Capítulo 4: O Profeta Joseph Smith, o Instrumento de Deus na Restauração da Verdade

Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: George Albert Smith, 2010


Por intermédio do Profeta Joseph Smith, Deus restaurou o evangelho de Jesus Cristo em sua pureza.

Da Vida de George Albert Smith

Perto do centenário do nascimento do Profeta Joseph Smith, o Élder George Albert Smith viajou com o Presidente Joseph F. Smith e outros para visitar locais importantes da vida do Profeta. Na manhã de 23 de dezembro de 1905, um monumento a Joseph Smith foi dedicado em seu local de nascimento, em Vermont. Para George Albert Smith e os que o acompanhavam foi emocionante estar em um lugar de tamanha importância na Restauração do evangelho. “Vertemos muitas lágrimas”, relembra ele. “Sob a influência do Espírito, todos sentimos a alma encher-se de humildade e o coração enternecer-se, e regozijamo-nos com as bênçãos de nosso Pai Celestial.”1 Foi pedido a George Albert Smith que proferisse a primeira oração no serviço dedicatório. Depois de resumir o dia em seu diário, ele escreveu: “Assim chegaram ao fim os dias mais momentosos de minha vida. Sinto-me grato por ser uma das poucas pessoas a ter auxiliado na tarefa que acabamos de concluir”.2

Mais tarde, foram ao local da Primeira Visão, em Palmyra, Nova York. O Élder Smith relembra: “Fomos ao bosque onde Joseph se ajoelhou e pediu ao Senhor que lhe dissesse a qual igreja ele deveria filiar-se. Fomos inspirados a cantar, naquele lugar sagrado, o belo (…) hino ‘Que Manhã Maravilhosa’”.3

Depois de visitar o monte Cumora, o Templo de Kirtland e outros lugares relacionados com a missão do Profeta, o grupo foi reunido pelo Presidente Joseph F. Smith na noite final da viagem. “Após cantar vários hinos de Sião, cada membro do grupo pôde prestar testemunho da benignidade e misericórdia de nosso Pai para conosco. O Espírito do Senhor foi derramado sobre nós e vertemos lágrimas de alegria e felicidade.”4 [Ver sugestão 1 da página 42.]

Vários anos mais tarde, quando George Albert Smith servia como Presidente da Igreja, foram publicados alguns livros que procuravam difamar Joseph Smith. Em uma conferência geral da Igreja, o Presidente Smith defendeu corajosamente o Profeta, prestando testemunho de sua missão com estas palavras:

“Muitos dos benefícios e das bênçãos que recebi foram devidos ao homem que deu a vida pelo evangelho de Jesus Cristo. Há algumas pessoas que procuraram depreciá-lo, mas gostaria de dizer que aqueles que o fizeram serão esquecidos e seus restos irão para a Mãe Terra, se já não tiverem ido, e o odor de sua infâmia jamais perecerá, enquanto que a glória, a honra, a nobreza, a coragem e a fidelidade manifestadas pelo Profeta Joseph Smith hão de ser associadas a seu nome para sempre.”5

O Élder Harold B. Lee, que na época era membro do Quórum dos Doze Apóstolos, ficou tão impressionado com essa declaração que a levava em um recorte guardado na carteira e a citava frequentemente, no intuito de que as palavras do Presidente Smith “fossem ouvidas até os confins da Terra”.6

Ensinamentos de George Albert Smith

A Primeira Visão de Joseph Smith mostrou que os céus não estão selados.

Cremos que nosso Pai Celestial falou em nossos próprios dias … , que Ele ouviu a humilde oração de um jovem, em Palmyra, e respondeu a sua oração e o abençoou com o conhecimento de Sua personalidade, para que todas as pessoas conhecessem o Senhor, se assim o desejassem.

Era muito natural que Joseph Smith buscasse o Senhor. Ele descendia (…) de pessoas que acreditavam em nosso Pai Celestial, na divina missão do Salvador, na eficácia da oração e no fato de que Deus ouvia Seu povo e respondia a ele, desde que O buscassem com o devido espírito. Era fácil para aquele jovem acreditar, porque tinha nascido e sido criado em uma família que acreditava. E, quando foi ao bosque em resposta à injunção contida nas escrituras (Tiago 1:5): “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada”, ele acreditou que sua oração seria respondida e que nosso Pai Celestial prometeu a Seus filhos desde o princípio que “pela fé podeis saber todas as coisas”.7

