Capítulo 6: Apoiar Aqueles Que o Senhor Apoia

Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: George Albert Smith, 2010


Nossos líderes são escolhidos pelo Senhor e Ele espera que os apoiemos em palavras e ações.

Da Vida de George Albert Smith

George Albert Smith foi apoiado Presidente da Igreja na conferência geral de outubro de 1945. Perto do final da conferência, o Presidente Smith expressou gratidão pelo voto de apoio dos santos: “Obrigado pela confiança que foi manifestada, meus irmãos e minhas irmãs, esperando que eu tenha sucesso, e prometendo, como alguns de vocês fizeram, que vão ajudar-me a ter sucesso, porque sou apenas um homem, um dos mais humildes entre vocês, mas fui chamado para este serviço — e não estaria aqui se não soubesse que fui chamado — pela autoridade de nosso Pai Celestial”.

Depois, ele acrescentou este pedido: “Precisarei da ajuda de todo homem, toda mulher e toda criança, não para minha bênção, mas para sua bênção e para bênçãos dos filhos dos homens, onde quer que estejam. Esta não é minha responsabilidade, é nossa responsabilidade”.1

Como mostram os ensinamentos deste capítulo, George Albert Smith compreendia os pesados fardos carregados pela Primeira Presidência, mesmo antes de se tornar Presidente da Igreja. Ele ensinou aos santos que sua lealdade e fidelidade podem ajudar a aliviar esses fardos e foi um exemplo desse princípio durante seu serviço no Quórum dos Doze Apóstolos.

Em 1946, enquanto dirigia uma sessão da conferência geral, o Presidente Smith deu início ao apoio dos líderes da Igreja explicando que aquilo era mais do que um mero ato passivo: “Passaremos agora a um procedimento costumeiro nestas conferências; ou seja, a apresentação das Autoridades da Igreja para serem apoiadas pelo voto das pessoas. Espero que todos vocês se deem conta de que este é um privilégio sagrado. (…) Não se trata apenas de um símbolo, mas é uma indicação de que, com a ajuda do Senhor, vocês farão sua parte do trabalho”.2 [Ver sugestão 1 da página 65.]

Ensinamentos de George Albert Smith

Aqueles que presidem a Igreja são preparados, escolhidos e inspirados pelo Senhor.

Esta grande Igreja foi presidida por homens que foram especialmente preparados, ensinados e providos para a grande honra que foi conferida a cada um dos que ocuparam este cargo. Nosso Pai Celestial, em Sua sabedoria, cercou esses líderes de Israel de outros que igualmente têm fé e que não reverenciam a pessoa por causa de sua personalidade ou individualidade como presidente da Igreja, mas o reconhecem como o porta-voz de nosso Pai Celestial e o apoiam e sustêm, e oram por ele, e o amam, para que eles também recebam as bênçãos de nosso Pai Celestial.

Não há organização como esta no mundo. Não há outro povo [que seja] liderado como este povo. Verdadeiramente foi dito que aqueles que presidem são homens justos. É por meio deles que nosso Pai Celestial realizará Sua obra. É por meio deles que o evangelho precisa ser ensinado. (…) O homem que nos preside hoje não o faz devido a sua própria capacidade inata. Ele não preside por ser filho de algum grande potentado, mas está no cargo que ocupa porque nosso Pai Celestial conhece a integridade de sua alma. Reconhecendo a determinação com que ele levaria esta mensagem a todas as nações da Terra, Ele o preparou para o elevado chamado que lhe foi conferido. Ele preside como representante de nosso Pai Celestial.3

Estive pensando hoje nos homens humildes, porém grandiosos, que lideraram esta Igreja desde sua organização. (…) Conheci bem [muitos dos] Presidentes [da Igreja] e creio que todos eles eram homens de Deus. É inconcebível que nosso Pai Celestial escolhesse qualquer outro tipo de pessoa para presidir Sua Igreja.4

