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Verdadeiramente Feliz Agora

 

Nome Omitido


Os eventos neste artigo são reais, mas o nome do autor
e outros envolvidos foram alterados por motivos de privacidade.


Pensei que um estilo de vida homossexual me ajudaria a sentir-me realizado. Um telefonema oportuno de um membro da família ajudou-me a lembrar onde eu poderia encontrar a verdadeira felicidade.

Porque, desde que me recordo, procurei libertar-me da atração pelo mesmo sexo. Como um jovem adolescente, achava-me confuso com o que sentia em relação a outros homens, mas nunca agi quanto a isso — eu sabia que, ao fazê-lo, seria contrário aos ensinamentos do evangelho. Mas tudo isso mudou, quando fui para uma universidade longe de casa e fiz uma escolha deliberada de não participar do Instituto ou ir à igreja.

Entre os novos amigos cujos padrões eram diferentes daqueles em que eu fora criado, senti-me bem à vontade para falar sobre minha atração por homens — algo que nunca me sentiria bem para falar com meus pais. Para minha surpresa, isso não foi um grande choque para meus amigos — ou para outras pessoas a quem comecei a contar. Eles aceitaram muito bem, e comecei a me convencer de que não havia nada de errado com um estilo de vida gay. Em pouco tempo, encontrei-me em um relacionamento com um colega de trabalho do sexo masculino. Embora não durasse muito tempo, abriu-me a porta para que pensasse em outros relacionamentos com o mesmo sexo, embora eu soubesse que minhas ações eram contrárias ao plano de felicidade do Pai Celestial, que eu conhecera toda a minha vida.

Comecei a sentir uma profunda falta de auto-estima e uma grande depressão. Esperava que, uma vez que eu podia ser aberto em relação a quem eu era e a minha escolha de viver um estilo de vida homossexual, e — uma vez que eu pudesse simplesmente “sair por aí” com a maneira que queria viver — esses sentimentos iriam embora.

Certa manhã de domingo, quando eu estava deitado na cama e me sentindo particularmente deprimido, uma de minhas parentas me ligou. Comecei a chorar, quando ouvi sua voz e disse-lhe como me sentia miserável. E então despejei abruptamente o que acontecia, antes de que qualquer um de nós pudesse dizer mais outra coisa. Serei eternamente grato por sua reação.

Ela me disse que parte do motivo da minha tristeza era que minhas ações não estavam em harmonia com o que eu sabia ser verdade. Fez-me também lembrar que nossa família orava todos os dias pelo meu retorno à Igreja.

Foi um gesto ousado da parte dela — para algumas pessoas. Essa reação poderia tê-las afastado para sempre. Tempos depois, soube que minha parenta sentira-se inspirada a ligar-me naquela manhã e dizer tudo aquilo: foi exatamente o que eu precisava ouvir, e ela se expressou com tal calma e amor, que não questionei seus motivos.

Ela então disse algo que me tocou o coração mais profundamente do que qualquer coisa que sentira em muito tempo: “Quando esta vida chegar ao fim e nossa família estiver sentada junto do outro lado, queremos você lá”. A verdade da doutrina da família eterna atingiu-me o coração. Eu não queria ser separado das pessoas que mais me importavam, e eu sabia que, com base em meu comportamento atual, isto ocorreria.

Ela então perguntou: “Se eu puder encontrar-lhe ajuda, você gostaria de conversar com as pessoas que podem auxiliá-lo?” Concordei.

Percebi que o que ela estava me perguntando era se eu estava disposto a mudar. Eu estava, mas durante as várias semanas e meses seguintes, quando me encaminhava para aquela mudança, eu imaginava que minha vida nada mais seria do que um exercício de perseverança. Sim, eu estava disposto a tentar obedecer aos mandamentos do Pai Celestial, mas não achava que nesta vida, mesmo assim, eu me sentiria feliz ou aceito. Certamente não poderia esperar a realização de uma vida familiar. Acostumei-me com a ideia de que as várias décadas seguintes seriam uma questão de tolerar a vida — sozinho — o melhor que pudesse.