Sua fé em Deus o desviou da crença, comum em sua época, de que a Bíblia continha toda a revelação que os homens podiam receber, e de que os céus estavam selados. Ele orou ao Senhor, e sua oração foi respondida. Ele viu o Pai e o Filho descendo à Terra envoltos em gloriosa luz. Adquiriu um conhecimento irrefutável de que Eles tinham um tabernáculo como os homens, e que eram pessoas reais e palpáveis. Falou com Eles e ouviu-Lhes a voz.8

O resultado da [oração de Joseph] foi aquela maravilhosa manifestação, diferente de tudo que já ouvimos na história do mundo. Ouvimos falar de ocasiões em que nosso Pai Celestial Se manifestou pessoalmente, lemos a respeito de momentos em que o Redentor da humanidade Se manifestou, mas nunca lemos a respeito de uma ocasião em que o Pai e o Filho tenham aparecido a um ser vivo e falado com ele.

As pessoas do mundo não acreditam nisso. Os homens e as mulheres foram ensinados que os céus estão selados (…) , e, quando aquele jovem declarou que em nossos dias, no exato momento em que mais do que nunca precisávamos de luz, quando homens e mulheres corriam de um lado para o outro em busca da palavra de Deus e não conseguiam encontrá-la, conforme fora predito pelos profetas antigos [ver Amós 8:11–12], o próprio Senhor Se manifestara, ele [Joseph] foi ridicularizado. (…) Sua declaração foi rejeitada, e aqueles que deveriam ter sido seus amigos o abandonaram e até disseram que ele era do maligno. Qual foi o testemunho daquele rapaz?

“(…) Tinha realmente visto uma luz e, no meio dessa luz, dois Personagens; e eles realmente falaram comigo; e embora eu fosse odiado e perseguido por dizer que tivera uma visão, isso era verdade; e enquanto me perseguiam, injuriando-me e afirmando falsamente toda espécie de maldades contra mim por dizê-lo, fui levado a pensar em meu coração: Por que perseguir-me por contar a verdade? Tive realmente uma visão; e quem sou eu para opor-me a Deus, ou por que pensa o mundo fazer-me negar o que realmente vi? Porque eu tivera uma visão; eu sabia-o e sabia que Deus o sabia e não podia negá-la nem ousaria fazê-lo; pelo menos eu tinha consciência de que, se o fizesse, ofenderia a Deus e estaria sob condenação.” [Ver Joseph Smith—História 1:25.]9

No ano de 1830, quando esta Igreja foi organizada, não havia na Terra uma igreja organizada que anunciasse que acreditava que Deus Se revelaria aos filhos dos homens. Os ensinamentos das igrejas eram todos contrários a isso, e nosso Pai viu que seria fútil tentar salvar Seus filhos e Suas filhas sem que eles pudessem ser inspirados a buscá-Lo com a crença de que Ele ouviria suas orações e responderia a elas. Quando o menino profeta, no bosque de Palmyra, viu o Pai e o Filho e percebeu que eram pessoas reais, que podiam ouvi-lo e responder ao que ele dissesse, teve início uma nova era neste mundo, estabelecendo o alicerce para a fé exercida pelos filhos dos homens. Passaram a poder orar a nosso Pai Celestial, sabendo que Ele podia ouvir suas orações e responder a elas, que havia uma ligação entre os céus e a Terra.10 [Ver sugestão 2 da página 43.]

Embora jovem e inexperiente, Joseph Smith foi chamado para restaurar a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.

A fé levou Joseph a buscar Deus em oração e perguntar com qual igreja ele deveria se identificar. Qual foi a resposta? Acaso disse o Senhor: “Meu filho, são todas boas, elas se esforçam para guardar Meus mandamentos, os homens que lideram todas essas igrejas são aprovados por Mim, qualquer igreja serve, todas vão levá-lo de volta à presença de nosso Pai Celestial”? O menino poderia ter esperado uma resposta assim, dadas as condições existentes na época. Mas ele queria saber o que fazer e tinha fé que o Senhor lhe diria. Então, quando orou, perguntou a qual das igrejas deveria filiar-se, e imagino que ficou surpreso quando [lhe foi dito]: “Não [se una] a qualquer delas, (…) [elas] ensinam como doutrina os mandamentos de homens, [elas] se aproximam de mim com os lábios, mas seu coração está longe de mim, tendo aparência de religiosidade, mas negam o seu poder”. [Ver Joseph Smith—História 1:19.] Pensem no que deve ter sido para um rapaz de quatorze anos, que se ajoelhara num bosque próximo de sua casa, erguer-se e anunciar ao mundo uma mensagem dessas! Conseguem imaginar que um jovem ousaria fazer uma coisa assim? Mas, com o testemunho que lhe fora concedido por seu Pai Celestial, com o mandamento recebido do próprio Senhor, será que ele ousaria fazer qualquer coisa além de anunciar o que o Senhor lhe dissera?11