O que aconteceu quando [Joseph Smith] morreu? (…) [Os santos] não realizaram um conclave, escolheram um encarregado ou indicaram um novo líder. O líder já tinha sido escolhido pelo Senhor. Era o membro sênior do Quórum dos Doze: Brigham Young. (…) A Igreja como um todo em todas as suas sessões o apoiou como Presidente. Quando ele morreu, seus conselheiros não disseram que eles eram o Presidente, mas o Quórum dos Doze presidiu por muito tempo, e depois, seu membro sênior foi apoiado como Presidente da Igreja. Prevaleceu a ordem perfeita. (…)

Ressaltei algumas dessas coisas para que não haja enganos. Joseph Smith não escolheu a si mesmo para ser Presidente da Igreja. Tampouco o fizeram todos os que o sucederam. (…) A indicação vem de nosso Pai Celestial, por meio de Sua inspiração, e os homens recebem todo o poder que acompanha o chamado.5

Quão gratos devemos ser por saber que esta obra não é obra de homem, mas é a obra do Senhor; que esta Igreja, que leva o nome de Jesus Cristo, é dirigida por Ele, e que Ele não permitirá que nenhum homem ou grupo de homens a destrua. Ele não permitirá que os homens que presidem sua Igreja liderem as pessoas para o erro, mas vai sustê-los com Seu onipotente poder. Ele vai magnificá-los aos olhos de bons e grandiosos homens e mulheres. Vai abençoar seu ministério, que será repleto de sucesso. Aqueles que se opõe e apontam defeitos não terão alegria em sua oposição. Aqueles que criticam e procuram destruir a influência dos líderes da Igreja sofrerão as consequências de suas afrontas.6

Precisamos ter gratidão no coração por sermos liderados por homens santos que são inspirados por nosso Pai Celestial a ensinar-nos dia após dia.7 [Ver sugestão 2 da página 65.]

Por meio de Seus servos, o Senhor nos ensina o caminho para a felicidade e a segurança.

Desde a época do Patriarca Adão até o presente, o Senhor admoestou as pessoas por intermédio de Seus servos. Ele as inspirou a uma vida melhor quando lhe deram ouvidos e, ao longo das eras, à medida que Seus filhos precisavam, Ele enviou homens santos ao mundo, para transmitir instruções que conduziam à felicidade, inspirando-os a ensinar as gloriosas verdades que enobrecem e enriquecem a humanidade.8

Não conheço nada de grande importância que tenha acontecido no mundo sem que o Senhor tenha avisado as pessoas a respeito disso, por meio de Seus profetas, para que não fossem deixadas na ignorância do que haveria de suceder, mas pudessem planejar sua vida para seu benefício, se assim o desejassem. (…)

O caso de Noé é um deles. O Senhor ordenou que ele construísse uma arca, na qual os justos pudessem ser preservados do dilúvio que estava para vir. Noé construiu a arca e pregou arrependimento a sua geração por um período de cento e vinte anos, advertindo-os plenamente. As pessoas, porém, eram tão iníquas que deixaram de dar ouvidos à advertência. Tendo seu arbítrio, escolheram o mal em vez da retidão. As chuvas caíram, o dilúvio veio, e somente Noé e sua família de oito almas foram salvos. Todos tinham sido plenamente advertidos, mas devido a sua teimosia e recusa em arrepender-se, afogaram-se. [Ver Moisés 8:13–30.]9

O Senhor quer que sejamos felizes. É por isso que Ele nos deu o evangelho de Jesus Cristo. É por isso que nos conferiu o sacerdócio. Ele quer que tenhamos alegria. É por isso que organizou esta Igreja e estabeleceu nela os vários ofícios, e todas essas coisas estão em ordem. (…) Se seguirmos a liderança do Senhor e aqueles que o Senhor apoia, não cairemos nas trevas, não perderemos a luz, não transgrediremos as leis de Deus e não desperdiçaremos os privilégios que Ele deseja tão ansiosamente que todos desfrutemos.10

Há apenas um caminho seguro para mim nestes dias, que é seguir aqueles que o Senhor nomeou para liderar. Posso ter minhas próprias ideias e opiniões, posso exercer meu próprio juízo em relação às coisas, mas sei que, quando meu juízo conflita com os ensinamentos daqueles que o Senhor nos deu para indicar o caminho, devo mudar de rumo. Se eu desejar a salvação, seguirei os líderes que nosso Pai Celestial nos deu, enquanto Ele os apoiar.11 [Ver sugestão 3 das páginas 65–66.]