O que não levava em conta em minhas expectativas era o quanto o Pai Celestial é bondoso para Seus filhos e o quanto Ele está disposto a nos abençoar quando obedecemos. O telefonema da minha parenta foi, é claro, uma bênção significativa, mas, quando decidi arrepender-me e viver da maneira que Ele pediu a Seus filhos que vivessem, Ele continuou a abençoar-me de muitas maneiras — as quais eu jamais poderia ter previsto.

Encontrar um Conselheiro

Nos dias que se seguiram àquele telefonema, ela entrou em contato com os Serviços Familiares SUD. Embora o conselheiro que logo conheci não fosse o ideal para mim, logo consegui uma entrevista com uma terapeuta com quem me dei melhor e em quem senti que poderia confiar. Percebi que ela se importava profundamente comigo, não apenas como um cliente, mas também como uma pessoa. Ela queria me ajudar a ter uma vida produtiva e feliz.

Suporte adicional continuou a vir por meio de minha parenta. Durante esse tempo, ela e eu nos correspondíamos regularmente. Eu compartilhava meus sentimentos e esforços e lhe enviava artigos que ela podia ler para entender melhor pelo que eu estava passando. Eu sabia ter nela uma confidente maravilhosa.

Essas duas fontes de apoio foram essenciais a essa altura, porque eu sabia que teria de fazer mudanças ao voltar para uma vida em harmonia com os ensinamentos do evangelho. Muitos de meus amigos que abraçaram o homossexualismo — seja por si mesmos ou por membros da família — ficaram ofendidos por eu sentir que precisava mudar. Não achavam que isso poderia ser feito, e achavam que eu os estava criticando por decidir que esta não era a maneira pela qual eu queria viver. Eu sabia que deixar para trás os amigos seria difícil, mas, mesmo nos pequenos progressos para o arrependimento que eu dera até agora, passava-me uma sensação de alívio. Eu sabia que precisava seguir em frente ou voltaria para onde comecei.

Trabalhar com Meu Bispo

Uma segunda grande bênção veio na forma de um bondoso e compassivo líder do sacerdócio. Meu bispo viera à minha casa uma vez, quando eu estava totalmente inativo, e me perguntara se eu aceitaria uma bênção. Concordei. Quando minha terapeuta me perguntou o nome dele e respondi, descobrimos que ela o conhecia pessoalmente. Ele concordou em vir ao seu consultório, onde eu já me sentia à vontade, para conversar comigo. Ela permaneceu na sala enquanto eu falava sobre minha luta, e em seguida, ela deixou-nos, para nos reunirmos em particular. Foi uma “transição” muito calorosa, e por minha conselheira e meu bispo terem lidado com essa coordenação com tanta solidariedade, senti, em ambos, uma grande demonstração de confiança e entendimento. Depois disso, comecei a reunir-me com meu bispo regularmente e de trabalhar para o arrependimento. Durante todo o tempo, ele era excepcionalmente sensível ao Espírito e bondoso para mim. Sob muitos aspectos, meu bom bispo me salvou.

Sentir Esperança na Expiação e o Amor de Meu Pai Celestial

Quase um ano depois, meu bispo sugeriu que eu precisava voltar ao templo. Embora eu tivesse recebido a investidura, não participava da adoração no templo há quase dez anos. No entanto, não estava pagando o dízimo; mal estava iniciando minha carreira e não tinha muito dinheiro. Além disso, minha empresa estava se fundindo com outra, e eu estava prestes a perder meu emprego. Eu provavelmente teria que me mudar. Mas meu bispo me incentivou a ser obediente, para que, se eu me mudasse, poderia fazer isso tendo resolvido meu passado com meu líder do sacerdócio, e não seria necessário levantar novamente a questão. Apesar de que pagar o dízimo exigiu muita fé, obedeci. Depois do pagamento fiel durante algum tempo, meu bispo determinou que eu estava pronto e digno para a adoração no templo.

Ele, minha conselheira e um bom amigo do trabalho que era SUD acompanharam-me ao templo. Nunca me esquecerei da intensidade do que senti naquele dia: a percepçáo de que eu estava em casa. Senti o amor do Pai Celestial mais profundamente do que nunca antes. E me veio à mente este pensamento bem nítido: todo e qualquer sacrifício que fizermos em termos de prazeres ou apetites terrenos, tudo o que tivermos que abrir mão por causa Dele, Ele nos recompensará além do que jamais poderiamos prever. Isso foi certamente verdade, ao estar em Sua casa naquele dia.