Joseph Smith era apenas um rapaz quando Pedro, Tiago e João impuseram as mãos sobre sua cabeça, e ele foi ordenado ao Sacerdócio de Melquisedeque — ele e Oliver Cowdery. Pouco tempo depois, Joseph Smith recebeu o mandamento de organizar uma Igreja. Ele era apenas um rapaz, mas a organizou sob a direção do Redentor da humanidade. E ela seguia o modelo da Igreja que foi organizada pelo Salvador, quando estava na Terra. Não tenho dúvidas de que muitos consideraram aquele rapaz arrogante, achando ridículo que alguém que não fora educado para se tornar um líder tivesse a pretensão de liderar. Mas ele era como os outros servos de nosso Pai Celestial que viveram na Terra, que foram chamados pelo Senhor para realizar um trabalho especial, e a falta de conhecimento em relação às coisas do mundo não eliminava a possibilidade de o Senhor transmitir-lhe informações que o tornariam igual ou superior em muitos aspectos aos que tiveram grandes oportunidades terrenas que lhe haviam sido negadas.12

Por mais atacado e mal-interpretado que ele tenha sido, sendo desprezado pelos que deveriam ter sido seus amigos e combatido pelos homens instruídos e eruditos de sua época, ele conseguiu restaurar o evangelho de vida e salvação e estabelecer a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias com sucesso.

Embora os poderes do mal se empenhassem sempre em destruí-lo, ele foi preservado pelo Senhor até que sua obra estivesse concluída e todas as chaves e ordenanças necessárias para a salvação da família humana tivessem sido novamente entregues aos homens.13 [Ver sugestão 3 da página 43.]

As verdades restauradas por intermédio de Joseph Smith trazem paz e alegria aos que as aceitam.

Daquele rapaz que, aos quatorze anos de idade, viu o Pai e o Filho, veio a maravilhosa mensagem de que nosso Pai Celestial e Seu Filho Jesus Cristo são homens glorificados; que o Salvador do mundo ressuscitou dos mortos. Aquele jovem viu o que o mundo conhecera, mas que por algum motivo esquecera, e ele começou a prestar testemunho disso aos filhos dos homens.14

[No início do século XIX] havia poucas pessoas no mundo que acreditavam em um Deus pessoal que tinha um corpo. Mas uma manifestação foi dada naquela época ao Profeta Joseph Smith, quando ele era apenas um rapaz, com quinze anos incompletos, e ele viu o Pai e o Filho e prestou testemunho disso. Também recebeu a visita de outros seres celestes, e o Senhor, por meio deles, transmitiu-lhe outras informações para os filhos dos homens, e ele, a sua própria maneira, deu-nos, ou aos que nos precederam na Igreja, uma compreensão do propósito da vida. (…) Sua descrição do céu nos inspira com o desejo de sermos dignos de ter um lar ali, quando nossa vida terrena chegar ao fim. Uma ressurreição literal e uma descrição do céu e do inferno ficaram tão claras que, usando uma escritura, “os caminhantes, até mesmo os loucos, não errarão”. [Ver Isaías 35:8.]15

Por meio dele foram reveladas a construção de templos, a natureza eterna do convênio do casamento e a salvação para os mortos, proporcionando uma alegria indescritível a milhares dos filhos de nosso Pai.

As verdades eternas por ele anunciadas estão sendo divulgadas aos povos da Terra, proporcionando paz e satisfação àqueles que as aceitam.16

Nosso Pai Celestial sabia o que aconteceria quando restaurou nestes últimos dias o evangelho em sua pureza. Ele sabia da apostasia que havia no mundo entre Seus filhos, e que eles haviam-se afastado da verdade simples, e em Sua grande misericórdia, Ele revelou esta obra dos últimos dias. Em uma zona rural, Ele escolheu um menino entre as pessoas e o inspirou a dar início à obra que estava destinada a revolucionar o mundo religioso. Ele sabia que o mundo tateava na escuridão, e com misericórdia restaurou a luz. Não há outro modo pelo qual essa felicidade possa ser desfrutada pelos filhos dos homens, a não ser por uma vida de retidão, e as pessoas não podem viver em retidão se não estiverem em harmonia com a verdade. Havia muita verdade no mundo, mas estava tão misturada com o erro que o próprio Senhor disse ao Profeta Joseph Smith que os homens que eram mestres e instrutores nas igrejas ensinavam como doutrina os mandamentos dos homens, e advertiu o menino de que ele não deveria identificar-se com eles. Ele então restaurou o evangelho, o poder de Deus para a salvação, a todos os que acreditassem Nele e obedecessem a Ele.17