Aqueles que são humildes e fiéis apoiam e defendem os servos do Senhor.

Conheci milhares de pessoas que fazem parte desta grande Igreja, homens e mulheres de muitas nações que com humildade e fidelidade aceitaram o evangelho para filiarem-se à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. (…) [Eles] oraram por seus líderes e os apoiaram (…) e, durante todos os meus anos de Igreja, não conheci nenhuma pessoa que guardasse os mandamentos do Senhor que tenha erguido a voz contra os que foram chamados para presidir esta Igreja. Isso é realmente extraordinário. (…)

Um dos maiores testemunhos para mim da divindade desta obra é que uma multidão de pessoas (…) quando na conferência de estaca têm a oportunidade (…) de expressar-se, manifestando seu voto de apoio ou de rejeição aos que os presidem (todos exercendo seu arbítrio), continuam a apoiar seus líderes. Sem dúvida, o Espírito do Senhor inspira as pessoas fiéis e humildes a apoiar seus servos escolhidos.12

Quando Moisés liderou Israel para fora do Egito, seguindo pelo deserto até a terra prometida, Amaleque atacou Israel em Refidim. Moisés instruiu Josué a escolher homens guerreiros para proteger Israel. Moisés, Aarão e Hur foram até o topo de um monte, de onde avistavam o campo de batalha. Enquanto Moisés segurava a vara de Deus acima da cabeça, Israel prevalecia, mas, quando ele abaixava as mãos devido ao cansaço, Amaleque prevalecia. Um assento de pedra foi providenciado, e Aarão e Hur sustentaram as mãos dele para que as bênçãos de Deus fluíssem para Israel, de modo que os guerreiros prevalecessem e vencessem a batalha. O poder de Deus estava sobre Moisés e permaneceu com ele até que terminasse sua obra. [Ver Êxodo 17:8–13.] Quando ele tinha o apoio do povo, eles também eram abençoados, e o mesmo ocorreu com todo servo do Senhor que presidiu Israel. (…)

(…) Enquanto [o Presidente] presidir esta Igreja, não importa quantos anos sejam, nosso Pai Celestial vai dar-lhe forças, poder, sabedoria, juízo e inspiração para dizer a Israel o que precisa ser dito. Nós, que seguimos sua liderança, precisamos ser como Aarão e Hur, do passado. Precisamos suster suas mãos para que, por meio dele, o Senhor permita que as bênçãos do céu se derramem sobre nós e sobre este povo.13

Sei que esses homens [as Autoridades Gerais] são servos do Senhor, e sei que procuram abençoar a humanidade. Espero que nenhum de vocês (…) deixe de apoiá-los, não apenas com sua fé e orações, mas, se eles forem difamados, ou se a atitude deles for deturpada, que vocês estejam desejosos de defendê-los e ansiosos para fazê-lo, se necessário, porque tempo virá em que eles precisarão de sua defesa. O adversário não os esqueceu e, para mim, uma das provas da divindade do chamado desses homens é que os homens iníquos falam mal deles, e os bons homens e mulheres falam bem deles.14 [Ver sugestão 4 da página 66.]

Quando criticamos nossos líderes ou desprezamos seu conselho, permitimos que o adversário nos desvie do caminho certo.