Acabei tendo que mudar-me a trabalho. Eu não conhecia ninguém em minha nova cidade, e por ter perdido a estrutura de apoio de minha conselheira e do bispo com quem havia trabalhado tão de perto, senti-me muito só. Eu ia à igreja, mas realmente não vim a conhecer os membros de minha ala. Mas havia um templo ali perto, e eu sabia que lá eu me sentiria em casa. Eu ia com frequência e me agarrava à força que obtinha ao comparecer. Certa manhã em particular, sentei-me na sala celestial, orando por ajuda — ajuda em minhas lutas constantes contra a atração pelo mesmo sexo, ajuda em minha nova casa e ajuda com o sentimento de solidão. Enquanto estava sentado ali, senti o amor do Pai Celestial mais intensamente do que jamais ocorrera em minha vida. Eu sabia que, de alguma forma, tudo ficaria bem. Essa confirmação espiritual ajudou-me a seguir em frente.

Afinal de contas, eu sabia que fizera a escolha certa e que minha vida estava se movendo na direção certa. Ainda assim, a atração por homens que eu sentia não tinha ido embora. Decidi que isso poderia me consumir ou apenas fazer parte de mim, algo que eu controlaria. Essa foi minha escolha. Eu sabia, por experiência própria, que definir-me por isso levaria à miséria. Tendo passado por meio do arrependimento e tendo tido esse fardo retirado de mim por meio da Expiação de Jesus Cristo, não havia jeito de eu querer voltar para aquela vida. Prossegui, esperando ser capaz de lidar com a atração e ficar em paz.

É claro que o amor de meu Pai Celestial era o maior sentimento e a validação mais importante que eu poderia ter recebido. Mas, em Sua bondade, Ele continuou a abençoar-me com pessoas em minha vida que me ajudaram, amaram e me deram as boas-vindas.

Encontrar Aceitação entre Novos Amigos

Algumas dessas pessoas vieram na forma de amigos verdadeiros. Em meus primeiros esforços para desenvolver amizades, forcei uma dependência pouco saudável com alguns e, como resultado, afastei algumas pessoas. Depois de algum tempo, conheci um casal de minha ala que ofereceu o apoio e camaradagem de que eu precisava, dentro dos devidos limites. O marido sabia de meu problema, e, embora ele mesmo não lutasse contra a atração pelo mesmo sexo, ele o entendia — e daí, ele me compreendia. Ele me via como uma pessoa e não como um estilo de vida ou como um desafio. Ele não deixou que minha luta o espantasse ou impedisse nossa amizade. Para mim, isso era muito importante. Às vezes, no passado, quando as pessoas vinham a saber de minhas dificuldades, elas viravam as costas, o que era tremendamente prejudicial. (Se os membros da Igreja que lutam contra a atração pelo mesmo sexo não encontrarem aceitação na Igreja, vão procurá-la em outro lugar, e o mundo lhes dirá que aceitem sua atração e a considerem como quem são.) A aceitação e genuína amizade desse homem preencheu um vazio em mim.

Encontrar o Amor

Com o tempo, quando desenvolvi melhor amizade com com esse casal, também conheci uma moça que era de seu círculo de amizades. Eu já tinha namorado algumas mulheres nos últimos anos, tentando seguir o plano do Pai Celestial para Seus filhos, de se casarem e constituírem família. Embora eu duvidasse de que o casamento viesse a ser uma bênção para mim nesta vida, eu queria ser obediente e confiava em que o Pai Celestial me abençoaria por isso.

Quando vim a conhecer aquela mulher, porém, as coisas foram diferentes. Vim a apaixonar-me por ela. Namoramos por vários meses. Quando começamos a conversar sobre a possibilidade de casamento, senti que precisava falar-lhe sobre o meu passado — e sobre minha contínua, mas controlada, luta contra a atração pelo mesmo sexo. Eu estava nervoso por fazê-lo e pensei muito sobre o assunto, mas também sabia que, se estávamos falando sobre casamento, ela tinha o direito de saber. Eu sabia também que, se ela fosse a moça certa para mim e se devíamos ficar juntos, tudo iria terminar bem. Quando, por fim, eu lhe contei, ela ouviu pacientemente e depois disse que isso não afetava o que sentia por mim. Em pouco tempo ficamos noivos e nos casamos alguns meses após.