Digo a todos os homens de toda parte: examinem os ensinamentos do evangelho de nosso Senhor, conforme revelados ao Profeta Joseph Smith, estudem-nos fervorosamente, e encontrarão a cura para os males deste mundo, que não pode ser descoberta de nenhuma outra maneira.18 [Ver sugestão 4 da página 43.]

Joseph Smith estava disposto a dar a vida por seu testemunho.

Tal como aconteceu com os profetas que o Senhor ergueu no passado, aparentemente foi necessário, nesse caso, que o testemunho de Seu servo fosse selado com seu próprio sangue. Não há página mais [pungente] na história do mundo do que aquela na qual foram escritas as últimas palavras de nosso amado Profeta Joseph Smith. Ele sabia que seu tempo estava próximo, percebeu que a missão de sua vida tinha sido cumprida. (…) E, quando chegou o momento de estar face a face com a morte, ele disse: “Vou como um cordeiro para o matadouro; mas estou calmo como uma manhã de verão; tenho a consciência limpa em relação a Deus e em relação a todos os homens. Morrerei inocente, e meu sangue clamará desde o solo por vingança, e ainda se dirá de mim: foi assassinado a sangue frio”. [Ver D&C 135:4.]

Ele não tinha medo de ser submetido ao agradável julgamento (…) e prestar contas dos atos realizados em vida. Não tinha receio de enfrentar as acusações que foram feitas contra ele, de que enganava as pessoas e lidava injustamente com elas. Não tinha medo do resultado da missão de sua vida e do triunfo final da obra que ele sabia ter origem divina, e pela qual deu a vida. Mas as pessoas do mundo, como anteriormente, julgam esta obra pelo espírito do homem. Elas não têm o Espírito de Deus, que lhes permitiria compreender que ela veio de nosso Pai Celestial.19

Aquele jovem estava tão seguro da revelação que recebera, e tão ansioso para que os filhos de seu Pai, todos eles, conhecessem a verdade que, desde quando recebeu as placas do Livro de Mórmon, do anjo Morôni, dedicou toda sua vida à organização da Igreja e à divulgação da verdade. (…) Em sua alma ardia um conhecimento como o que possuía Estêvão [ver Atos 7:54–60], tal como tinha o Redentor, de que nosso Pai Celestial estava no comando, de que era Sua obra que estava na Terra, de que era Seu poder que no final teria o controle, de que esta vida nada mais era do que parte da eternidade. Ele estava preparado a dar parte de sua vida terrena, se necessário, para desfrutar eternamente a companhia daqueles que tanto amava com sinceridade e o convívio de bons homens e mulheres que viveram e vivem na Terra, e de habitar novamente na Terra quando ela se tornar o reino celestial.20

Joseph Smith ensinou que sabia haver uma vida após a morte, e que ele sabia que Deus vivia, e que Deus sabia que ele sabia que Deus vivia. Estava disposto a dar a vida para que sua fé, meus irmãos e minhas irmãs, fosse fortalecida e que sua confiança Nele não fosse abalada. Ele conhecia o propósito desta vida. Sabia que estamos aqui para preparar-nos para uma existência futura mais gloriosa. Estava disposto, se necessário, a dar a própria vida, não simplesmente para perdê-la em nosso benefício, mas porque sabia que o Pai dissera que aquele que salvasse sua vida a perderia, mas aquele que perdesse a vida por causa Dele a encontraria, sim, a vida eterna [ver Mateus 16:25]. Foi esse conhecimento que possibilitou que o Profeta e [o] Patriarca da Igreja [Hyrum Smith] naqueles dias [deixassem] seus entes queridos, fossem lançados na prisão e dessem tudo o que tinham neste mundo e que os homens podem dar por seus irmãos — sua vida mortal.21

No ano de 1830, a Igreja foi organizada com seis membros. O adversário de toda retidão, desde aquele dia até o presente, procurou impedir seu progresso e destruí-la. Pergunto-me se aquele grande homem, Joseph Smith, que deu a vida para que a Igreja fosse organizada e fosse levada adiante como o Senhor desejava, consegue ver a Igreja como ela existe hoje, com seus ramos estabelecidos em todas as partes do mundo, sabendo que a cada dia, desde que ele foi martirizado, desde que ele deu a vida e selou seu testemunho com o próprio sangue, a Igreja se torna mais forte do que no dia anterior.22 [Ver sugestão 5 da página 43.]