Há entre nós aqueles (…) que foram cegados pelas filosofias e pela insensatez dos homens. Há aqueles que rejeitaram a advertência e o conselho do homem que Deus colocou à testa desta Igreja. (…)

Algumas pessoas pouco informadas surgem de repente com uma ideia brilhante e sugerem que “este é o caminho” ou que “aquele é o caminho” e, embora esteja em conflito com a advertência do Senhor, alguns são persuadidos a experimentar. O Senhor nos deu conselhos seguros e indicou o Presidente de Sua Igreja para interpretar esses conselhos. Se ignorarmos o que ele nos aconselha, como Presidente da Igreja, podemos acabar descobrindo que cometemos um grave erro.15

A Presidência da Igreja (…) são representantes de nosso Pai Celestial, não apenas para este povo, mas eles O representam para todas as pessoas do mundo. Bem faríamos em magnificar e honrar esses homens que Ele colocou para liderar-nos. Eles são homens com fraquezas humanas, eles cometerão erros, mas, se formos tão caridosos com os erros que eles cometerem quanto somos com nossas próprias falhas e erros, veremos as virtudes deles como vemos as nossas próprias.

Rogo-lhes, meus irmãos e minhas irmãs, que não permitam que palavras de crítica ou palavras rudes sejam proferidas por seus lábios a respeito daqueles que o Senhor chamou para liderar-nos. Não se associem àqueles que desejam menosprezá-los ou enfraquecer sua influência entre os filhos dos homens. Se o fizerem, posso dizer que vocês se encontrarão em poder do adversário. Serão influenciados por ele para se afastarem o máximo possível do caminho da verdade e, se não se arrependerem, pode ser que descubram que é muito tarde e que perderam a “pérola de grande valor”. Devido a seu egoísmo e sua cegueira, vocês foram desviados do caminho, e seus entes queridos (…) sentirão tristeza do outro lado do véu devido a sua fraqueza e sua insensatez.16 [Ver sugestão 5 da página 66.]

O adversário não dorme. Ele engana muitos e os conduz ao pecado. (…) Há alguns que ensinam falsa doutrina; e alguns que procuram persuadir homens e mulheres a quebrar os mandamentos de nosso Pai Celestial. (…) Se os membros desta Igreja que apontam defeitos nos líderes da Igreja e criticam aqueles que dão a própria vida para abençoar-nos e beneficiar-nos simplesmente fizessem uma pausa para perguntar fervorosamente: “A qual desses mestres é seguro seguir?”, não teriam dificuldade em encontrar o rumo certo e apoiariam aqueles que o Senhor apoia.17

Quando apoiamos nossos líderes, comprometemo-nos a seguir seu conselho e a magnificar nossos próprios chamados.

Deve ser uma fonte de força para o Presidente desta Igreja olhar para o rosto de milhares de homens e mulheres sinceros e vê-los erguer a mão em convênio com nosso Pai Celestial para apoiá-lo no ofício para o qual foi chamado, como Presidente desta grande Igreja. A obrigação que assumimos quando erguemos a mão nessas circunstâncias é extremamente sagrada. Isso não significa que seguiremos tranquilamente nosso caminho confiantes de que o profeta do Senhor vai dirigir esta obra, mas significa — caso compreendamos a obrigação que assumimos quando erguemos a mão — que vamos defendê-lo e apoiá-lo, que vamos orar por ele, que vamos defender seu bom nome e que vamos esforçar-nos para cumprir suas instruções, conforme o Senhor o orientar a transmiti-las para nós, enquanto estiver nesse cargo.18

Quando penso nos fardos levados pelo Presidente desta Igreja e por seus conselheiros e me dou conta das responsabilidades colocadas sobre seus ombros, do fundo do coração desejo ajudá-los, para que eu não seja um estorvo, mas que, no cargo para o qual fui chamado, com vocês, meus irmãos e minhas irmãs, possamos cada qual assumir nosso lugar e realizar nossa parte da tarefa e magnificar nosso chamado para honra e glória de Deus.19 [Ver sugestão 4 da página 66.]

Deus permita que nós, que fomos tão abundantemente abençoados, possamos suster as mãos do servo do Senhor que nos preside; que possamos ajudá-lo não apenas com nossa fé e nossas orações, mas com amorosa bondade, conforme houver oportunidade; que possamos marchar sob a bandeira que ele erguerá, enquanto Deus continuar a sustê-lo como Presidente da Igreja, como profeta do Senhor nestes últimos dias.20

Vamos apoiar esses homens que Deus ergueu para presidir-nos. Abençoemo-los, não apenas com nossos lábios, mas auxiliando-os de todas as maneiras possíveis a carregar esse fardo que tanto pesa nos ombros deles. (…) Orem por eles e abençoem-nos e ajudem-nos.21

Sugestões para Estudo e Ensino

Leve em consideração estas sugestões ao estudar o capítulo ou ao preparar-se para ensinar. Para auxílios adicionais, ver páginas V–VII.