É claro que o casamento não é o certo para todos os que lutam contra a atração pelo mesmo sexo. A certa altura, eu não sabia se isso seria uma possibilidade para mim. Certamente não é uma cura ou tratamento de tipo algum. Mas para mim, descobri que meu fardo havia sido tirado suficientemente para procurar o casamento. Minha luta contra a atração pelo mesmo sexo raramente surge hoje em dia. Ela conhece meu desafio — algo que ainda enfrento de tempos em tempos, mas sou capaz de controlar — e isso não define nosso relacionamento. Eu a amo muito e sou grato ao Pai Celestial por enviá-la para mim.

Agora já estamos casados há vários anos e temos três filhos. Minha vida está tão perto da perfeição, como nunca imaginei que poderia estar. Isso não significa que não temos problemas — todo mundo tem problemas — mas é preciso haver “oposição em todas as coisas” (2 Néfi 2:11) para que se possam desfrutar dos dias, quando vocês se sentam e, olhando um para o outro, pensam: “Puxa, temos uma boa vida.” Sem dúvida alguma, minha família é a maior bênção que o Pai Celestial me deu, uma bênção que eu jamais poderia ter previsto no início desta sua jornada.

Também reconheço que a história de todos não seguirá o mesmo caminho. Sei que algumas pessoas que lutam contra a atração pelo mesmo sexo sentem o fardo ser inteiramente removido; são capazes de vencê-la. Esse não é o meu caso. Ainda tenho dificuldades com emoções ou pensamentos de tempos em tempos, e é preciso força e energia para lidar com eles. Também sei que há pessoas que podem não ter a bênção de tê-lo um pouco aliviado, como eu tive. Não sei por que as pessoas enfrentam desafios — este ou qualquer outro — com tais resultados diferentes, mas sei que nosso Deus não é um deus cruel. E sei que a obediência acarreta a paz.

A realidade de minha decisão chegou a isto: eu sabia que, se obedecesse, o Pai Celestial, de alguma forma compensaria meus esforços e me permitiria ficar em paz com minha situação de alguma forma. Submeter-me à vontade de Deus trouxe essa paz. Eu O vi trabalhar em minha vida. Senti Seu espírito e encontrei forças por meio da Expiação de Seu Filho, porque eu estava tentando com todo o meu poder ser obediente — não fazer com que a atração fosse embora, mas ser obediente. A fé precede o milagre, e o milagre para mim foi que meu fardo se tornou mais leve.

Embora tivesse uma vez me resignado a uma vida de perseverança, alegremente fui surpreendido por bênçãos que nunca imaginei serem possíveis. Sei que o Pai Celestial nos abençoará além da capacidade, quando tivermos fé para confiar Nele e em Seu Filho, ao fazer o que Eles nos mandaram.

Nota do Redator:

O autor desta história, por fim, encontrou a felicidade no casamento, mas o casamento não é uma “solução” ou “ajuste” para a atração pelo mesmo sexo. O livreto Deus Ama Seus Filhos, preparado pela Primeira Presidência e o Quórum dos Doze Apóstolos, explica:

“Em algumas circunstâncias, uma pessoa adia o casamento porque ele ou ela não está no momento atraída por um membro do sexo oposto. Enquanto muitos santos dos últimos dias, por meio de esforço individual, o exercício da fé e confiança no poder capacitador da Expiação, vencem a atração pelo mesmo sexo na mortalidade, outros podem não ficar livres desse desafio nesta vida. No entanto, o plano perfeito de nosso Pai Celestial prevê solução para as pessoas que buscam guardar Seus mandamentos, mas que, não por culpa própria, não têm um casamento eterno na vida mortal. Ao seguirmos o plano do Pai Celestial, nosso corpo, sentimentos e desejos vão ser perfeitos na vida futura, para que cada um dos filhos de Deus possa encontrar alegria em uma família que consista de um marido, esposa e filhos.

