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Arbítrio e Responsabilidade

Encontre respostas sobre perguntas a respeito dos padrões da Igreja Escolha um tema acima para ver mais.

  • Quais são as consequências da maneira como uso meu arbítrio?

    “O uso que faz [do arbítrio] determina sua felicidade ou desespero nesta vida e na próxima. Você é livre para escolher e agir, mas não para escolher as consequências de suas ações. As consequências podem não ser imediatas, mas elas sempre virão. Escolher o bem e a retidão leva à felicidade, à paz e à vida eterna, enquanto que a escolha do pecado e do mal no final leva ao sofrimento e à angústia” (Sempre Fiéis, p. 18).

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  • O que é arbítrio?

    Arbítrio é “a habilidade de escolher e agir por si mesmo” (Sempre Fiéis, p. 17). O Élder Robert D. Hales afirmou: “Ensinamos que arbítrio é a capacidade e o privilégio que Deus nos dá de escolher e ‘agir por nós mesmos e não de recebermos a ação’ (2 Néfi 2:26). Ter arbítrio é agir com comprometimento e ter responsabilidade por nossas ações” (“Arbítrio: Essencial ao Plano de Vida”, Conferência Geral de outubro de 2010).

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  • Por que o Pai Celestial permite que Satanás nos tente?

    “Foi permitido que Satanás tivesse uma influência crescente no mundo para prover-nos um ambiente no qual pudéssemos ser postos à prova. Embora esteja causando muitos estragos hoje, o destino final de Satanás foi determinado por Jesus Cristo por meio de Sua Expiação e da Ressurreição. O diabo não vai triunfar. Mesmo agora, ele precisa agir dentro dos limites estabelecidos pelo Senhor” (Richard G. Scott, “O Poder Transformador da Fé e do Caráter”, Conferência Geral de outubro de 2010).

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  • Qual é a relação entre o arbítrio e a batalha no céu?

    “Foi-lhe concedido o poder de escolha mesmo antes de nascer. No Conselho pré-mortal dos Céus, o Pai Celestial apresentou Seu plano que incluía o princípio do arbítrio. Lúcifer rebelou-se e procurou ‘destruir o arbítrio do homem’ (Moisés 4:3). Por esse motivo, foi negado a Lúcifer e aos seus seguidores o privilégio de receber um corpo mortal. O fato de você estar na Terra confirma que você exerceu o seu arbítrio e decidiu seguir o plano do Pai Celestial” (Sempre Fiéis, pp. 17–18).

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  • Por que o arbítrio é importante?

    “O arbítrio é essencial no plano de salvação. Sem ele, você não seria capaz de aprender, progredir ou de seguir o Salvador. Com o arbítrio, você é “[livre] para escolher a liberdade e a vida eterna por meio do grande Mediador de todos os homens, ou para [escolher] o cativeiro e a morte, de acordo com o cativeiro e o poder do diabo” (2 Néfi 2:27) Sempre Fiéis, p. 17.

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  • Às vezes ouço uma pessoa dizer: ‘Não é minha culpa’ ou ‘Não tive escolha’. Qual a relação disso com o princípio do arbítrio?

    “Vocês são responsáveis pelas escolhas que fizerem. Não devem culpar as circunstâncias, a família ou os amigos, se decidirem desobedecer aos mandamentos de Deus. Vocês são filhos e filhas de Deus e, como tal, possuem um poder enorme. Vocês têm a capacidade de escolher a retidão e felicidade, não importando quais sejam suas circunstâncias” (Para o Vigor da Juventude, p. 5).

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  • Como posso convencer meus amigos de que nossos padrões dizem respeito à liberdade e não a restrições?

    “Os mandamentos não são um fardo ou uma restrição. Todo mandamento do Senhor é dado para nosso desenvolvimento, progresso e crescimento. O Profeta Joseph Smith ensinou: ‘Deus planejou nossa felicidade. (…) Ele jamais instituirá uma ordenança ou dará mandamento algum a Seu povo, que em sua natureza não tenha por objetivo promover essa felicidade que Ele planejou’ (Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, selecionados por Joseph Fielding Smith, p. 250)” (Robert D. Hales, “Se Queres (…) Entrar na Vida, Guarda os Mandamentos,” Conferência Geral de abril de 1996).

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  • Além de escolher entre o certo e o errado, o que mais o arbítrio faz em minha vida?

    “Vocês (…) são responsáveis pelo desenvolvimento das habilidades e dos talentos que seu Pai Celestial lhes deu. São responsáveis perante Ele pelo que fazem com suas habilidades e como despendem seu tempo. Não o desperdicem. Estejam dispostos a trabalhar muito. Decidam realizar muitas coisas boas por sua livre e espontânea vontade” (Para o Vigor da Juventude, p. 5).

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