  1. 1.

    Leia o último parágrafo de “Da Vida de George Albert Smith” (páginas 57–58). Qual é a “sua parte do trabalho”? Ao estudar este capítulo, pense em maneiras pelas quais você pode mostrar com suas palavras e ações que apoia os líderes da Igreja.

  2. 2.

    Estude a primeira seção dos ensinamentos (páginas 58–59), particularmente o segundo e o quarto parágrafos. Como é que a maneira do Senhor de escolher líderes difere da maneira do mundo? Que experiências pessoais você teve que fortaleceram sua fé no fato de que nossos líderes são escolhidos pelo Senhor?

  3. 3.

    Estude a seção que começa na página 59 e leia Doutrina e Convênios 21:4–7. Que conselho específico o Senhor deu por intermédio do atual Presidente da Igreja? Por intermédio de seu presidente de estaca ou distrito? Por intermédio de seu bispo ou presidente de ramo? Que bênçãos você recebeu por ter seguido esse conselho?

  4. 4.

    Estude a seção que começa na página 62 e leia os dois primeiros parágrafos da página 64. O que significa para você apoiar os líderes da Igreja? De que modo o apoio aos líderes da Igreja fortalece nossa família e nosso lar?

  5. 5.

    Leia os últimos parágrafos da página 63. Por que é perigoso criticar os líderes da Igreja? Qual seria uma maneira adequada de responder caso alguém aponte um defeito em um de seus líderes locais?

Escrituras correlatas: Amós 3:7; Efésios 4:11–14; Hebreus 5:4; Doutrina e Convênios 84:109–10; 107:22; 112:20

Auxílio didático: Um modo de incentivar o aprendizado diligente é ouvir atentamente quando alguém fizer uma pergunta ou um comentário. “Ouvir é uma demonstração de amor. Em geral, exige sacrifícios. Quando verdadeiramente ouvimos as pessoas, costumamos abdicar do que queremos dizer para dar-lhes a oportunidade de expressarem-se” (Ensino, Não Há Maior Chamado, 66).

Exibir Referências

    Notas

  1.   1.

    Conference Report, outubro de 1945, pp. 174–175.

  2.   2.

    Conference Report, outubro de 1946, pp. 153–154.

  3.   3.

    Conference Report, abril de 1927, pp. 86–87.

  4.   4.

    Conference Report, abril de 1931, p. 31.

  5.   5.

    “The Church with Divine Authority”, Deseret News, 28 de setembro de 1946, Church section, pp. 6, 9.

  6.   6.

    Conference Report, abril de 1934, p. 29.

  7.   7.

    Conference Report, outubro de 1917, p. 45.

  8.   8.

    Conference Report, outubro de 1917, p. 40.

  9.   9.

    Conference Report, abril de 1945, p. 136.

  10.   10.

    Conference Report, abril de 1949, p. 192.

  11.   11.

    Conference Report, abril de 1937, p. 33.

  12.   12.

    Conference Report, abril de 1931, p. 32.

  13.   13.

    Conference Report, abril de 1942, p. 14.

  14.   14.

    Conference Report, outubro de 1933, p. 29.

  15.   15.

    Conference Report, outubro de 1936, p. 75.

  16.   16.

    Conference Report, abril de 1937, p. 34.

  17.   17.

    Conference Report, abril de 1937, p. 33.

  18.   18.

    Conference Report, junho de 1919, p. 40.

  19.   19.

    Conference Report, outubro de 1929, p. 24.

  20.   20.

    Conference Report, abril de 1930, pp. 68–69.

  21.   21.

    Conference Report, outubro de 1930, p. 69.