“Atração homossexual inclui profundos sentimentos emocionais, sociais e físicos. Todos os filhos do Pai Celestial desejam amar e ser amados, inclusive muitos adultos que, por vários motivos, permanecem solteiros. Deus assegura a Seus filhos, inclusive aos que atualmente são atraídos para pessoas do mesmo sexo, que seus desejos dignos, por fim, serão plenamente satisfeitos do modo de Deus e de acordo com Seu próprio tempo.”

Deus Ama Seus Filhos está disponível em vários idiomas na store.lds.org, no seu centro de distribuição local ou fazendo o download a partir www.lds.org/same-gender-atraction.

Âncoras Espirituais

Como eu disse neste artigo, tendo vivido com a atração pelo mesmo sexo, sei que as pessoas nem sempre podem controlar o que sentem, mas aprendi que todos nós temos o controle final sobre o que fazemos. Às vezes as pessoas alegam que viver um estilo de vida homossexual não é alguma coisa de se estranhar, porque estão simplesmente fazendo o que parece natural. Mas sabemos, pelo Livro de Mórmon, que “o homem natural é inimigo de Deus” (Mosias 3:19) Para algumas pessoas, dirigir a 240 km/h pode parecer natural. Outros podem ter inclinações para roubar. Isso não faz as com que essas coisas sejam certas. Todo mundo tem impulsos, pensamentos e sentimentos que têm de controlar. Aprender a controlar nossos apetites e nos submetermos à vontade de Deus é parte da razão de estarmos aqui na mortalidade.

Aqui estão algumas coisas que me fortaleceram, quando minha luta era dura:

  • A Bondade de Outras Pessoas. Quando estava voltando para a igreja, para mim era difícil sentar-me durante um bloco de três horas de reunião. Minha lembrança dos ensinamentos do evangelho havia diminuído, e era difícil voltar para eles. Muitas vezes chegava tarde e saía cedo, e eu nunca falava com ninguém. Mas um membro observador e bondoso da ala fazia um esforço para procurar-me e me cumprimentar. Para ele, era uma coisa simples dizer: “Olá, como vai você?” Mas sua abordagem cristã importava muito para mim.
  • Lembretes do Salvador. Logo que decidi me arrepender e mudar de vida, senti-me muito solitário — e muito deprimido. Eu sabia que estava no caminho certo e fazendo o progresso que deveria fazer, mas precisara abandonar amigos (ou, em muitos casos, eles me abandonaram). Eu tinha muito tempo que precisava ocupar de maneiras positivas. Decidi comprar uma gravura simples do Salvador e fiz um projeto de encontrar a moldura certa, tornando-a bela sem que fosse cara. Pendurei-a em cima de minha lareira, e quando me sentia deprimido, sentava-me em minha sala de estar, ouvia boa música e olhava a gravura. É engraçado como um gesto simples como uma foto podia fortalecer-me, mas ela o fazia. Ela me lembrava do que Ele sofrera.
  • O Templo. O templo, como mencionei em minha história, foi um salva-vidas para mim. Lá, eu sempre me sentia em casa. Era o lugar onde eu podia sentir mais facil e puramente o amor do Pai Celestial por mim.
  • Música. A música sempre foi uma parte importante em minha vida. Encontrava regularmente — e ainda encontro — paz nos hinos da Igreja.
  • Citações Inspiradoras. Tive um período difícil, alguns anos depois de voltar à atividade na Igreja. Durante esse tempo, eu pesquisava na Biblioteca do Evangelho no site LDS.org, para encontrar uma citação inspiradora que me ajudasse durante o dia. Eu escolhia uma palavra ou tema — talvez serviço ou solidariedade — e começava a procurar no material, até encontrar uma citação que sempre me influenciava naquele dia. Fiz isso todos os dias da semana, por cerca de um ano. Embora não tenha feito isso há vários anos, ainda guardo algumas das minhas descobertas favoritas em minha mesa no trabalho.
  • Um Plano. O que descobri é que deve haver um plano preparado para os tempos difíceis. Esse plano é ainda melhor, se estiver escrito. Você promete a si mesmo que vai executar seu plano, se você tiver vontade ou não. Quando as coisas estão muito difíceis, é o pior momento para descobrir como lidar com elas. Faça planos quando estiver forte e execute-os quando estiver sentindo-se fraco.