Sugestões para Estudo e Ensino

Leve em consideração estas sugestões ao estudar o capítulo ou ao preparar-se para ensinar. Para auxílios adicionais, ver páginas V–VII.

  1. 1.

    Pense nas ocasiões descritas pelo Presidente Smith nos três primeiros parágrafos da seção “Da Vida de George Albert Smith” (páginas 33–34). Que experiências pessoais de sua vida fortaleceram seu testemunho a respeito do Profeta Joseph Smith? Ao ler este capítulo, identifique declarações dos ensinamentos do Presidente Smith que fortalecem seu testemunho e pense na possibilidade de compartilhá-las com membros de sua família, seu quórum do sacerdócio ou da Sociedade de Socorro.

  2. 2.

    Estude a primeira seção dos ensinamentos (páginas 34–36) e estude o relato feito pelo próprio Joseph Smith da Primeira Visão (ver Joseph Smith—História 1:10–19). Como a Primeira Visão influenciou sua fé em Deus? Você viu a influência dela na fé exercida por outras pessoas?

  3. 3.

    Estude a seção que começa na página 36 e leia Doutrina e Convênios 1:17–19. O que podemos aprender a respeito do serviço na Igreja com o exemplo de Joseph Smith? Pense numa ocasião em que você recebeu uma designação do Senhor para a qual não se sentia qualificado. De que modo o Senhor o ajudou?

  4. 4.

    Quais são algumas verdades que o Senhor revelou por intermédio de Joseph Smith? (Para exemplos dessas verdades, ver a seção que começa na página 38.) De que modo sua vida foi abençoada por causa de seu conhecimento dessas verdades?

  5. 5.

    Ao ponderar o último parágrafo dos ensinamentos (página 42), pense no que pode fazer para ajudar a Igreja a continuar a tornar-se cada vez mais forte.

Escrituras correlatas: Isaías 29:13–14; I Coríntios 1:26–27; 2 Néfi 3:5–9, 11–15; Doutrina e Convênios 135

Auxílio didático: “Para incentivar o debate, use as perguntas do final do capítulo. (…) Você também pode criar suas próprias perguntas, especificamente para seus alunos. Você pode, por exemplo, perguntar aos participantes como eles poderiam aplicar os ensinamentos do Presidente Smith a suas responsabilidades como pais ou como mestres familiares ou professoras visitantes” (da página VI deste livro).

Exibir Referências

    Notas

  1.   1.

    Conference Report, abril de 1906, p. 54.

  2.   2.

    Anotação no diário datada de 23 de dezembro de 1905, Documentos da Família de George Albert Smith, Universidade de Utah, caixa 73, livro 2, página 160

  3.   3.

    Conference Report, abril de 1906, p. 56.

  4.   4.

    Conference Report, abril de 1906, pp. 57–58.

  5.   5.

    Conference Report, abril de 1946, pp. 181–182.

  6.   6.

    Harold B. Lee, Conference Report, outubro de 1947, p. 67.

  7.   7.

    Conference Report, outubro de 1921, pp. 158–159.

  8.   8.

    “The Latter-day Prophet”, Millennial Star, 7 de dezembro de 1905, p. 822.

  9.   9.

    Conference Report, outubro de 1921, pp. 159–160.

  10.   10.

    Conference Report, abril de 1917, p. 37.

  11.   11.

    Conference Report, outubro de 1921, pp. 159–160.

  12.   12.

    Conference Report, abril de 1927, p. 83.

  13.   13.

    “The Latter-day Prophet”, p. 823.

  14.   14.

    Conference Report, outubro de 1921, p. 160.

  15.   15.

    Conference Report, abril de 1934, p. 26.

  16.   16.

    “The Latter-day Prophet”, p. 823.

  17.   17.

    Conference Report, outubro de 1916, pp. 46–47.

  18.   18.

    Conference Report, outubro de 1931, p. 121.

  19.   19.

    Conference Report, abril de 1904, pp. 63–64.

  20.   20.

    Conference Report, outubro de 1927, p. 48.

  21.   21.

    Conference Report, abril de 1905, pp. 62–63.

  22.   22.

    Conference Report, outubro de 1945, p. 18.