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Enfrentar as Tempestades da Vida

Whitney Hinckley

Quando provações surgirem, não se esqueça de que há alguém que pode lhe trazer paz.

Após um longo dia de ensino, Jesus Cristo embarcou em um navio com Seus Apóstolos. Eles estavam indo através do mar da Galileia para ensinar o povo do outro lado. Cristo estava dormindo quando uma tempestade veio sobre eles.

Os Apóstolos começaram a temer a tempestade, enquanto eram sacudidos pelos ventos e água enchia o barco. Eles despertaram Jesus, clamando: “Mestre, não se te dá que pereçamos?” (Marcos 4:38).

Cristo levantou-se e acalmou os ventos e as ondas com seu poder, dizendo: “Cala-te, aquieta-te” (Marcos 4:39). Ele virou-se a seus apóstolos e perguntou: “Onde está a vossa fé?” (Lucas 8:25). Cristo suavemente repreendeu-os por terem medo e não se lembrarem de que Ele pode acalmar os mares agitados durante uma tempestade.

Recentemente, ouvi um amigo dizer que “às vezes vida é uma tempestade”. Como isso é verdade! Vida pode ser tempestuosa, agitando-nos com os ventos do infortúnio, dor, vergonha ou estresse.

Em um hino com base na experiência do mar da Galileia, cantamos:

Mestre, tão grande tristeza
Me quer hoje consumir;
A dor que perturba minh’alma,
Eu peço-te vem banir!
De ondas do mal que me encobrem
Quem me fará sair,
Eu pereço sem ti, ó meu Mestre.
Depressa vem me acudir!

(“Mestre, o Mar Se Revolta”, Hinos, n º 72)

Cristo não apenas acalma os mares físicos, mas também pode acalmar os mares dentro de nossa mente e de nossa alma.

Cristo não apenas acalma os mares físicos, mas também pode acalmar os mares dentro de nossa mente e de nossa alma. Chamamos o Pai Celestial e Seu Filho quando as águas da angústia começam a inundar nosso navio? Será que temos fé para confiar em Cristo?

É difícil lembrar-se de que há alguém que pode trazer paz ao que estão sendo sacudidos com força quando sentimos que mal podemos nos segurar. Às vezes na vida apenas tentamos vencer a tempestade, nos esquecendo de invocar o Único que pode acalmá-la.

Talvez a paz nem sempre venha como aconteceu naquele dia há muito tempo na Galileia — as tempestades e os ventos podem não ser substituídos por uma calma perfeita. Em vez disso, quando nos apressamos em invocar o Mestre e permitir-Lhe carregar nossos fardos, nossa paz pode vir em pequenos lembretes de Seu amor e carinho, dando-nos forças para superar a tempestade.

Foi isso que aconteceu comigo em um mês de abril. O fim de outro ano letivo estava se aproximando rapidamente — e com ele vieram os cuidados, as preocupações e o trabalho que sentira durante os últimos nove meses. Eu estava exausta, emotiva e solitária. Senti que estava sendo jogada pelas tempestades da vida. A conferência geral estava chegando, e procurei ouvir o que os profetas de Deus falariam para mim, na esperança de sentir uma calma entrar minha “alma que afundava”.

Um hino de encerramento trouxe muita paz. Enquanto o coro cantava a terceira estrofe, senti o Espírito acalmar os mares dentro de mim:

Se Deus é convosco, a quem temereis?,
Ele é vosso Deus, seu auxílio tereis.
Se o mundo vos tenta, se o mal faz tremer, (…)
Com mão poderosa vos há de suster.

(“Que Firme Alicerce”, Hinos, nº 42)

É nossa fé no poder tranquilizador de Cristo e nossa rapidez em pedir Sua ajuda que permite que Ele acalme nosso coração durante as tempestades da vida.

Minha tempestade pode não ter sido tão intensa quanto as tempestades que outras pessoas enfrentam, mas não é a força da tempestade que faz com que nosso Pai Celestial e Jesus Cristo estejam dispostos a ajudar-nos. É nossa fé no poder tranquilizador de Cristo e nossa rapidez em pedir Sua ajuda que permite que Ele acalme nosso coração durante as tempestades da vida.

Alegria Pode Ser Nossa

“Irmãos e irmãs, não importa o quanto a situação seja tenebrosa no mundo atual, não importa quais sejam as tempestades que cada um enfrente individualmente, em casa e na família, podemos ter essa alegria agora. (…)”

“(…) A fé que temos Nele e a obediência aos Seus mandamentos nos darão ‘um perfeito esplendor de esperança’ [2 Néfi 31:20] e dissiparão as trevas e o desespero desta época atribulada. Quem teve o poder de apaziguar os elementos da Terra tem o poder de apaziguar nossa alma, dando-nos refúgio na tempestade” (Robert D. Hales, “A Fé em Meio às Tribulações Traz Paz e Alegria”, Ensign ou A Liahona, de maio de 2003, p. 18).

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