  16.   16.

    Eliza R. Snow, Relief Society Minutes, Ala XV, Estaca Salt Lake, 6 de janeiro de 1870, Biblioteca de História da Igreja, p. 140; pontuação e utilização de maiúsculas padronizadas.

  17.   17.

    “Great Indignation Meeting”, Millennial Star, 22 de fevereiro de 1870, p. 115.

  18.   18.

    “The Mormon Question”, New York Times, 8 de fevereiro de 1870, p. 1.

  19.   19.

    “Mormon Women in Council”, New York Herald, 23 de janeiro de 1870; citado em Deseret News, 16 de fevereiro de 1870, p. 23.

  20.   20.

    Wilford Woodruff, “Remarks”, Deseret Weekly, 14 de novembro de 1891, p. 660.

  21.   21.

    Diary of Zina D. H. Young, 6 de outubro de 1890, Biblioteca de História da Igreja; ortografia padronizada.

  22.   22.

    Helen Mar Whitney, A Woman’s View: Helen Mar Whitney’s Reminiscences of Early Church History, ed. Richard N. Holzapfel e Jeni B. Holzapfel, 1997, p. 140.

  23.   23.

    Ver Andrew Jenson, Latter-day Saint Biographical Encyclopedia, 4 vols. (1901–1936), volume 1, p. 695.

  24.   24.

    Eliza R. Snow, Tenth Ward Relief Society Minutes, 22 de janeiro de 1874, Biblioteca de História da Igreja, p. 24; pontuação e utilização da maiúsculas padronizadas.

  25.   25.

    Emily S. Richards, “General Conference Relief Society”, Woman’s Exponent, dezembro de 1901, p. 54.

  26.   26.

    “Emily S. Richards”, Brigham Young University Bulletin: Dedicatory Services for Naming and Dedication of Twelve Buildings, 7 de maio de 1957, p. 21.

  27.   27.

    Spencer W. Kimball, “O Papel das Mulheres Justas” [tradução atualizada] A Liahona, março de 1980, p. 155.

  28.   28.

    Ver Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Brigham Young, 1997, pp. 167–168.

  29.   29.

    Brigham Young, “Remarks”, Deseret News Weekly, 13 de maio de 1868, p. 3.

  30.   30.

    Eliza R. Snow, “Female Relief Society”, p. 81.

  31.   31.

    Brigham Young, “Remarks”, Deseret News Weekly, 13 de maio de 1868, p. 3.

  32.   32.

    Emmeline B. Wells, “Be Wise and Hearken to Counsel”, Woman’s Exponent, 1º de novembro de 1876, p. 84; pontuação padronizada.

  33.   33.

    Sarah Howard, “General Meeting of Central and Ward Committees”, Woman’s Exponent, 1º de dezembro de 1876, p. 99.

  34.   34.

    John Taylor, “Discourse by Prest. John Taylor”, Deseret News, 9 de abril de 1879, p. 147.

  35.   35.

    Emmeline B. Wells, “Sisters Be in Earnest”, Woman’s Exponent, 15 de outubro de 1876, p. 76.

  36.   36.

    Ver Jill Mulvay Derr, Janath Russell Cannon e Maureen Ursenbach Beecher, Women of Covenant: The Story of Relief Society, 1992, pp. 165–166.

  37.   37.

    Ver “Church Wheat to Be Turned Over to Government”, Deseret Evening News, 20 de maio de 1918, p. 1.

  38.   38.

    Eliza R. Snow, “An Address”, Woman’s Exponent, 15 de setembro de 1873, p. 63.

  39.   39.

    Emmeline B. Wells, “Zina D. H. Young—A Character Sketch”, Improvement Era, novembro de 1901, p. 45.

  40.   40.

    Eliza R. Snow, “An Address by Miss Eliza R. Snow”, p. 20; pontuação padronizada.

  41.   41.

    Emma Andersen Liljenquist, Our Pioneer Heritage, comp. Kate B. Carter, 1963, volume 6, pp. 445–446.

  42.   42.

    “Deseret Hospital”, Woman’s Exponent, 1º de agosto de 1882, p. 36.

  43.   43.

    Diário de Emmeline B. Wells, 4 de janeiro de 1878, Harold B. Lee Library Special Collections, Brigham Young University; pontuação padronizada.

  44.   44.

    Diário de Emmeline B. Wells, 1º de agosto de 1895.

  45.   45.

    Eliza R. Snow, “An Address by Miss Eliza R. Snow”, p. 21.

  46.   46.

    Eliza R. Snow, Poems: Religious, Historical, and Political, 1856, pp. 148–149.

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